Para acabar definitivamente com o erário público, já que não tiveram a dignidade de criar riqueza, pois que se assista ao delapidar dos restantes recursos nacionais, ou, como disse E. Morin : “Uma vez que não pudémos assistir à beleza do início, parece que estamos apostados em asssistir ao espectáculo do fim.” E pode sempre piorar….
Bringing social and labor history into the analyses of privatization, at the same time, put labor history, into larger discussions of the state and capitalism, make the class agenda of privatization explicit, viewing it not just as the “opening of markets,” but as clear assaults on the working classes and on the public claims that workers and citizens are able to make on the economy’s resources and productivity.
A história do sector empresarial do estado é uma história de tratos de polé e confisco de bens -o seu fracasso é também o de um regime económico em fase de liquidação – aquilo a que assistimos é mais um exercício simulado, o rei visitou de novo os cárceres e um dos guardas sujeitou-se simuladamente aos tratos de polé e às correias do potro …
agora por ver os bocadinhos de vidro todos espalhados e logo depois unidos por cordelinhos de chumbo… lembrei-me dos alquimistas da Idade Média. Para se investigar a vida (neste caso a económica) esventra-se um gajo e decompõem-se os bocadinhos todos dos órgão vitais para cima de uma mesa para serem esquartejados e se estudarem um a um e ver como funcionam.
Na azáfama esquecem-se do essencial, que é aquilo que não se vê aos olhos dos gestores neolib formados na pia uni-Católica: a estrutura organizacional que fazia a galinha andar e cacarejar (e foi deslocalizada para a China). Isto é, matam a própria Vida e depois dizem às galinhas sobreviventes que foi para o bem delas.
Obviamente, para os alquimistas da coisa haverá sempre milho com fartura, nem que se inchem e se convertam em pipoca financeira
De facto o partido que hoje mais defende o chamado capitalismo selvagem é o PS. Os recursos e as empresas nacionais vão.se privatizando, eufemismo manhoso usado para a palavra mais nua e correcta, isto é, vendendo.
Recordemos que esta questão é hoje só defendida por um pequeno partido, o PCP , mas, graças ao bom trabalho dos filhos da p. da imprensa colaboracionista e dos sociólogos da comunicação e da manipulação, aqui há uns anos quando esta questão foi lançada era rejeitada pela generalidade dos partidos e da sociedade…
E quando os credores da dívida externa exigirem mais garantias , entretanto quase todas vendidas e privatizadas, para mais crédito e fecharem a torneira é que vai ser lindo…
destes aneis ou seja cachuchos plenos de buracos apenas ficariamos se possível com os restos em golden da galp e seguradoras pois então. Acrescentaria mesmo mais, a grande RTP um buraco dos mais negros e instrumentalizado por vias da língua e de pau das grandes e nossas boas governanças.
Este vitral em pixel está muito amarelo, não?
O artista eleito vive em NY ou Zurich?
Lá no deserto é que não, pois não?
Pois é, assim até eu sou eleito, autónomo e pleno de revelações.
Carlos, vá servir no Irak, não provoque os gentios.
O michael está a passar-se, talvez seja por vias dos factos essenciais da abstracção arquitonta, música da Libéria ou do golpe publicitário comunicativo nacional total: A tradiçom lá acima vem muito do Pinto Magalhães e do Portugês do Atlântico, há muito se reconstruíram em (ML).
Para acabar definitivamente com o erário público, já que não tiveram a dignidade de criar riqueza, pois que se assista ao delapidar dos restantes recursos nacionais, ou, como disse E. Morin : “Uma vez que não pudémos assistir à beleza do início, parece que estamos apostados em asssistir ao espectáculo do fim.” E pode sempre piorar….
Ganda Vidral.
(meu caro, monopólio é o sonho de qualquer liberal, portanto está muito bem assim).
Alegre não abre o bico contra Sócrates em troca terá o seu apoio.
Bringing social and labor history into the analyses of privatization, at the same time, put labor history, into larger discussions of the state and capitalism, make the class agenda of privatization explicit, viewing it not just as the “opening of markets,” but as clear assaults on the working classes and on the public claims that workers and citizens are able to make on the economy’s resources and productivity.
A história do sector empresarial do estado é uma história de tratos de polé e confisco de bens -o seu fracasso é também o de um regime económico em fase de liquidação – aquilo a que assistimos é mais um exercício simulado, o rei visitou de novo os cárceres e um dos guardas sujeitou-se simuladamente aos tratos de polé e às correias do potro …
Enquanto nao privatizarem o ar, podemos todos respirar…
agora por ver os bocadinhos de vidro todos espalhados e logo depois unidos por cordelinhos de chumbo… lembrei-me dos alquimistas da Idade Média. Para se investigar a vida (neste caso a económica) esventra-se um gajo e decompõem-se os bocadinhos todos dos órgão vitais para cima de uma mesa para serem esquartejados e se estudarem um a um e ver como funcionam.
Na azáfama esquecem-se do essencial, que é aquilo que não se vê aos olhos dos gestores neolib formados na pia uni-Católica: a estrutura organizacional que fazia a galinha andar e cacarejar (e foi deslocalizada para a China). Isto é, matam a própria Vida e depois dizem às galinhas sobreviventes que foi para o bem delas.
Obviamente, para os alquimistas da coisa haverá sempre milho com fartura, nem que se inchem e se convertam em pipoca financeira
De facto o partido que hoje mais defende o chamado capitalismo selvagem é o PS. Os recursos e as empresas nacionais vão.se privatizando, eufemismo manhoso usado para a palavra mais nua e correcta, isto é, vendendo.
Recordemos que esta questão é hoje só defendida por um pequeno partido, o PCP , mas, graças ao bom trabalho dos filhos da p. da imprensa colaboracionista e dos sociólogos da comunicação e da manipulação, aqui há uns anos quando esta questão foi lançada era rejeitada pela generalidade dos partidos e da sociedade…
E quando os credores da dívida externa exigirem mais garantias , entretanto quase todas vendidas e privatizadas, para mais crédito e fecharem a torneira é que vai ser lindo…
http://ruadopatrocinio.wordpress.com/2010/02/27/utopia-matters/
destes aneis ou seja cachuchos plenos de buracos apenas ficariamos se possível com os restos em golden da galp e seguradoras pois então. Acrescentaria mesmo mais, a grande RTP um buraco dos mais negros e instrumentalizado por vias da língua e de pau das grandes e nossas boas governanças.
Este vitral em pixel está muito amarelo, não?
O artista eleito vive em NY ou Zurich?
Lá no deserto é que não, pois não?
Pois é, assim até eu sou eleito, autónomo e pleno de revelações.
Carlos, vá servir no Irak, não provoque os gentios.
Quanto a posições:
Alta finança- de pé a afiar a “moca”
Soares- de cócoras
Alegre- de joelhos
Povo- de gatas
Este ministro do produto e mercadoria não veio da bolsa da Invicta?
Claro xatoo, “comprar”, roubar, inchar e rebentar. Que os gajos rebentem quanto antes (esperemos).
Jecta, o gajo das finanças veio da invicta? Temos de perguntar ao arquitecto Miguel. (Se sim, e se o conhece.)
O michael está a passar-se, talvez seja por vias dos factos essenciais da abstracção arquitonta, música da Libéria ou do golpe publicitário comunicativo nacional total: A tradiçom lá acima vem muito do Pinto Magalhães e do Portugês do Atlântico, há muito se reconstruíram em (ML).