
Fez furor há uns dias a sugestão de alguns deputados alemães ao governo grego: vendam umas quantas ilhas, que logo saem da penúria.
Grande ideia: vendamos a Madeira.
Salva-se o ogre-chefe do «autoritarismo colonialista» que «nega direitos ao povo madeirense», salvamo-nos nós de ter de o aturar. É só esperar que as obras acabem, para embelezar o activo, e pumba.
Se nenhum país quiser a pérola do Atlântico (que tem o pesado passivo de incluir a clique dos amigalhaços do AJ), podemos sempre vendê-la a uma multinacional do ramo do turismo. E há Marrocos, mesmo ali ao lado; em caso de falta de cash, aceitamos leasing, ALD, letras, rifas dos escoteiros.
Ou então, let’s think big: se há pouco mais de 100 anos os americanos compraram o território de 14 dos seus estados actuais, quem pode garantir que não andam à procura de mais estrelas para a bandeira, mesmo em paragens desprovidas de petróleo?




já vi piadas mais felizes
lindo
, acrescentando que também se aceita petróleo, armas, ouro judeu, diamantes de sangue, marfim, electricidade, alimentação e no fundo qualquer das “commodities” que se importam cá na terra. qualquer coisinha serve. uma carrada de empresas públicas e uma ilha. uma pechincha