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	<title>Comentários em: O despacho do juiz de Aveiro que o PGR não teve dúvidas em esconder</title>
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		<title>Por: ah</title>
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		<dc:creator>ah</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:18:32 +0000</pubDate>
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		<description>Os professores viraram peritos em organizar manifestações contra &quot;este&quot; estado de &quot;coisas&quot;.

Recordo-me que eu própria e um outro professor organizámos uma. Sem qualquer estrutura de apoio e contando com o veemente desacordo das estruturas sindicais. 
Divulgação? pelos meios &quot;artesanais&quot;.

Tudo Muito simples.
...
via m/ mail</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os professores viraram peritos em organizar manifestações contra &#8220;este&#8221; estado de &#8220;coisas&#8221;.</p>
<p>Recordo-me que eu própria e um outro professor organizámos uma. Sem qualquer estrutura de apoio e contando com o veemente desacordo das estruturas sindicais.<br />
Divulgação? pelos meios &#8220;artesanais&#8221;.</p>
<p>Tudo Muito simples.<br />
&#8230;<br />
via m/ mail</p>
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		<title>Por: Intrigado</title>
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		<dc:creator>Intrigado</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 20:16:37 +0000</pubDate>
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		<description>Toda a blogosfera socretina está a linkar um post de Filipe Nunes Vicente no &quot;Mar Salgado&quot;.
Por que será?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toda a blogosfera socretina está a linkar um post de Filipe Nunes Vicente no &#8220;Mar Salgado&#8221;.<br />
Por que será?</p>
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		<title>Por: carlos graça</title>
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		<dc:creator>carlos graça</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 20:03:33 +0000</pubDate>
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		<description>Os Portugueses a serem tratados como tolos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os Portugueses a serem tratados como tolos</p>
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		<title>Por: ruy</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/07/o-despacho-do-juiz-de-aveiro-que-o-pgr-nao-teve-duvidas-em-esconder/comment-page-1/#comment-117355</link>
		<dc:creator>ruy</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 17:26:47 +0000</pubDate>
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		<description>Não se compreende o silêncio dos partidos face à gravidade institucional que a publicação dos despachos do procurador João Marques Vidal e juiz de Instrução António Costa Gomes depois das investigações conduzidas pelo inspector da polícia judiciária Teófilo Santiago, sobre o manifesto “indício” de crime de atentado ao estado de direito praticado pelo primeiro-ministro José Sócrates.
Um dos fundamentos da Democracia – a liberdade de expressão - é posto em causa da forma mais torpe e descarada e, perante “indícios” tão claros, os partidos políticos balbuciam a medo palavras de circunstância como se de uma banalidade se tratasse.

De três órgãos institucionais, a Polícia Judiciária, a Magistratura do Ministério Público e Juízes, elementos de carreira de há muitos anos, foram unânimes, com as provas obtidas em investigação, em declarar a existência de crime. O procurador geral da república, de nomeação politica e temporária, decide interromper o decurso normal da Justiça, uma vez que é uma natural obrigação da procuradoria geral da republica instaurar, sempre, mas sempre, um inquérito de averiguações desde que haja um mínimo de indícios criminais. Por incompetência, por compadrio politico ou por qualquer outro motivo tão aberrante quanto aqueles, o procurador geral da republica obstruiu de modo deliberado e inequívoco o prosseguimento da Justiça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não se compreende o silêncio dos partidos face à gravidade institucional que a publicação dos despachos do procurador João Marques Vidal e juiz de Instrução António Costa Gomes depois das investigações conduzidas pelo inspector da polícia judiciária Teófilo Santiago, sobre o manifesto “indício” de crime de atentado ao estado de direito praticado pelo primeiro-ministro José Sócrates.<br />
Um dos fundamentos da Democracia – a liberdade de expressão &#8211; é posto em causa da forma mais torpe e descarada e, perante “indícios” tão claros, os partidos políticos balbuciam a medo palavras de circunstância como se de uma banalidade se tratasse.</p>
<p>De três órgãos institucionais, a Polícia Judiciária, a Magistratura do Ministério Público e Juízes, elementos de carreira de há muitos anos, foram unânimes, com as provas obtidas em investigação, em declarar a existência de crime. O procurador geral da república, de nomeação politica e temporária, decide interromper o decurso normal da Justiça, uma vez que é uma natural obrigação da procuradoria geral da republica instaurar, sempre, mas sempre, um inquérito de averiguações desde que haja um mínimo de indícios criminais. Por incompetência, por compadrio politico ou por qualquer outro motivo tão aberrante quanto aqueles, o procurador geral da republica obstruiu de modo deliberado e inequívoco o prosseguimento da Justiça.</p>
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