O António Machado não alinha na tese do caos urbanístico.
Eu mantenho que a tragédia podia ter sido bem menor (não confundir com evitável!) se o território tivesse sido planeado e projectado a pensar no interesse colectivo.
Nem a propósito, veja-se o que escreveu o Luís Vilhena, arquitecto/urbanista/autarca da Madeira, sobre o Plano de Urbanização da Ribeira de S. João.
Contudo independentemente das teses que se possam desenvolver sobre as causas da tragédia, e ao contrário do que diz o primeiro ministro, é o momento certo para perceber o que estava mal no desenho do território e corrigi-lo.




Não acho que estejámos em grande desacordo.
Se a tragédia podia, ou não, ter sido bem menor, não sei se poderemos realmente chegar a saber.
O território é mal (ou nada) planeado e quanto ao “interesse colectivo” nem é bom falar…
Não me revejo nas declarações (precipitadas e superficiais…) dos tais ecologistas sempre tão lampeiros a culpar o “desordenamento”…
As vezes penso que estas pessoas só seriam felizes a habitar a letra da Flowers (nothing but flowers) dos Talkingheads…
estejamos
Alberto já disse que quer outro túnel. Diz o civilizado senhor diz que não quer andar à “porrada” com a natureza. o homem só pensa em buracos. – Será um caso Freudiano?
A. Laurens, e disse mais.
Disse que se fosse preciso “os madeirenses” venceriam a Natureza.