Gosto muito de Carminho.
Para ela a música não é um “direito”, nem um “valor”; como ela diz, “não é uma coisa especial”.
Logo, terá de ser muito mais do que isso. O quê, ver-se-á uma noite de cada vez.
No Teatro Municipal de Almada, próximo sábado, 21.30h.




Mas como pode o Sr. Vidal apreciar uma burguesa com vestígios do regime feudal. Uma mulher da classe dominante, que vive em paz com a exploração da produção alheia?
Não me pergunte porquê: escrevi uma coisa pesada mas ingénua sobre a sua crítica da linguagem dos “valores”. Mas como a filosofia é crime ante um queixo tão belo como o da Carminho, pespeguei-a em comentário abaixo nos bigodes do Frederico.
O fado induca, o vinho instroe…
(É uma brincadeira eu gosto do fado do Camané, sobretudo depois de ser dirigido pelo meu querido amigo Zé Mário Branco…)
Manuel Monteiro
Afinal o Carlos Vidal tem mesmo todos os defeitos do mundo. Até de novo fado (o que o distingue do velho?) gosta. Cretino.
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