14% VS 80%

O governo diz que a greve teve 14% de adesão ao passo que os sindicatos falam em 80%. Gosto dos números apresentados pelos segundos e não gosto mesmo nada dos primeiros. Ainda assim tenho cá para mim que quando as greves são a doer, nem a patronal tem margem para dizer que não levou porrada nem os trabalhadores têm que mostrar os punhos sujos de sangue.

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24 Responses to 14% VS 80%

  1. O que te posso dizer é que o meu serviço fechou hoje portas. E ao contrário de outros anos, não foram apenas 2 ou 3 a fazer greve: foi toda a gente, menos 2 furas.

    Viva os Trabalhadores!

  2. Adriano says:

    Viva os desempregad@s e tod@s @s inúteis!

  3. Helder says:

    Foram 2 ! (e um deles tinha cara de reformado…)

    O governo faz tudo e mais alguma coisa para baixar os numeros das greves, recolha no local do nome dos grevistas (sei de casos em que são os DIRECTORES em pessoa que o fazem) , exigem que o funcionário esteja no local de trabalho, a trabalhar, e perguntam de folha na mão, “está a fazer greve ?” (tradução quer receber o dia ou trabalhar de borla?”
    A elaboração das listas e contagem dos grevistas são outros 500, diria mesmo outros 5000.

  4. Leitor costumeiro says:

    Viva!!
    Mas ainda falta o sangue. Chegamos a um ponto em que para reverter a situação greves não bastam…

  5. Renato Teixeira says:

    Leitor Costumeiro, era essa a ideia deste post. Entendeu-o bem. Pergunto-me se toda a gente está contra o Governo porque é que não o fazem cair? Para quando uma greve geral de todos os sectores? Não estariamos no tempo certo?

    Helder, sabemos da matemática do Governo, não é uma novidade. Não será essa a sua função neste regime?

    Adriano, a greve por acaso era de trabalhadores, e não de desempregados. Ainda assim poderia ser. Está mesmo convencido de que quando perder o seu emprego perde a sua utilidade?

    Pedro que procura Inês, ainda bem que confirma a qualidade dos números no seu serviço. Aproveito para lhe perguntar… qual era o sentimento das pessoas que aderiram à greve? Por questões pontuais ou sentiu um clima geral de rejeição a este Governo?

  6. os números quase que coincidiam.

  7. Bolota says:

    Nem sequer vou opinar da bondade dos números, mas uma coisa é certa, o governo devia ter vergonha dos números que defende.
    Faze-lo é desrespeitar um direito fundamental…o direito á greve

  8. Basicamente eu e os meus colegas estamos fartos de 10 anos sem aumentos que se vejam e até perda de poder de compra; objectivos, avaliações e quotas idiotas e injustas (SIADAP); estagnação das carreiras; degradação das condições de trabalho.

    Nada disto é pontual.

  9. Helder says:

    Renato,
    a função de um governo é mentir aos cidadãos?
    Acho que ainda não chegámos á “a ultima fome”
    fdss

  10. Ó Renato, ou alguém te roubou a palavra-passe para postar aqui ou, finalmente, concordo contigo numa coisa. :)

  11. Renato Teixeira says:

    deste e dos anteriores, portanto… não é assim Pedro que procura Inês?

  12. Aristes says:

    Eu acho que ambos os números estão, mais ou menos, certos.
    Os do Sindicato falam dos trabalhadores que fizeram greve no mundo real.
    Os do Governo são os do País Virtual para onde Sócrates e respectivo séquito emigraram já faz tempo.

  13. Renato Teixeira says:

    Tem cuidado Diogo… qualquer dia ainda dás por ti a dar vivas à Intifada…

    Aristes o problema é mesmo que o Governo vive no país virtual mas quem se lixa vive no real…

  14. Bate 3 vezes na madeira…

  15. Renato Teixeira says:

    Bati quatro Diogo… a intifada não precisa de um conciliador. ;)

  16. lingrinhas says:

    ó helder então o atestado ou o dia de ferias não resolve isso?

  17. lingrinhas says:

    mas ó renato teixeira basta a moçãozita de sensura e não dá prejuizo CAGUFA

  18. Renato Teixeira says:

    lingrinhas… censura é censura, sensura não sei o que seja…

  19. lingrinhas says:

    Pois é desculpa o erro mas responde e diz que não tenho razão. CAGUFA

  20. Paulo Ribeiro says:

    O blogue 5 dias não devia permitir o uso de comentários em coisas tão importantes, como os posts deste posteiro, a adolescentes e atrasados mentais. Não devia. Vejamos o caso do Helder. O Helder até põe reformados a trabalhar em dia de greve. Ó Helder, já chegámos à antiga URSS ou quê?

  21. Renato Teixeira says:

    Lingrinhas… Cagufa do quê? Não percebe que isso ainda não ficou claro? Que a correcção ortográfica era um pretexto para sublinhar a sua falta de sentido? Quer ser mais claro ou vai continuar a derrapar?

  22. Corvo Verde says:

    hmmm… essa das greves já não chegarem…hmmm
    quem é que quer chegar-se à frente para a verdadeira mobilização po pessoal?
    olhem que não é facil com 5 dias por semana a despejar a inevitabilidade das coisas e 7 dias por semana com as despesas do consumismo a apertarem as carteiras dos salários reais da gente comum…
    A juntar a isso, o litismo de uma parte da esquerda, o rotineirismo da segunda parte (mais idosa) da dita… mais uns pós de tipos que andam à procura da super-cola3 que junto o Jerónimo Fazenda, com o Francisco de Sousa, o Luis Casanova ao José Louça, a Ilda Portas com o Miguel Figueiredo etc e tal e deixarem o “Zé Ferrugem” a dar vivas aos ilustres doutores camardas das elites esclarecidas da nossa nova esuqerda…
    Ok, pronto.
    Preceberam o ponto…?
    Não à greve que resista a esta “pobreza francisca” esclarecida…

    PS o 5 dias por semana nãda tem a haver com o 5DIAS. Ou terá?

  23. Renato Teixeira says:

    A questão Corvo Verde não é se as greves chegam, sobram ou faltam, a questão é sobre que greve precisamos. Creio que no sindicalismo como na cama e na mesa, mais vale uma greve inesquecivel do que vários arrependimentos…

  24. lingrinhas says:

    Renato teixeira#antes que seja vencido pela força centrifuga lá vai «cagufa»porque levavam porrada e ficavam sem argumentos e depois lá tinham que recomeçar novamente os solesticios

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