isso, a relação directa e funcional entre o contexto e a distribuição de narrações-imagens e os interesses do capital, já a grande martha rosler havia recuperado o enfoque ao examinar as instituições contemporâneas do mundo da arte que governam, a produção , a critica e a circulação do “próduto”.
este tipo define-se como «opinador» e assim julga que sabe alguma coisa de alguma coisa. Em tempos de Platão nem para sofista dava. Mas é parecido: os sofistas opinavam, se preciso fosse duas opiniões opostas perante o mesmo problema (Protágoras por ex., o que para Daniel é um nome de ansiolítico): e depois, como agora, dar apenas «opiniões» rendia $$. Foram o primeiro bando de “filósofos” pagos, mediacratas profissionais. Precursores, em suma.
Carlos,
Eu gosto muito do Daniel, mas ter um retrato dele a abrir o blogue é estranho, mesmo para os teus critérios artísticos. É uma instalação?
Nem me parece uma foto.
(É que lembrei-me de uma “história cultural” lisboeta antiga.)
isso, a relação directa e funcional entre o contexto e a distribuição de narrações-imagens e os interesses do capital, já a grande martha rosler havia recuperado o enfoque ao examinar as instituições contemporâneas do mundo da arte que governam, a produção , a critica e a circulação do “próduto”.
este tipo define-se como «opinador» e assim julga que sabe alguma coisa de alguma coisa. Em tempos de Platão nem para sofista dava. Mas é parecido: os sofistas opinavam, se preciso fosse duas opiniões opostas perante o mesmo problema (Protágoras por ex., o que para Daniel é um nome de ansiolítico): e depois, como agora, dar apenas «opiniões» rendia $$. Foram o primeiro bando de “filósofos” pagos, mediacratas profissionais. Precursores, em suma.
fritos em manteiga e com capilé para o assassínio de personalidade poder ser “máior”.