Muito bem. MMG lançou factos atrás de factos que indiciam troca de influências, corrupção e responsabilidades no fim do Jornal Nacional. Os deputados do PS estavam “raivosos” e a Inês Medeiros ria, ria, aliás só sabe rir.
MMG esteve muito bem.
Denunciou a “agenda” política do novo director de informação da TVI. Na mouche.
A Înês de Medeiros teve professores. Todos lhe reconhecem muito fracas competências “intelectuais”. em tempos idos, não-eduquêses, utilizavam-se expressões mais fortes do tipo “burro que nem uma porta”. Chega a deputada.
Assim vai a “plítica”!
O estilo de fazer jornalismo da mmg é peculiar. É o dela. Goste-se ou não.
Apreciei muito o trabalho de investigação jornalístico que promoveu na TVI e pelo qual deu a cara. A 6ª Feira era uma lufada de “ar fresco” neste país monocórdico, cinzento, bafiento, triste e desgraçado. Fazia-me sentir que havia mais país para além da central de propaganda dum regime a converter-se a um totalitarismo.
Nestes últimos tempos revelou-se muito corajosa e digna na defesa do bem precioso, “Liberdade”.
os comentários do ah partem do preincipio que o que la mmg diz é verdade tudo bem
quanto aos comentários sobre a inês medeiros reevelam que tembem o ah não teve professores de boa educação
que coment´rio imparcial devemos estar a ver algo diferente…….
o rei de espanha? e o papa ?
paulo, está a ver a grande vantagem da liberdade é mesmo essa. como os deputados do ps não conseguiram impedir mmg de falar temos leituras diferentes.
Muito bem. MMG lançou factos atrás de factos que indiciam troca de influências, corrupção e responsabilidades no fim do Jornal Nacional. Os deputados do PS estavam “raivosos” e a Inês Medeiros ria, ria, aliás só sabe rir.
MMG esteve muito bem.
Denunciou a “agenda” política do novo director de informação da TVI. Na mouche.
A Înês de Medeiros teve professores. Todos lhe reconhecem muito fracas competências “intelectuais”. em tempos idos, não-eduquêses, utilizavam-se expressões mais fortes do tipo “burro que nem uma porta”. Chega a deputada.
Assim vai a “plítica”!
O estilo de fazer jornalismo da mmg é peculiar. É o dela. Goste-se ou não.
Apreciei muito o trabalho de investigação jornalístico que promoveu na TVI e pelo qual deu a cara. A 6ª Feira era uma lufada de “ar fresco” neste país monocórdico, cinzento, bafiento, triste e desgraçado. Fazia-me sentir que havia mais país para além da central de propaganda dum regime a converter-se a um totalitarismo.
Nestes últimos tempos revelou-se muito corajosa e digna na defesa do bem precioso, “Liberdade”.
Os meus parabens a mmg.
Placa a pôr na cadeira onde MMG se sentou na comissão de Ética
“Aqui depôs
MMG
‘Foram cravos, foram prosas’, cantou
Mas cravos e rosas calaram-na.”
os comentários do ah partem do preincipio que o que la mmg diz é verdade tudo bem
quanto aos comentários sobre a inês medeiros reevelam que tembem o ah não teve professores de boa educação