Parábola cristã

“Para já, não acredito que nenhum dos candidatos desista. Seria o mesmo que pedir a Santa Maria Adelaide que desista a favor de nossa senhora de Fátima” disse Luís Filipe Menezes a propósito da vaga de fundo para que Marcelo Rebelo de Sousa avance para a salvação do PSD. [eles dizem que é a salvação nacional mas é do PSD que se trata, o que não pode ser confundido].

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5 Responses to Parábola cristã

  1. prcastro says:

    É importante que não se tome a parte pelo todo. O grupo a que se refere representa um número mais ou menos limitado de militantes, que está apenas interessado em manter-se no poder. Esta insistência no regresso de Marcelo Rebelo de Sousa é um mero sinal de desespero perante o miserável desempenho de Paulo Rangel no decurso da campanha interna. Acrescento que o resultado das directas não será, de todo, indiferente à Esquerda.

  2. Pascoal says:

    Não te parece que o Marcelo, com um lençol pela cabeça, ficava bem de senhora de Fátima?
    Muito apropriado agora que vem cá o Papa.

  3. Renato Teixeira says:

    Pascoal, nem preciso de imaginar o lençol… esse senhor tem sempre pinta de beato.

    prcastro, o desempenho de Rangel é miserável, concordamos, mas acha algum dos outros brilhante?

  4. p. s. d. da boa fé says:

    Sr. Teixeira,

    Nem acredito que traz o P.S.D. à baila sem me consultar. Era como se eu no meu blog efectivamente-concretamente-realmente-literalmente virtual viesse falar de poesia islâmica ou de culinária (para envenenar inimigos) do deserto da Península Arábica sem o consultar…
    Bom, mas adiante:
    Rangel é logicamente o país que o homem precisa (mas nunca o inverso). Explico, apesar de óbvio:
    Rangel, em termos de geografia, e se estiver deitado, forma um rectângulo igual ao mapa do país – os pés sao o Algarve com as suas serras; as pernas, bem deitadinhas e esticadas, sao cá o meu Alentejo; depois, acima das pernas, vem o centro estratégico do país e do macho que Rangel julga ser, representado pelo seu famoso pirilau: a nossa belíssima capital, despovoada, desabitada; os testículos sao os subúrbios, bem maiores que a capital, mais cheios; depois vêm os pontos mais elevados do país: as montanhas e planaltos das Beiras, da barriga até ao pescoço; a cabeça representa a paisagem desoladora de Trás-os-Montes.
    Rangel é assim o país que o incendiário precisa para, de uma vez, queimar o país todinho e partir para a construção de raiz de um outro novinho.
    Por isso, votarei Rangel.
    Porque a história diz que para haver revolta (Paris, Moscovo, Lisboa, Buenos Aires) a coisa tem que ir bem ao fundo.
    Rangel é bater no fundo, logo, Rangel é revolta, logo, votar é em Rangel.

  5. Renato Teixeira says:

    Poesia islâmica ainda vá que não vá… agora culinária já podes dar umas aulas também. Ou não foi o Boa Fé que inventou o esparregado de bambu?

    Sobre o PSD confeso que a minha solução-caos preferida é mesmo a do beato. É aquela que mais claramente deixa perceber que este regime é for the boys.

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