“Visto do Céu” é um pavor de kitsch visual, de más interpretações, de andaimes diegéticos em desabamento, de piroseira por vezes quase acabrunhante. Mas a sua banda sonora tem assinatura de Brian Eno. Isto, só por si, e dados os resultados globais, não garante muito (a música está demasiado presente e parece sempre animada de um desejo de explicar cada cena); mas a diversão de reconhecer pequenos fragmentos de canções suas dos anos 70 quase torna a experiência suportável.



