O vício da liberdade


No próximo sábado às 21 horas na RTP2 é exibido um excelente documentário sobre Cruzeiro Seixas. Vi, ontem, na Fábrica do Braço de Prata, e é surpreendente. Quero realçar o trabalho de dois amigos meus: a realização do Ricardo Espírito Santo e a direcção de arte do José Pedro Rosado. O documentário “Cruzeiro Seixas – o vício da liberdade” tem a autoria do jornalista Alberto Serra.
Durante quase uma hora, vemos desfilar este Portugal pobre mas honrado, assistimos à erupção dos surrealistas portugueses. Entramos nos cafés. Ouvimos Cesariny e muito mais. Um verdadeiro Gin Tonic.

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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15 Responses to O vício da liberdade

  1. Luis Rainha says:

    Por muito que tenha no surrealismo o meu “ismo” pré-guerra preferido, não consigo deixar de ver no Seixas aquilo que o Breton denunciou como «surrealismo de bazar».

  2. Nuno Ramos de Almeida says:

    Vê o documentário, pode ser que mudes de opinião

  3. João Domingos says:

    Olha, não vejo documentários sugeridos por ti, pois acho que és um tipo esquesito e muito estranho.
    Digo isto, porque hoje o Miguel Botelho contou-me aquilo que lhe fizeste aqui num dos teus artigos de opinião.
    O Miguel é um gajo porreiro e não merecia aquele tratamento.
    Teres enviado um e.mail direccionado para ele a chamar-lhe de “agente pidesco” e a maltratá-lo com palavrões, é sinal que tens alguma coisa má nesse teu raciocínio, ou seja, és esquesito.
    Vou divulgar esta minha mensagem a outros amigos. Talvez, passem por cá para te mandar umas bocas.

  4. Luis Rainha says:

    Esse foi a avantesma que perguntou, escandalizada, “Vítimas do estalinismo?” Sim senhor; e agora vem aí a brigada dos meninos que não gostam de gente “esquesita”. Espero é que passem antes pelas “novas oportunidades” a ver se se alfabetizam antes de “mandar umas bocas”.

  5. Rebolo de Levar says:

    Se o especialista em Historia Grega, surrealismo e espirito santismo, realmente chamou isso ao homem, é caso para investigar. Vivemos num pais de escutas, e preciso nao esquecer.

  6. Ana Ribeiro says:

    Recebi a mensagem de Miguel Botelho com a mensagem do “menino esquesito” que agora anda dedicado ao surrealismo. Era bom que o Luís Rainha – essa aventesma – lesse o palavrão (fdp) que o menino NRA lhe chamou em privado. É lógico que o menino NRA não deixou a tal mensagem na caixa dos comentários. Daí que o menino NRA para alguns é uma coisa; em privado é outra.

  7. Luis Rainha says:

    A tribo dos animalejos sectários já chegou. Vá você antes reler o que o seu amiguinho disse ao Nuno, a propósito deste ter “traído” o pai. E suma-se lá para baixo do calhau onde estava.
    Já agora, sabe o que significa “privado”?

  8. Tiago Mota Saraiva says:

    Apesar de tudo parece-me que o adjectivo de filho da puta é demasiado ligeiro para o escarro.

  9. Ana Ribeiro says:

    Animalejos, sectários, calhaus, ordinários, são adjectivos demasiado ligeiros para escarros tão baixos como são aqueles que têm nomes como Luis Rainha e Tiago Mota Saraiva.
    Já agora, não sabia que o Tiago era ordinário, mas fiquei a saber, ou seja, igual ao menino Nuno.

  10. Rebolo de Levar says:

    Afinal este blogue ainda é pior que o aspirina b: tudo palavrões, só palavrões e mais palavrões, com o “menino” Tiago à cabeça dos malcriados, o censor-mor.

    Pelo menos no Aspirina falam de filmes, livros, e dizem muito bem do nosso Governo. Vou desistir disto e agarrar-me ao Correio da Manhã. Irra!

  11. Luis Rainha says:

    Bem, folgo em ver que a visita da amiga Ana ao dicionário foi profícua.

  12. Nuno Ramos de Almeida says:

    Ana Ribeiro,
    Não a conheço de lado nenhum. Agradecia que fosse chamar nomes a outro. Chamo canalhas a pessoas que numa discussão política metem a família da pessoa com quem discutem. Duvido que perceba isso, pessoas que se dizem comunistas e beatificam assassinos de comunistas contra a orientação de todo o movimento comunista internacional, tendem a ser bastante limitadas. Esta lista de comentários tem algumas regras. A primeira, é aprovar textos que discutam os posts e não recorrem a insultos. Os seus comentários, se estiverem nesse enquadramento, serão naturalmente publicados. Os outros fique com eles.

  13. Olá.

    Não cheguei a ver o documentário mas interessava-me sobremaneira até por questões profissionais. Disseste que o viste na Fábrica do Braço de Prata. Está disponível em DVD? Queria muito saber de que forma posso consegui-lo para apresentação pública…

  14. Nuno Ramos de Almeida says:

    Olá, Victor Afonso,
    Pelo que eu sei vai repetir na RTP N, logo à 1 da manhã. DVDs, penso que só gravando ou pendindo à produtora Terra Líquida Filmes, salvo erro.

  15. Obrigado Nuno.

    Tentarei o contacto através da Terra Líquida Filmes.

    VA

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