Indiferentes à essência?

Há uns anos, a Ilga reivindicava o direito à indiferença: a possibilidade de se andar na rua sem dedos apontados nem bocas idiotas. Tudo bem. Agora, parece querer convencer as criancinhas de que é tudo indiferente, em termos de identidade sexual: ser-se lésbica, hetero, bissexual… nada fará diferença alguma. Isto equivale a trancafiar a diversidade num novo tipo de armário: o da irrelevância. Por mim, responderia “sim”: a vida da minha mãe teria sido bem diferente e a minha, por arrasto, também. E claro está que há quem ofereça respostas mais radicais…

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