Samuel, do Cantigueiro, em excelente forma:
« O calhordas que nos tocou como primeiro-ministro, talvez para tentar sacudir as vagas de lixo que faz cair sobre si próprio diariamente, tentando recorrer a uma triste imitação de humor, afirmou perante apoiantes e alguns cúmplices:
Não posso estar mais de acordo com José Sócrates. Independentemente das causas que levaram à sua ascensão e chegada a líder, esse desastre foi efectivamente um enorme azar. Enorme azar para Portugal, enorme azar para o Partido Socialista… e até para o próprio Sócrates, que sem esta visibilidade, bem poderia ter feito toda a sua vidinha passando por ser uma pessoa minimamente capaz. Azar! »






Também é verdade que se olharmos para as outras personagens do partido socialista, o retrato não é menos calhordas. Cada um mais corrupto e aldrabão que o outro.
Portugal está refém desta figura sinistra.
O Partido Socialista simplesmente desaparecerá quando este gajo der aos frosques.
O Presidente continua a comer bolo-rei.
Mas o Grão-Mestre da Coisa, o Almeida Santos, já deu o vaticínio: isto não vai dar em nada.
Portugal está refém deste grupo socretino e na mão dos credores internacionais.
Mais miséria para os trabalhadores.
2010 vai ser um ano de luta, determinação e resistência.
De facto, Diogo, há algo naquele partido que nos conduz à velha expressão “a meta da decadência mental” (proferida por um tipo até pouco recomendável politicamente, mas aqui completamente certeiro).
Gosto do “registo” do Samuel.