
Como há algumas coisas que nos vão fazendo falta, uns e outros dispõem-se a ser intransigentes. Lá estarei e subscrevo.
(notícia Público e ionline)

Como há algumas coisas que nos vão fazendo falta, uns e outros dispõem-se a ser intransigentes. Lá estarei e subscrevo.
(notícia Público e ionline)
Bonito!
Direita e esquerda a lutar pela (mesma) liberdade!
O Jardim deve estar radiante. Já começa a ter as “tropas” para dar corpo ao seu compromisso histórico.
PSD, CDS, PCP e Bloco juntos no governo. todos à molhada.
Razão tinha ele quando nos desejou bom carnaval…
parece que alguém fez o trabalho de casa e lembra que os que hoje se preocupam com a liberdade de expressão nem sempre estiveram assim tão preocupados com ela.
arrastao.org/sem-categoria/regista-se-com-agrado-a-evolucao-de-algumas-pessoas-na-defesa-da-liberdade-de-expressao/
a mim as companhias preocupam-me, não me esqueço do que de mim disseram na véspera. E este é terreno em que há espaço para campanhas autónomas.
Ah, pois é: nunca podemos concordar com o adversário, nem quando está em causa algo de tão basilar. E claro que se pode saltar daqui para um imaginário governo. Claro que sim.
Luís Rainha, a questão nem é concordar ou deixar de concordar com o adversário.
A questão é que há convergências que confudem águas, ainda para mais quando é com os que antes atentaram contra a liberdade de expressão – como Daniel Oliveira (com quem ultimamente estou quase sempre em desacordo) mostra.
Há, repito, espaço para outras convergências que não com os mais empedernidos cêdêésses.
Ou nós ou o Palhaço!
Caro Antónimo, por essa lógica deveria ter havido manifestações de professores de direita e manifestações de professores de esquerda. É isso?
Os professores de direira, de esquerda, co centro ou assim-assim tinham todos o mesmo objectivo:a alteração do estatuto e da carreira docente. Faz todo o sentido que se unissem em torno desta questão.
A manifestação da molhada mistura alhos com bugalhos.
A direita quando fala em liberdade, fala na liberdade de ter um código do trabalho contra os trabalhadores, na liberdade de provocar mais injustiça social, no agravamento das desigualdades sociais, na liberdade de restringir ao mínimo as vozes de esquerda na comunicação social etc , infelizmente acompanhada pelo PS em muitas destas questões.
Ver gente de esquerda metida neste cambalacho, convencida que está a lutar pela liberdade que precisamos enfim… Santa ingenuidade.
Antónimo,
Eles também por certo acham que muita coisa que escrevi colide com a noção deles de liberdade. Mas uns minutos de convergência e convívio civilizado, tendo em vista a gravidade da situação presente, talvez nos façam bem a todos.
A. Trigueiro tira-me as palavras da boca. Eu não consigo ser civilizado com os insurgentes. É com isso e com os homúnculos que acham que as mulheres devem andar enfaixadas para eu não as cobiçar quando depilam as pernas, ou lá o que é.
Ainda por cima vocês fazem a ligação para um artigo, assinado por um moço que foi director de uma revista em forma de circular e que edita em forma de assessoria partidária. Tá bem, tá.
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A nossa (?) luta não é a luta deles, dos que maioritariamente subscrevem aquela petição. E eis quando no 5 dias venho subscrever um post do arrastão sobre o tema. Não, nós não falamos todos do mesmo quando falamos da liberdade de expressão.
Repararam que o título da petição pouco a ver com o texto? Se é contra a ingerência, ou tentativa de controlo do Governo da comunicação social, porque é que o título e o “cartaz” não dizem isso? É que se a petição e manifestação são pela LIBERDADE falta lá muita coisa, não é?
Já agora expliquem-me! As manifestações que fizemos por TIMOR foram de direita ou de esquerda?
Sou conservador.
Sou anti-comunista primaríssimo – nem concebo bem como sê-lo secundariamente.
Acontece que a liberdade não se pode cercear pontualmente, não é tópica: tramas para alterar a linha editorial do jornal de 6ª, do Jornal de Cabeceiras de Basto ou do Boletim Paroquial dos Amigos de Lenine são sempre uma ameaça à minha liberdade, à de ler coisas com que não concordo e que considero puras diatribes sem sentido (Zikeks, Badious, Deleuzes, ultimamente a admiração por Castoriadis de MSP). Mas quero lê-las.
Por isso não me faz a menor confusão encontrar numa manif. alguém daqui que proteste a favor da liberdade, mesmo sabendo que o nosso encontro será sempre brevíssimo.
Vou voltar ao meu Scruton.
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No Chile, também começou assim a queda de Allende. Enquanto a extrema direita trazia para a rua os trens de cozinha, a fascistada e a extrema esquerda aplaudiam…
Muito bem. Adiro, enquanto ainda estamos todos a tempo.