ainda que seja anti-militarista…

… acho que é tempo de terminar com uma das mais discriminatórias legislações sobre serviço militar que ainda pontua pelo mundo: a política “don’t ask, don’t tell“. ainda que Obama esteja decidido a alterar esta legislação teremos que esperar quanto mais tempo? já agora em Portugal nao existe formalmente nenhuma legislação que impeça lésbicas e gays de serem militares mas a prática social é bem diferente!

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14 Responses to ainda que seja anti-militarista…

  1. Salah al Din says:

    Mas que atrevidotas estas terroristas ! Estarão a perscutar o horizonte para ver se estão sós na imensidão do deserto para depois passarem a vias de facto?

    A resistência tem uns supositórios Katyuscha que fazem maravilhas nestes apertos…

    Estas doidas pôr-se a dar gritinhos “Queremos festa, já, e com BBQ. Estamos prontas, fogo à peça !”

  2. Luis Rainha says:

    Essencialmente, acho que não tenho muito a ver com o assunto. E enquanto aquilo for voluntário, só se sujeita ao disparate quem quer.

  3. Olá. Peço desculpa pela intromissão, mas é apenas para anunciar que o blogue 2+2=5 regressou após cerca de 1 ano de hibernação.

    Obrigado e cumprimentos

  4. Abilio Rosa says:

    O Exército Vermelho derrotou os nazis e não foi com pandeleirices!

    Acho eu!

  5. xatoo says:

    no caldeirão mercenário cabem todas as tendências; de resto este não assunto esgota-se em si mesmo; a palavra chave é “Mercenário”cuja definição poderia ser “aquele que dá o cu e oito tostões para ganhar uma pipa por conta da destruição da vida dos outros. Regredimos aos tempos de má memória da guerra colonial em que qualquer sargento lateiro numa comissão de serviço a “cortar os tomates aos turras” ganhava para uma moradia lá na santa terrinha

  6. Pingback: 03/03/2010 | Escaparate | Tráfico de Influências | blog.fractura.net

  7. Diogo says:

    Aqui censuraram-me o seguinte comentário que fiz há bocado:

    «O mundo seria infinitamente mais agradável se fosse proibido o acesso ao serviço militar a gays, lésbicas, bissexuais e heterossexuais.

    Deixaria de haver invasões (e genocídios) para encontrar «armas de destruição maciça», ou para combater rebeldes (leia-se provocar holocaustos, por exemplo o palestiniano).

    Deixariam de haver mega-lucros para empresas de armamento, para petrolíferas e quejandas.»

    Esta censura é demasiado estúpida. Este blog não deve ser chamado «Cinco Dias», mas antes «Cinco Noites».

    Risco-vos da minha lista de links.

  8. LGF Lizard says:

    Os fundamentalistas islâmicos devem-se arrepiar ao ver estas imagens. Ser derrotado por infiéis é mau. Se for por judeus ainda é pior. Mas ser derrotado por gays e lésbicas é o fim da macacada.
    O orgulho islamofascista deve andar um bocado por baixo. Nem ganham a gays, quanto mais a homens…

  9. nerd says:

    Não entendo o post.Será que deve ser lido assim:’os paneleiros e as fufas devem ter o direito a irem para a santa guerra para derrotar os terroristas dos iraquianos que ameaçavam o solo pátrio da grande democracia(embora só estejam alternadamente os 2 partidos,o do dinheiro e o ,do pilim)’.Mas,dixe-me dar a minha opinião:querop é q eles se fodam todos e cada vez q um mercenário é morto,o meu coração rejubila de alegria e tou-mer cagando se é Politiccamente correto ou não.Aliás,os jagunços não me dão lições de moral.

    Adenda cultural:Paneleiro é uma palavra erudita e não grosseira,pq isso de gays é merda e aculturação rasca,tal e qual como o pc. Paneleiro vem de Pan,o deus dos gregos….

  10. Salah al Din says:

    Então as manas comem-se ou não ? Assim, nem a gente almoça…

  11. LGF Lizard says:

    Comem-se. Depois de mandarem o Ahmed e o Faisal (terroristas fundamentalistas islâmicos) a um encontro antecipado com Alá e as 72 virgens (ou os 72 virgens, os islâmicos são omissos nesse ponto, vá-se lá saber o porquê…).
    Enquanto isso, nas montanhas do Afeganistão, a malta islâmica lá vai violando uma cabra ou outra… à falta de mulher e na impossibilidade de relações homossexuais, é o que se arranja.
    Embora o que não falte entre a malta árabe sejam rabichices. A coisa tem é de ser feita muito sorrateiramente, porque uns certos idiotas meteram na cabeça que tal era pecado mortal.
    É o que dá quando alguém acha que tem de meter o bedelho na cama do próximo e no que o próximo lá faz consensualmente com outro adulto, seja do mesmo sexo ou não.

  12. Salah al Din says:

    Pronto, pronto, não se amofine mana LGF Lagartixa.

    Assim até dá impressão que tudo isso são ciúmes pelo facto de a Mana Cruzada (da foto) não lhe ter aconchegado as nalgas a si…

    Credo ! Maigode !

  13. Salah al Din says:

    Mas sobre o fundo da questão, acho que é uma manifestação idiota, porque fomenta a guetização daos pinks, que deviam reivindicar o direito à indiferença (don’t ask, don’t tell) e não à diferença.

  14. fernando rosa says:

    obviamente que o direito á indiferença é preferível, mas no sentido em que a indiferença representa a irrelevância para o serviço militar (ou qualquer outro trabalho) do sem fim de diferenças identitárias que revestem todas as pessoas, neste caso militares dos EUA.
    acontece que no reinado de Obama, uma destas pessoas que Salah al Din diz que se deveriam contentar com o direito à indiferença, se por acaso demostrarem em público uma relação não heterossexual (um gesto afectivo que seja), sentam-se no banco dos réus de um tribunal e julgados por não dignificar o uniforme, sendo expulsos das forças armadas, sem qualquer regalia ou direito adquirido pelo tempo que lá trabalharam.
    a meu ver, o problema não é se somos militaristas ou não, ou se concordamos ou não com o destino que é dado às forças armadas enquanto forças ao serviço do governo de um estado-nação, mas sim com a dignidade que deve ser devida por esse mesmo estado a todos aqueles que nele exercem o seu trabalho, e também para aqueles que o defendem com tantas restrições ideológicas e hierárquicas que a instituição militar obriga.

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