As “rupturas” de Rangel explicadas às criancinhas

«É o sector onde temos mais de mudar as políticas, embora com alguma prudência». Isto define o perfil pífio de mais um político assim-assim, incapaz de criar nada além de lugares-comuns já mil vezes mastigados e vomitados. A entrevista de Rangel revela mais uma nulidade engravatada, outro PSDzito pronto a deixar o país escorregar mais um pouco rumo ao abismo da falta de ideias e de… rupturas. Duvidam? Fiquem então com mais umas sentenças sobre a Educação: «Penso que a escola deve ser visto como um valor colectivo, é um centro de transmissão do saber, de transmissão geracional do saber. O que é fundamental na escola é exigência e rigor no ensino». QED.

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3 Responses to As “rupturas” de Rangel explicadas às criancinhas

  1. Justiniano says:

    Rainha!
    Esteve o Rangel, que é homem de inegável mérito, a falar para o boneco a levar com invectivas desonrosas, reveladoras de toda a falencia do nosso sistema de ensino, como “Isso é quase uma posição socialista…” (Note que Rangel não pediu um minuto de silêncio para se recompor da tolice, aguentou-se sem bolsar…meritório, sem dúvida), e apesar de tudo, que não é pouco, ainda leva o homem com Vcmcê a abocanhar-lhe o sapato por causa da semantica dos lugares-comuns!!

  2. p. s. d. da boa fé says:

    ‘Nulidade engravatada’ – bonita metáfora da vida política contemporânea (… mas não da vida da pólis), que poderíamos emparelhar com tantas outras como: ‘insignificância aromatizada’, ‘vazio carismático’,'repugnância aprazível’, ‘encantadora demência’, ‘fezes perfumadas’…
    Ah, como é bela a política!

  3. Natália Santos says:

    Estes lugares-comuns são habituais, quer em politicos de esquerda quer de direita.Como ninguém tem, ou sequer comunga, de um projecto colectivo, as soluções, e mesmo assim meio caladas, são a privatização do ensino se é de direita, a escola pública, se é de esquerda. Para além disto é o deserto. Mas não são só os políticos. Os professores também não sabem o que fazer, os pais também não.
    Vá lá que uma coisa boa deste tempo é reconhecermos que andamos ( todos) à nora.

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