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O exílio: Ah, a neve… (o que se passou com Mário Crespo?)

1 de Fevereiro de 2010 por Carlos Vidal

Estamos bem: os grandes hipócritas da “política” portuguesa (Oliveiras, Vales de Almeida – hipótese de candidato a Belém, note-se!! - e outros socialistas), estão bem. Calam-se: quanto ao essencial, do Código de Trabalho (Vale de Almeida é um bom exemplo, Oliveira talvez tenha balbuciado qualquer coisa) a Rui Mateus e Mário Crespo…

Uma vez que o Partido Sucialista “exilou” Rui Mateus (de quem não se sabe o paradeiro), autor de um imprescindível documento para a história de Portugal do pós-25 de Abril…

… porque é que Sócrates, Lacão, Silva Pereira e mais que não se sabe para já, não afastariam Mário Crespo do “Jornal de Notícias”?? Depois de J. Manuel Fernandes, do Jornal Nacional da TVI e tantos outros. Há exílios belos: os Alpes, por exemplo, uma bela paisagem: J Sócrates nada lá vê, nem lá nós sabemos da existência de J Sócrates…

Comentários

Comentário de Justiniano
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 17:11

Apenas a belíssima paisagem alpina servirá de algum consolo…pode servir de base à desproletarização da burguesia…

Comentário de Carlos Vidal
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 17:15

Quem sabe?

Comentário de i.tavares
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 17:28

Mas o que é isso,comparado com a falta de “direitos humanos” na China.
Siga a farra.

Comentário de Carlos Vidal
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 17:34

Nada. Siga a farra.

Comentário de i.tavares
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 17:37

Siga por agora.Vai ter de acabar

Comentário de almajecta02
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 18:05

Pudico, Viva a Pornex e todos os seus apoiantes e tambem a Carla Matadinho.
Cá pra mim o exilado está no Brazil, a França e a Argélia já não estão a dar.
Qual é a marca destes chiclates?

Comentário de viana
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 18:23

O Carlos Vidal deve andar muito distraído, mas convém que quando se criticam pessoas por algo se verifique se o preconceito é “bate certo com a realidade”. O Daniel Oliveira (supondo que o “Oliveiras” do post se refere a ele) publicou este post no Arrastão

http://arrastao.org/sem-categoria/a-internet-faz-milagres/

a chamar a atenção para o livro do Rui Mateus, e a sua “publicação online”.

Comentário de almajecta02
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 18:58

Aqui apenas estão dois jornalistas e tantos outros, prontos está bem.
E os outros todos?

Comentário de Carlos Vidal
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 19:32

viana,
Tive pois o cuidado de “separar um pouco” o sr. Oliveira do resto.
Está no post:
É ler: Oliveiras, Vales e outros….
O post não é muito fulanizado, nem interessaria que o fosse. Mas já que falamos em hipocrisias e hipócritas políticos, se quer saber viana, eu destaco o sr. Vale de Almeida. Aqui estou a ser direccionado.

Comentário de Niet
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 20:10

Oh. Prof. Carlos Vidal: Com tanta finta e facto político espalhados na sua prosa viperina, emite o essencial: a abordagem do livro do Rui Mateus. Por que não se aventura, diga lá? Já trocámos umas impressões e eu confessei-lhe o que se me afigurava do livro.O dr. Soares foi o introdutor do pensamento descartável em Portugal: usa e deita no lixo. Foi o que fez ao Rui Mateus. Resta-me confirmar se tal execrando acto foi perpetrado aquando subiu a Belém. Sobre o Crespo, sabe-se que andou por Washington anos… Terá andado na escola do Rui Mateus? Ter-se-à passado com armas e bagagens para o campo dos ” cavaquistas “? Niet

Comentário de fernando rosa
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 20:13

Como é que só agora alguém disse ao Mário Crespo que tinha de ver se os seus artigos de opinião estavam em condições de serem públicados. Só pode mesmo ser censura, porque se fosse rigor jornalístico, já há muito que algum responsável tinha olhado para as suas pérolas, dignas de um besteseller, daqueles a serem vendidos numa qualquer estação de serviço, ou trocados por pontos do cartão de combustível.

Comentário de Daniel Oliveira
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 20:46

Viana,

E sobre o código de trabalho também terei balbuciado muitas vezes umas coisas. E sobre Crespo também escrevi. Tudo errado, portanto. Mas não vamos estragar as potencialidades narrativas dos vidais com essa maçada que são os factos.

Comentário de Niet
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 21:55

Errata: Não é emite, é omite, claro. Dioptrias a falharem…Niet

Comentário de Carlos Vidal
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 22:49

Daniel Oliveira escreve de forma grave e profunda, séria, meditada e pesarosa sobre o caso Crespo no seu “arrastão”. Fá-lo ingnorando os precedentes socratistas (dedica-lhes 2 linhas). Bom, resta um ou dois cronistas críticos (Oliveira, claro, não é crítico – como se leu hoje no seu blogue animado pelo risível Pedro Vieira que até mostrou Kaulza para a malta se “rir” – Oliveira sabe que é demasiadamente útil; um crítico é outra loiça!).

Note-se que, no plano da hipocrisia, destaco (destaquei no post) Vale de Almeida. Por causa de nada ter escrito sobre Crespo? Claro que não. Antes porque nada diz sobre o Código do Trabalho e vai votar o próximo orçamento das privatizações, etc. É um indivíduo que em troca de uma lei que defende é capaz de fazer silêncio sobre todas as outras.

O problema de Oliveira foi ter pensado que o meu post era só com ele, como se eu caísse num disparate desses. Como se Oliveira pudesse ser um assunto.

Comentário de almajecta02
Data: 1 de Fevereiro de 2010, 23:09

o vocabulário do recolhimento lembra que é uma conquista activa, o oposto de uma confiança ingénua na espontaneidade e na fantasia. Não é necessário apelar, com excessiva pressa ao insulto, melhor dialogar em liberdade.

Comentário de Daniel Oliveira
Data: 2 de Fevereiro de 2010, 2:49

Não sou de facto assunto. A não ser para si, claro. De longe a pessoa neste mundo, depois de pessoas muito próximas, que mais vezes se refere ao meu nome. Sempre dizendo que não é assunto. Tem razão: assunto é uma coisa, obsessão é outa.

Comentário de Daniel Oliveira
Data: 2 de Fevereiro de 2010, 2:53

Gosto imenso da ideia de que ignoro uma coisa à qual dedico linhas. Suponho que é ao metro que se mede a coisa.

Comentário de Carlos Vidal
Data: 2 de Fevereiro de 2010, 3:13

Sim, dedica linhas e não mais do que isso. E sempre a medo. Ou melhor, sempre de modo calculista. Tudo bem medido e pesado para poder sempre caminhar entre os pingos da chuva. Ora, o verdadeiro pensamento faz-se ou produz-se sempre entre o cálculo (a gravidade, a ligação à coisa pensada) e a despossessão, que é também uma forma de perda de medo. De resto, nada mais a dizer: a fidelidade canina à “democracia” e à legalidade democrática são formas de não pensar. Porque são formas de submissão.

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