“Um miniclima no governo”

No Aparelho de Estado.

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4 Responses to “Um miniclima no governo”

  1. Luis Rainha says:

    Gostei daquela parte de “O Expresso ajuda-o a gerir as suas finanças pessoais no novo canal Dinheiro”. Os gajos podem fazer aquilo?

  2. Tiago Mota Saraiva says:

    Nem tinha reparado!
    Se fosse “O Expresso ajuda-o a colocar dinheiro em offshores” teria sempre mais saída.

  3. ah says:

    Questão simples, Tiago: Para que serve um Pavilhão Gimnodesportivo?

    http://www.educar.wordpress.com/2010/03/11/o-problema-nao-e-do-miniclima-mas-do-minipavilhao/#comments

    “Há, “entre nós”, quem defenda esta tese dos pavilhões sem paredes, por termos um clima temperado.E apontam, para a sua construção, exactamente as zonas que têm maiores diferenças términas ao longo do ano (Alentejo e Algarve).

    Em Moçambique também vi disso. Em Nampula, onde estive, estavam a construir um pavilhão no Liceu, e o dito cujo nunca mais andava… tinha um tecto e umas colunas de suporte e os trabalhadores nunca mais voltavam para acabar o resto. Até que um dia, o reitor foi a Lourenço Marques e descobriu que tinham entregue a obra, dando-a como pronta. Lá protestou e voltaram para construir paredes. Quando vim, estava bastante avançado… todo em cimento, com os acabamentos por fazer, mas ia andando. Tinha palco, como os antigos pavilhões e até deu para fazer uma espécie de “sarau”. Não sei se depois o terminaram.

    No entanto, em Tete, vi um pavilhão desses. Só tinha sombra no interior ao meio dia! À hora a que o vi, a sombra estava a uns 20 metros, apaziguando o calor do capim envolvente.

    Nota: taditos, nem o clima os ajuda! Agora até lhes estraga os efeitos das obras. Será por essa razão que também tem chovido numas escolas lá do norte onde o Parque Escolar tem andado a construir escolas do futuro?” – professora de Educação Física.

  4. ah says:

    A realidade! …

    “Paco Diz:

    Março 11, 2010 at 10:13 pm
    O problema resultou de uma transposição pouco criteriosa de recomendações comunitárias para a legislação nacional, por força das quais um pavilhão a sério, com aquelas dimensões, teria de ter um sistema de climatização com custos de instalação e manutenção incomportáveis… Como não há dinheiro para isso, não há paredes… Assim a “climatização” depende dos caprichos meteorológicos. Entre a esturreira do verão e o gelo do inverno talvez a média se aproxime da temperatura recomendada…
    Todavia é de realçar que a escola tem um sistema central de climatização. Antes das obras os gastos com electricidade andavam perto dos 500 euros mensais, agora dispararam para perto de 5000!!!
    Palpita-me que quando mais escolas estiverem prontas (esta foi das primeiras), alguém vai mandar desligar esses sistemas…”

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