Fico sem perceber se a moça da capa morreu há umas horas ou se está simplesmente de pantanas, depois de ter seguido todas as recomendações da revista. Esta abrange temas variados, como a escolha de amantes ou de vibradores.
As capas estranhas parecem fazer parte da orientação editorial da Happy; mas há algo no ar esquálido e órfão da criatura que me parece bastante mais perturbador do que o machismo desbragado dos reclamos das mines. E eu a pensar que o heroin chic já tinha passado de moda há tempos.





Imagem perfeita do decadentismo do putedo feminista ocidental. Só o Islão preserva a dignidade da mulher e os valores familiares.
Que nojo…
A (Un)Happy tem sempre capas com meninas magras, doentes e infelizes. Mas isso perturba-me apenas na mesma medida que me perturbam os temas de cada número: infidelidade! swing! divórcio! aborto! plásticas! bacanais! Não sou reaccionário, mas o elogio do mais gratuito deboche apenas para vender revistas a adolescentes é ofensivo.
Não quero parecer mais arguto que o vizinho, e menos ainda que o autor do post, mas o caso parece-me de uma gritante evidência: verbera-se com a imagem a prática do onanismo por anoréticas.
Pode ser uma ameaça,
do género:
se não compras a revista,se não metes umas tetas de silicone para meter os palitos á tua alma gémea com um vibrador, ficas assim.
Quem não compraria ?
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Esloveno… ainda se fosse possível deboche! Com este plasma de pessoa só mesmo uma relação médica. Não dá para mais.
Nem relação médica. Meia dúzia de açoites, um banho à mangueirada e um hijab enfiado pelas orelhas abaixo desta badalhoca decadente.
Aplique-se o Corão.