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	<title>Comentários em: Liberdade, liberdade, liberdade, do trabalho contra o capital</title>
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		<title>Por: Arrastão: A liberdade e outras histórias</title>
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		<dc:creator>Arrastão: A liberdade e outras histórias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 23:06:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] e folgo em saber que a liberdade interna também existe naquele blogue, depois de ler os textos do Zé Neves (excelente, por sinal) e do Ricardo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] e folgo em saber que a liberdade interna também existe naquele blogue, depois de ler os textos do Zé Neves (excelente, por sinal) e do Ricardo [...]</p>
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		<title>Por: Renato Teixeira</title>
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		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 22:35:31 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Enfim, o mais importante será isto: não discutiremos a liberdade sem discutir o problema da igualdade, porque expressão não é apenas coisa de palavra, faz-se com o corpo (a própria palavra, diz-se, faz-se muitas vezes com a língua) e o corpo é aquilo que, entre muitas outras coisas, vive sob trabalho e o trabalho assalariado que temos é a negação da liberdade de expressão.&quot; É isso mesmo! É isso mesmo que a maior parte da esquerda vai deixar de dizer em frente ao parlamento por mero calculo politico e por sectarismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Enfim, o mais importante será isto: não discutiremos a liberdade sem discutir o problema da igualdade, porque expressão não é apenas coisa de palavra, faz-se com o corpo (a própria palavra, diz-se, faz-se muitas vezes com a língua) e o corpo é aquilo que, entre muitas outras coisas, vive sob trabalho e o trabalho assalariado que temos é a negação da liberdade de expressão.&#8221; É isso mesmo! É isso mesmo que a maior parte da esquerda vai deixar de dizer em frente ao parlamento por mero calculo politico e por sectarismo.</p>
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		<title>Por: José Castro Caldas</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117712</link>
		<dc:creator>José Castro Caldas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:26:20 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpem: &quot;mais descansado&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem: &#8220;mais descansado&#8221;</p>
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		<title>Por: José Castro Caldas</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117710</link>
		<dc:creator>José Castro Caldas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:22:28 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Zé Neves,

Obrigado. Fico um bocado mais decançado. É que a ler aquele manifesto um tipo arrepia-se mesmo, e não é pouco.
Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé Neves,</p>
<p>Obrigado. Fico um bocado mais decançado. É que a ler aquele manifesto um tipo arrepia-se mesmo, e não é pouco.<br />
Um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Aristes</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117709</link>
		<dc:creator>Aristes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:15:57 +0000</pubDate>
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		<description>Liberdade com Todos, num Tea Party próximo de si.
O Burnay e o Vidal estão assegurados, a Palin não garantimos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Liberdade com Todos, num Tea Party próximo de si.<br />
O Burnay e o Vidal estão assegurados, a Palin não garantimos.</p>
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		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117705</link>
		<dc:creator>Zé</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:03:16 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;a sua prosa, que tenta justificar a todo o post a presença neste blogue (onde está claramente desenquadrado), chega a ser fascinante&quot;.

Era isto que ia escrever em comentário ao post, até que vi a parte sectária do texto em que aborda a campanha do aborto.
A campanha do aborto foi uma vitória da modernidade, da esquerda progressista contra o conservadorismo católico bacoco deste país. Quem defendeu que a campanha pelo SIM deveria aproveitar os tempos de antena para malhar em ataques ao serviço nacional de saúde, assim como aqueles que lamentam não ter havido &quot; um discurso feminista importante e suficientemente crítico do actual estado das coisas&quot; estavam todos completamente errados. Se esse tivesse sido o caminho do SIM ainda hoje as mulheres estavam a ser julgadas e humilhadas. Quem estava comprometido com a mudança do &quot;actual estado das coisas&quot; não arriscou a liberdade da mulher num discurso feminista mais &quot;avançado&quot; que apenas podia conduzir à derrota – e esse sim, foi o discurso e a prática feminista mais “avançada” que se podia ter tido.

E o país medieval que perseguia as mulheres, acabou por aprovar o casamento de pessoas do mesmo sexo passados cinco anos – ainda resultante da mudança cultural que a campanha do SIM imprimiu na sociedade portuguesa.

Outro caso completamente diferente é o desta ridícula manifestação que mais parece ter sido encomendada pela direcção laranja aos seus blogues satélites. Não vale a pena dar voltas ao texto Zé Neves: a maior parte daqueles que escrevem neste blogue, que não fazem outra coisa que não descobrir traços reformistas em toda a gente que é de esquerda (de facto, toda a energia neste blogue é canalizada a tentar “desmascarar” todos os que estão no mesmo campo político deste blogue), acabam com este apoio de mergulhar na absoluta incoerência e o Zé Neves, que é quem melhor pensa aqui, sente-se ligeiramente desconfortável. E tem razão.

Mas mais uma vez a retórica salvou-lhe o dia. É bem…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a sua prosa, que tenta justificar a todo o post a presença neste blogue (onde está claramente desenquadrado), chega a ser fascinante&#8221;.</p>
<p>Era isto que ia escrever em comentário ao post, até que vi a parte sectária do texto em que aborda a campanha do aborto.<br />
A campanha do aborto foi uma vitória da modernidade, da esquerda progressista contra o conservadorismo católico bacoco deste país. Quem defendeu que a campanha pelo SIM deveria aproveitar os tempos de antena para malhar em ataques ao serviço nacional de saúde, assim como aqueles que lamentam não ter havido &#8221; um discurso feminista importante e suficientemente crítico do actual estado das coisas&#8221; estavam todos completamente errados. Se esse tivesse sido o caminho do SIM ainda hoje as mulheres estavam a ser julgadas e humilhadas. Quem estava comprometido com a mudança do &#8220;actual estado das coisas&#8221; não arriscou a liberdade da mulher num discurso feminista mais &#8220;avançado&#8221; que apenas podia conduzir à derrota – e esse sim, foi o discurso e a prática feminista mais “avançada” que se podia ter tido.</p>
<p>E o país medieval que perseguia as mulheres, acabou por aprovar o casamento de pessoas do mesmo sexo passados cinco anos – ainda resultante da mudança cultural que a campanha do SIM imprimiu na sociedade portuguesa.</p>
<p>Outro caso completamente diferente é o desta ridícula manifestação que mais parece ter sido encomendada pela direcção laranja aos seus blogues satélites. Não vale a pena dar voltas ao texto Zé Neves: a maior parte daqueles que escrevem neste blogue, que não fazem outra coisa que não descobrir traços reformistas em toda a gente que é de esquerda (de facto, toda a energia neste blogue é canalizada a tentar “desmascarar” todos os que estão no mesmo campo político deste blogue), acabam com este apoio de mergulhar na absoluta incoerência e o Zé Neves, que é quem melhor pensa aqui, sente-se ligeiramente desconfortável. E tem razão.</p>
<p>Mas mais uma vez a retórica salvou-lhe o dia. É bem…</p>
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	<item>
		<title>Por: Niet</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117693</link>
		<dc:creator>Niet</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:49:33 +0000</pubDate>
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		<description>Bom post! Um conselho da minha banda: &quot; Para organizar uma força, não chega só unir os interesses, os sentimentos,o pensamento. É preciso unir as Vontades e os Caracteres. Os nossos inimigos organizam as suas forças com a potência do dinheiro e pela autoridade do Estado. Nós não podemos organizar as nossas senãopela convicção e a paixão!!! &quot;.( M. Bakounine). Niet</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom post! Um conselho da minha banda: &#8221; Para organizar uma força, não chega só unir os interesses, os sentimentos,o pensamento. É preciso unir as Vontades e os Caracteres. Os nossos inimigos organizam as suas forças com a potência do dinheiro e pela autoridade do Estado. Nós não podemos organizar as nossas senãopela convicção e a paixão!!! &#8220;.( M. Bakounine). Niet</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: anah</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117686</link>
		<dc:creator>anah</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 16:46:04 +0000</pubDate>
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		<description>Não concordo com este post. Sem Liberdade de Expressão não existe combate de ideias, nem de políticas. 

A menos que tenha optado pelo tal pensamento &quot;único&quot; das ditaduras comunistas (...) Eu abomino-o. A Vida é de todas as côres. Essa é a lição de todos os Livres-Pensadores, dos grandes Homens. 
Tudo o que me &quot;cheira&quot; a pensamento único, a não expressão livre do pensamento e de opinião, abomino.

Subscrevi a Petição e Apelo à Rua. De Todos. Os Democratas.

Sou professora. Filha e neta de lutadores pela instauração de um regime democrático em Portugal. Em termos políticos e sociais sempre me pautei pela defesa de ideais ditos do espectro político da esquerda. 
Encetei, desde 2005, uma luta solitária e colectiva, de denúncia de um fascista e do seu gang. 
Primeiro: o combate é pela Democracia. 
Segundo: dentro da pluridade de opiniões dos cidadãos discutem-se, debatem-se, combatem-se ideias, fórmulas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo com este post. Sem Liberdade de Expressão não existe combate de ideias, nem de políticas. </p>
<p>A menos que tenha optado pelo tal pensamento &#8220;único&#8221; das ditaduras comunistas (&#8230;) Eu abomino-o. A Vida é de todas as côres. Essa é a lição de todos os Livres-Pensadores, dos grandes Homens.<br />
Tudo o que me &#8220;cheira&#8221; a pensamento único, a não expressão livre do pensamento e de opinião, abomino.</p>
<p>Subscrevi a Petição e Apelo à Rua. De Todos. Os Democratas.</p>
<p>Sou professora. Filha e neta de lutadores pela instauração de um regime democrático em Portugal. Em termos políticos e sociais sempre me pautei pela defesa de ideais ditos do espectro político da esquerda.<br />
Encetei, desde 2005, uma luta solitária e colectiva, de denúncia de um fascista e do seu gang.<br />
Primeiro: o combate é pela Democracia.<br />
Segundo: dentro da pluridade de opiniões dos cidadãos discutem-se, debatem-se, combatem-se ideias, fórmulas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguelserraspereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117636</link>
		<dc:creator>miguelserraspereira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:58:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=31230#comment-117636</guid>
		<description>Caro Zé,
maré alta, sim, uma vez mais. Não vamos desistir de lutar contra o governo porque derrubá-lo também a direita quer, e nós não queremos &quot;convergir objectivamente&quot; com ela. Mas devemos lutar marcando a autonomia das nossas razões e da sua expressão ou manifestações. Numa plataforma até podemos não dizer tudo e limitarmo-nos às premissas comuns. Muito bem. Mas não creio que devamos subscrever coisas que contrariam aquilo que pensamos e queremos. Sob pena de nos manifestarmos contra aquilo que queremos, ao mesmo tempo que nos manifestamos contra o governo Sócrates - ou outro.
Abraço

miguel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé,<br />
maré alta, sim, uma vez mais. Não vamos desistir de lutar contra o governo porque derrubá-lo também a direita quer, e nós não queremos &#8220;convergir objectivamente&#8221; com ela. Mas devemos lutar marcando a autonomia das nossas razões e da sua expressão ou manifestações. Numa plataforma até podemos não dizer tudo e limitarmo-nos às premissas comuns. Muito bem. Mas não creio que devamos subscrever coisas que contrariam aquilo que pensamos e queremos. Sob pena de nos manifestarmos contra aquilo que queremos, ao mesmo tempo que nos manifestamos contra o governo Sócrates &#8211; ou outro.<br />
Abraço</p>
<p>miguel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/09/liberdade-liberdade-liberdade-do-trabalho-contra-o-capital/comment-page-1/#comment-117631</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:33:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=31230#comment-117631</guid>
		<description>Zé,
Sabemos bem quão recomendável o Cavaco é. Mas, a bem da verdade, menções com &quot;o Presidente da República, a Assembleia da República e o poder judicial também não podem continuar a fingir que nada se passa&quot; ou &quot;Apelamos, por tudo isto, aos órgãos de soberania para que cumpram os deveres constitucionais que lhes foram confiados&quot; não são propriamente apelos a um novo Berlusconi...
Que muitos dos signatários ficassem felizes da silva se o dito cujo demitisse agora o governo e &quot;tomasse conta&quot; do país, não me espanta. Mas também li coisas bizarras no programa do Bloco e não foi por isso que deixei de votar nele – anda por lá gente que também me assusta de morte. Hoje vejo o meu nome perto do do João Miranda e ouço coisas estranhas como um senhor da TSF a falar em algo que me soa a &quot;bloco 5Dias&quot;. Enfim, melhores dias virão. Mas não estou a ver razões para dormir melhor com o conforto da inacção; à falta de uma petição perfeita, subscrevi esta. E, estranhamente, ainda não me arrependi.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé,<br />
Sabemos bem quão recomendável o Cavaco é. Mas, a bem da verdade, menções com &#8220;o Presidente da República, a Assembleia da República e o poder judicial também não podem continuar a fingir que nada se passa&#8221; ou &#8220;Apelamos, por tudo isto, aos órgãos de soberania para que cumpram os deveres constitucionais que lhes foram confiados&#8221; não são propriamente apelos a um novo Berlusconi&#8230;<br />
Que muitos dos signatários ficassem felizes da silva se o dito cujo demitisse agora o governo e &#8220;tomasse conta&#8221; do país, não me espanta. Mas também li coisas bizarras no programa do Bloco e não foi por isso que deixei de votar nele – anda por lá gente que também me assusta de morte. Hoje vejo o meu nome perto do do João Miranda e ouço coisas estranhas como um senhor da TSF a falar em algo que me soa a &#8220;bloco 5Dias&#8221;. Enfim, melhores dias virão. Mas não estou a ver razões para dormir melhor com o conforto da inacção; à falta de uma petição perfeita, subscrevi esta. E, estranhamente, ainda não me arrependi.</p>
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