Isto tinha de ser escrito por aquela JUGULENTA (Palmira qualquer coisa, não sei quê) que admira e justifica golpes militares na América Latina:
«Estive de manhã a pesquisar notícias sobre a tragédia na Madeira e, estranhamente, não há uma palavra nem uma fotografia sobre o tema no jornal propriedade do Governo Regional da Madeira, que nele injecta anualmente cerca de quatro milhões de euros, o único que recebe subsídios, além de quase toda a publicidade institucional.
No jornal que já foi propriedade da Igreja, é o único diário estatal em Portugal e serve de instrumento de propaganda a Jardim – e que, por a lei impedir que seja gratuito, se vende ao preço simbólico de dez cêntimos …….»
Etc., etc………
Isto é fazer “política” em cima de mortos. Sem link. Nunca se linka a trampa.
(Adenda: Há aqui um comentário a classificar o texto do meu colega Tiago, “Madeira”, de também fazer política a partir da tragédia. Estupidez total. Tive a oprtunidade de responder ao comentário idiota: “Sr. X, militante e apoiante da seita, suponho eu.
O seu comentário é um despropósito total.
O texto do meu colega chama a atenção para a ocupação do território, problemas de urbanismo e de geografia dos solos, etc.
É um tema premente, urgente.
O texto da tal Palmira quer ocupar-se da tragédia, e acabou por falar de tudo menos disso.
Aprenda a ler.”)




Caro Vidal, não precisamos de ler o Jugular para verificarmos que há muita gente a “fazer política em cima de mortos”: basta ler o que está escrito mais em baixo, neste blogue, por um tal de Tiago.
“Os “desenhadores” do território, de Sócrates a Jardim, passam a vida preocupados em obter a mais-valia financeira com o nosso solo.”
Miguel Carreira, militante e apoiante da seita, suponho eu.
O seu comentário é um despropósito total.
O texto do meu colega chama a atenção para a ocupação do território, problemas de urbanismo e de geografia dos solos, etc.
É um tema premente, urgente.
O texto da tal Palmira quer ocupar-se da tragédia, e acabou por falar de tudo menos disso.
Aprenda a ler.
Para o Sr. Miguel não se pode falar da tragédia. Qualquer referência a ela por um político é “fazer política em cima de mortos”.
A que nível de absurdo é ainda possível descer?
Portanto, recapitulemos. Mortos. Uma tragédia de dimensões excêntricas e a Palmira vem falar de propaganda, milhões e Igreja. Está bem visto. Não conheço a referida menina ou senhora, mas a avaliar pelo que tenho lido imagino-a rotunda, desocupada, com buço e óculos tipo fundo de garrafa, daquelas que pelas circunstâncias da vida apenas conseguem, a custo, dedilhar uma tecla de cada vez, não sem encherem o teclado de gordura. A vida da Palmira não é a de uma sectária desprovida de sentido crítico. É a de uma infeliz mulher que não tem vida social.
Nuno Resende,
Imagina mal, muito mal: não é rotunda, nem tem buço, nem está desocupada; às vezes escreve enormidades, mas às vezes as pessoas feias escrevem coisas certas e as pessoas bonitas escrevem coisas erradas.
O post do Tiago faz politica sobre mortos e faz muito bem, sublinhando o que de mais importante há a reter desta catástrofe para alem das declarações inóquas e piedosas do momento. Ele há gente a quem se aponta o Sol e preferem olhar para o dedo.
Supõe mal, caro Vidal. Sou apoiante do moribundo Sporting e pouco mais. Mas mesmo que fosse apoiante da “seita” (Jugular? Socialista? Jardinista?) não deixaria de ter razão: o seu colega de blogue faz o mesmo que a Palmira: política em cima de mortos. Concedo, porém, que o post da Palmira é bem mais ultrajante que o do Tiago, se é que podemos interpretar as coisas dessa forma.
Xôr Miguel: claro que se pode falar da tragédia. O xôr é burro, paranóico ou simplesmente analfabeto? Eu apenas constatei, no seguimento do post de Carlos Vidal, que “não precisamos de ler o Jugular para verificarmos que há muita gente a “fazer política em cima de mortos”. A sua inferência ígnara a partir daquilo que escrevi demonstra cabalmente que o xôr se enquadra numa das categorias que referi.
Caro Vidal, só agora li a adenda ao seu post, onde me qualifica de militante e apoiante da seita (sic): como lhe respondi anteriormente, isso é falso. Não sou apoiante da Palmira (au contraire: o moralismo ateu repugna-me, como aliás todo o moralismo), nem dos socialistas e muito menos de Alberto João. O problema do urbanismo é de facto “premente e urgente” (o uso da sinonímia é um tanto redundante, caríssimo). Mas o Tiago não resistiu e teve que “enfiar” o Sócrates no meio do arrazoado: isso, para mim, também é “fazer política em cima de mortos”. Quanto ao “aprenda a ler”: fá-lo-ei com gosto quando o caro Vidal aprender a escrever. Ou até a pensar.
“Concedo, porém, que o post da Palmira é bem mais ultrajante que o do Tiago”
Caro homónimo, parabéns. Ainda não chega, mas já é um esforço digno de registo. Vá lá, continue a usar essa coisa que tem entre as orelhas e chega lá.
simplesmente abjecto, próprio da geração NI NI ou do ” Exorcista “. Na próxima sexta e no sábado postarei em conformidade.
Ainda por cima, a asserção que ela faz é absurda: parece-me óbvio que se o departamento informático do jornal foi por água abaixo e o site continua online, é porque os servidores devem estar sediados alhures.
Caríssimos,
Discordo, em absoluto!! O que diz o Tiago Saraiva é incomparavelmente mais grave (gravíssimo e desmesuradamente soberbo, agravado pelo dissimulado disfarçe da evidencia) do que aquilo que diz a Palmira. A Palmira pulula e escarnece da rolha e de outras coisas tais de que não gosta ou não percebe (e consequentemente não gosta, creio eu, não sei!! De todo o modo aceita o mundo como ele é, para ela, claro está!! Com mortos e sem mortos). Sinceramente não diz nada de mais…quase nada diz!!
O Tiago Saraiva diz uma coisa muito perigosa (uma tolice quase blasfémia – O abominável mundo novo).
Diz que podemos evitar tais tragédias, que podemos dominar a natureza, enganá-la de algum modo… O triunfo da inteligencia e do desenho meritório sobre a barbárie (do Homem e de Deus) à solta.
Diz que o desenho das vítimas não é aleatório nem corresponde à ira divina…é coisa verdadeiramente espectável e evitável, sendo, consequentemente, absolutamente inútil o sacrifício a que nos oferecemos aquando dos nossos desenhos deficientes.
Estúpidos, pobres, falhados dos miolos e outros fracassados com escassos recursos que apenas servem a especulação imobiliária (na melhor das hipóteses, creio eu), estais condenados ao sacrifício. Fazei-o, sem condescendencia, em memória do melhor desenho.
Que dizer dos desgraçados do Bangladesh, das gentes do Amazonas, de Luzon, das margens do Zambeze, dos bairros de Nápoles…