Os compinchas de Alberto João andam indignados com o «movimento colonialista contra a Madeira, que é duma indignidade cívica intolerável». E acham que «há que enfrentar quem está a atentar contra as nossas vidas e os nossos haveres». Isto apesar dos «muitos esbirros e alguns estúpidos contorcionistas que fazem o jogo dos colonizadores, atraiçoando o grandioso povo desta terra.»
Cá por mim, acho bem. Pirem-se. Descolonizem-se. Safem-se sem nós. Conquistem o tal «direito de se desenvolver, modernizar, viver com comodidade, sem complexos, preconceitos ou inibições». Mas não à nossa conta.




Acho que podemos ficar tranquilos: «Não são necessárias acções clandestinas como no passado» (diz ele.)
Gostava de saber o que leva certos políticos do PS a glorificar o Alberto João Jardim. O que está por detrás disso?
O António Guterres enquanto Primeiro Ministro perdoou a dívida da Madeira. O Jaime Gama e o Almeida Santos deram-lhe elogios (falaciosos).
Não acredito que simples negócios compensem o desgaste político de tais afirmações. Que produto terá tanto poder? Será algo relacionado com banana?
Acho muito bem.
Independência para a Madeira.
Já.
Duvido que seja um produto, parece-me mais um caso de ‘que sabe ele?’.
Segundo consegui apurar as Forças Armadas vão tomar providencias , Base de Fuzileiros em alerta Delta .
Nos próximos meses deverá seguir um zebro completamente equipado com :
-dois presuntos pata negra
-uma caixa de Borba
- 12 revistas playboy
-Uma grade de “mines”
-150g de camarão cozido (não vá a coisa dar para o torto)
Tripulação:
Um 1ºmarinheiro que deve abandonar a reserva a qualquer momento e um cão de água treinado na caça á perdiz.
Exército diz que em ultimo caso avança com umas bifanas.
P.S. A nós cabe-nos rezar para evitar a ecatombe
L. Rainha, como tento não ver as coisas com palas laterais, daquelas de tipo equestre, nos olhos, próprias de fanáticos ideológicos, que não é tb. o seu caso, digo.lhe, e já não é a 1a vez, que discordo deste seu post, eu não me interessa se o AJJardim é do PSD do PCP ou do BE, o que me interessa é que tem sido competente e tem desenvolvido, objectivamente, a Madeira, depois e o que é mais, é dos únicos políticos que não tem medo e não acobarda com os mass.merdia.
Donde, apesar de por vezes não lhe apreciar o estilo de certas intervenções, a verdade é que tenho a certeza que seria um Primeiro Ministro 300 ou 400 vezes melhor do que o actual.
Só mesmo quem nunca viu a madeira por dentro é que pode afirmar que quem lá vive e trabalha vive e desenvolve-se “às nossas custas”. É também fantástica a forma como se renega a Madeira e o povo Madeirense de serem portugueses. “Vão, desenvolvam-se”… fantástico.
Vi e vivi muita coisa na Madeira. Desenvolvimento com dinheiro sem fim, também eu. E não renego coisa alguma a não ser a corte de chulos que medrou à sombra do soba-chefe, numa economia estrangulada, numa democracia mitigada e assustada.
Lembrem-se de que até o pasquim que imprime estas idiotices é pago por todos nós.
O Sr. Gilberto Teixeira chama-nos colonizadores, a nós portugueses.
Tem Sua Excelência toda a razão.
Vamos fazer os que os colonizadores têm feito ultimamente, que é descolonizar.
Descolonizemos, portanto, tiremos a nossa pata “colonialista” de cima do “grandioso povo” madeirense.
Que se amanhem com as suas bananas e com o seu Jardim.
Referendo já.
LR, se você faz os comentários que faz relativamente à Madeira, imagine o que não poderia dizer se estivessemos a falar de Lisboa.
Eu agora arranjava um esquema para sacar uns milhões ao estado e ia a correr distribui-los por amigos e outros vendedores de assessórios para wcs semelhantes. Fazia isto durante 30 anos , mas nos intervalos da chuva distribuia assinaturas da Bola e da tv cabo pelos frequentadores deste blog. Aposto que ainda arranjava meia duzia de parolos que juravam que eu era a melhor coisa que por aqui tinha passado.
É exactamente o que se passa com o jardim, os parolos é que não se ficam pela duzia.
Independencia para a Madeira Hontem.
Bom, o soba não se chateava muito… transformava logo aquilo num paraíso de traficantes de droga, desfalcadores e construtores civis…
Estou farta dessa conversa de que ele tem: “…sido competente e tem desenvolvido, objectivamente, a Madeira, depois e o que é mais, é dos únicos políticos que não tem medo e não acobarda com os mass.merdia.” (do comentário de Carlos Fernandes)
Se me fosse possível escolher, colocaria Alberto João Jardim a governar o país, nem que fosse por seis meses, e assim acabavam com esta conversa!
Por exemplo, gostava de saber quando vai rebentar o escândalo de pedofilia na Madeira (outro tipo de banana que se rouba, compra e vende por cá). Temos casas da “Cultura” por todo o lado, que não passam de edifícios enormes, sem vida, pois não têm dinheiro para contratar ninguém. Quem beneficia da construção de edifícios/ obras , grandes, majestosos e que não servem para nada? Antes fizeram grandes construções para toda a gente ver e para contentar a elite de empresários, partidários do regime, que têm no seu monopólio todas as obras. Agora endividam-se para aguentar mais algum tempo esta jangada rota.
Receio fazer parte daqueles que vão levar com as consequências deste molde de endividamento que se pode adivinhar nas obras da MADEIRA NOVA. Já nem conseguem dar manutenção ás estradas regionais!!!
Nem falo da falta de democracia pois creio que muita gente nem a quer por estas bandas, pois permite-lhes não ter de se responsabilizar por nada. E esse é um mal português! Ao menos nisso somos (em média) semelhantes.
O que é que Alberto João Jardim faria como Primeiro Ministro sem a mesma proporção de dinheiro versus área, versus população, que ele teve na Madeira ao longo destes anos. Sem os encobrimentos de coisas proibidas como a pedofilia (provavelmente uma carta mais relevante que o dinheiro)…
Aconselho uma visita pela costa Sul da Ilha para apreciação de obras sem nexo que não beneficiam nem os Madeirenses, nem sequer os turistas (alguém beneficia). Para o Cardápio ficar completo criem uma conta bem choruda para saírem de cá quando o cenário cair.
Independência para eles. Vivam das bananas que cultivam.
Este tipo de comentários do género “Pirem-se. Descolonizem-se. Safem-se sem nós.” já cansa. E para além de cansar, ofende. O que é que sabem vocês aí no continente, sobre a história da Madeira? Sabem o que foi as imensas crises de fome na Madeira, ao longo dos séculos? Sabem que estávamos proibidos de importar trigo que não fosse de Lisboa e que quando Lisboa não tinha, não permitia que importássemos dos Açores? Sabem que por causa da chamada “revolta do leite” o Salazar castigou a Madeira com um imposto especial que só acabou após a morte do ditador?
A sério que apetece dizer – Tudo bem! Vamos fazer um referendo (só na Madeira, que é para depois não mudarem de ideias) e pode ser que apanhem uma grande surpresa.
Meus caros, não confundam o Alberto João com a Madeira pois eu também não confundo os habitantes de Oeiras com o seu presidente da Câmara.
João,
Teria mais razão se este meu arrazoado tivesse como alvo mesmo o povo madeirense. Mas não é o caso: o meu motivo de irritação permanente com a Madeira é a corja que por lá manda. O grupo de amigos, conhecidos, amigos-de-amigos fora do qual nada se faz e por onde corre sempre o dinheiro. Malta exemplificada às mil maravilhas neste colunista que escreve num jornal pago pelo Estado e ainda parcialmente detido pela Igreja. Isto para fazer manhosas insinuações como aquela das “acções clandestinas “.
Quanto ao resto, olhe que fui casado durante muitos anos com uma madeirense, cuja família muito prezo, e conheço bem aquela terra e o que tem tido de suportar.