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	<title>Comentários em: Excelente escola a do BE: parece que nos ensina a dizer algo dizendo nada</title>
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		<title>Por: miguelserraspereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116781</link>
		<dc:creator>miguelserraspereira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 08:06:26 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos Vidal e António Figueira,
por favor, não se preocupem tanto com a minha saúde psíquica nem com a alheia em geral. Onde foi que descobriram que eu me sentia vítima? 

1. António Figueira, o que é que leste aqui, escrito por mim, que te permita escrever: &quot;agora, dizes tu, és vítima&quot;?

2. Carlos, escreves que &quot;à banalidade só respondo com o disparate&quot;, porque achas que a destituição política da religião é, na Europa, um facto consumado, o que faria com que &quot;defender a separação estado / religião é algo comum, aceite, inevitável, vital. Como é a nossa condição de vida, tanto quanto o facto de estar vivo é “próprio da vida”, fazer disso uma espécie de bandeira é de uma banalidade confrangedora&quot;.
Pois bem, penso que te enganas redondamente e que a questão religiosa continua primeira - como de certo modo o foi para Marx. O &quot;constantianismo&quot; que tem vindo a ressurgir na Igreja Católica e o seu reforço com Ratzinger e a vaga do islamismo como reivindicação identitária, entre outros fenómenos (evangélicos, anti-darwinianos, etc.), coincidem nos seus propósitos de confessionalização da política, de reforço sacralizador do poder e na sua rejeição da deliberação democrática e do livre pensamento. São uma tendência solidária daquela que leva à sagração dos &quot;cavaleiros da esperança&quot; (como lhes chama o Zé Neves no lúcido post que ontem aqui publicou polemizando com o João Rodrigues) e à nostalgia de &quot;guias geniais&quot; (bem patente nos teus textos) - em detrimento da acção colectiva e da política feita por todos, não-profissional nem reservada a especialistas.  
E depois, os teus temas favoritos no 5dias serão tão originais e isentos de banalidade como pensas? Será por isso que, para usar a tua expressão, respondes tantas vezes com disparates às questões que levantas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Vidal e António Figueira,<br />
por favor, não se preocupem tanto com a minha saúde psíquica nem com a alheia em geral. Onde foi que descobriram que eu me sentia vítima? </p>
<p>1. António Figueira, o que é que leste aqui, escrito por mim, que te permita escrever: &#8220;agora, dizes tu, és vítima&#8221;?</p>
<p>2. Carlos, escreves que &#8220;à banalidade só respondo com o disparate&#8221;, porque achas que a destituição política da religião é, na Europa, um facto consumado, o que faria com que &#8220;defender a separação estado / religião é algo comum, aceite, inevitável, vital. Como é a nossa condição de vida, tanto quanto o facto de estar vivo é “próprio da vida”, fazer disso uma espécie de bandeira é de uma banalidade confrangedora&#8221;.<br />
Pois bem, penso que te enganas redondamente e que a questão religiosa continua primeira &#8211; como de certo modo o foi para Marx. O &#8220;constantianismo&#8221; que tem vindo a ressurgir na Igreja Católica e o seu reforço com Ratzinger e a vaga do islamismo como reivindicação identitária, entre outros fenómenos (evangélicos, anti-darwinianos, etc.), coincidem nos seus propósitos de confessionalização da política, de reforço sacralizador do poder e na sua rejeição da deliberação democrática e do livre pensamento. São uma tendência solidária daquela que leva à sagração dos &#8220;cavaleiros da esperança&#8221; (como lhes chama o Zé Neves no lúcido post que ontem aqui publicou polemizando com o João Rodrigues) e à nostalgia de &#8220;guias geniais&#8221; (bem patente nos teus textos) &#8211; em detrimento da acção colectiva e da política feita por todos, não-profissional nem reservada a especialistas.<br />
E depois, os teus temas favoritos no 5dias serão tão originais e isentos de banalidade como pensas? Será por isso que, para usar a tua expressão, respondes tantas vezes com disparates às questões que levantas?</p>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Para onde vai o Bloco de Esquerda?</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116776</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Para onde vai o Bloco de Esquerda?</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 03:46:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dúvidas que o Carlos Vidal levanta aqui, ou a confusão que o Tiago Mota Saraiva identifica aqui, são recorrentes na análise política do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dúvidas que o Carlos Vidal levanta aqui, ou a confusão que o Tiago Mota Saraiva identifica aqui, são recorrentes na análise política do [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: António Figueira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116750</link>
		<dc:creator>António Figueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 00:29:16 +0000</pubDate>
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		<description>Miguel Serras Pereira, 
Ele há limites para a nossa argumentação, acho eu; prossegue lá as discussões que te apetecer, com quem também lhe apetecer discutir contigo, agora pf não te faças agora de vítima do insulto alheio. Quem tiver pachorra de ver a caixa de comentários um bocado mais para cima poderá verificar que, a propósito de um comentário de um terceiro que todos sabemos insano, deitaste também insultos para cima do teu adversário de estimação (sim, porque, para mim, antisemita é um insulto); agora, dizes tu, és vítima - e só porque, achas tu, &quot;pensas&quot;? Modéstia e bom senso, permito-me sugerir-te.
AF</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel Serras Pereira,<br />
Ele há limites para a nossa argumentação, acho eu; prossegue lá as discussões que te apetecer, com quem também lhe apetecer discutir contigo, agora pf não te faças agora de vítima do insulto alheio. Quem tiver pachorra de ver a caixa de comentários um bocado mais para cima poderá verificar que, a propósito de um comentário de um terceiro que todos sabemos insano, deitaste também insultos para cima do teu adversário de estimação (sim, porque, para mim, antisemita é um insulto); agora, dizes tu, és vítima &#8211; e só porque, achas tu, &#8220;pensas&#8221;? Modéstia e bom senso, permito-me sugerir-te.<br />
AF</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116732</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 23:35:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30708#comment-116732</guid>
		<description>1. Miguel, claro que a tua observação no ponto 1. não tem pés nem cabeça. Disse a uma tal J. Lopes (para mim um &quot;não-assunto&quot;) que há, em toda a Europa, milhões e milhões e milhões de pessoas desejosas de reviver a fusão igreja-Estado. À banalidade só respondo com o disparate.
2. Não percebo o teu vitimismo.
Abraços.
CV</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. Miguel, claro que a tua observação no ponto 1. não tem pés nem cabeça. Disse a uma tal J. Lopes (para mim um &#8220;não-assunto&#8221;) que há, em toda a Europa, milhões e milhões e milhões de pessoas desejosas de reviver a fusão igreja-Estado. À banalidade só respondo com o disparate.<br />
2. Não percebo o teu vitimismo.<br />
Abraços.<br />
CV</p>
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		<title>Por: miguelserraspereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116726</link>
		<dc:creator>miguelserraspereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 23:27:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30708#comment-116726</guid>
		<description>1. O que CV disse sobre o comentário da Joana Lopes foi exactamente o contrário do que diz agora que quis dizer. Está lá escrito preto no branco. 
2. O problema é que para o CV contra  a minha pessoa vale tudo. Tanto me acusa de caviloso defensor da ordem estabelecida como de falar de coisas que não existem quando afirmo a necessidade de transformar a economia e o poder político existentes. Assim se vê a força do CV. E a sua superioridade moral de caçador de escândalos e castigador dos costumes, que por vezes me lembra a devota divisa de um obscurantista espanhol do século XIX, cujo nome já não recordo: lejos de nosotros la funesta manía de pensar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. O que CV disse sobre o comentário da Joana Lopes foi exactamente o contrário do que diz agora que quis dizer. Está lá escrito preto no branco.<br />
2. O problema é que para o CV contra  a minha pessoa vale tudo. Tanto me acusa de caviloso defensor da ordem estabelecida como de falar de coisas que não existem quando afirmo a necessidade de transformar a economia e o poder político existentes. Assim se vê a força do CV. E a sua superioridade moral de caçador de escândalos e castigador dos costumes, que por vezes me lembra a devota divisa de um obscurantista espanhol do século XIX, cujo nome já não recordo: lejos de nosotros la funesta manía de pensar.</p>
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		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116719</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 22:47:03 +0000</pubDate>
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		<description>1. O que eu disse de Joana Lopes é muito claro: defender a separação estado / religião é algo comum, aceite, inevitável, vital. Como é a nossa condição de vida, tanto quanto o facto de estar vivo é &quot;próprio da vida&quot;, fazer disso uma espécie de bandeira é de uma banalidade confrangedora. Qualquer debate sobre qualquer assunto (a burqa, por exemplo, debate em que não entrei) tem de estar muito além do óbvio, do &quot;biológico&quot;.

2. Como não reconheço nenhuma estatura pensante a Oliveira, qualquer coisa que ele defenda para mim é um balbúcio (basta ver os cuidados e sacanice, via Pedro Vieira, com que o seu blogue se refere ao caso Crespo, hoje despoletado).

3. Por fim, sobre o mercado: é a base do capitalismo, sim, qual é a dúvida?

4. Além disso, um defensor de Rui Tavares encarregou-se aqui mesmo de dizer isto: &quot;Rui Tavares esteve bem, disse que era preciso colocar o capitalismo ao serviço do povo - o que está correcto&quot;.

5. Por fim, se MSP não se revê na minha ligação entre mercado e capitalismo, então resta-me dizer que eu estava sobretudo a falar para o comentador - Rui F - que há pouco falou da colocação do capitalismo ao &quot;serviço do povo&quot;.

6. Neste contexto, a citação de Negri está lá em cima muito bem graças a deus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. O que eu disse de Joana Lopes é muito claro: defender a separação estado / religião é algo comum, aceite, inevitável, vital. Como é a nossa condição de vida, tanto quanto o facto de estar vivo é &#8220;próprio da vida&#8221;, fazer disso uma espécie de bandeira é de uma banalidade confrangedora. Qualquer debate sobre qualquer assunto (a burqa, por exemplo, debate em que não entrei) tem de estar muito além do óbvio, do &#8220;biológico&#8221;.</p>
<p>2. Como não reconheço nenhuma estatura pensante a Oliveira, qualquer coisa que ele defenda para mim é um balbúcio (basta ver os cuidados e sacanice, via Pedro Vieira, com que o seu blogue se refere ao caso Crespo, hoje despoletado).</p>
<p>3. Por fim, sobre o mercado: é a base do capitalismo, sim, qual é a dúvida?</p>
<p>4. Além disso, um defensor de Rui Tavares encarregou-se aqui mesmo de dizer isto: &#8220;Rui Tavares esteve bem, disse que era preciso colocar o capitalismo ao serviço do povo &#8211; o que está correcto&#8221;.</p>
<p>5. Por fim, se MSP não se revê na minha ligação entre mercado e capitalismo, então resta-me dizer que eu estava sobretudo a falar para o comentador &#8211; Rui F &#8211; que há pouco falou da colocação do capitalismo ao &#8220;serviço do povo&#8221;.</p>
<p>6. Neste contexto, a citação de Negri está lá em cima muito bem graças a deus.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: miguelserraspereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116715</link>
		<dc:creator>miguelserraspereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 22:29:10 +0000</pubDate>
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		<description>O Carlos Vidal não entendeu manifestamente o que eu escrevi. A questão que pus não foi a da possibilidade de reformar o capitalismo - foi a do papel necessário do mercado para além da sua versão capitalista. Porque se trata justamente de pensar, para irmos desenvolvendo a luta nesse sentido, como pode a economia funcionar para além da separação entre os produtores e os meios de produção - do mesmo modo que devemos conceber e praticar desde já - sob a forma de contra-poderes - um poder político democrático, que não reproduza a desigualdade e a dominação hierárquica que caracterizam o Estado actual. 
Mas convém rebater ou aprovar sabendo o que se faz. O que, tanto ao deixar sem resposta as questões que a Joana Lopes e eu lhe pusemos a propósito da questão religiosa na caixa de comentários de um meu recente post, como agora ao esquivar o problema que lhe ponho, o Carlos Vidal teima em não fazer, sem dar ouvidos às chamadas de atenção que amavelmente o Viana lhe endereçou hoje mesmo, noutra caixa de comentários a mais um post seu (dele, CV - sobre o Daniel Oliveira, &quot;esse homem fatal&quot;, e o Miguel Vale de Almeida).
Quanto à invocação do Negri é mais um tiro para o ar. Ninguém sabe em que é que a longa citação que o CV faz dele refuta a possibilidade de um mercado democraticamente instituído e regulado.  Como ninguém sabe como é que o CV consegue a proeza de proclamar a nostalgia do Estado confessional e/ou da religião de estado de manhã (na c.c. do meu post) para, da parte da tarde, se apresentar - e ainda bem, hombre! - como defensor da liberdade de expressão. Defensor não demasiado convincente para quem o leia a diferentes horas do dia, mas do mal o menos, se não se lhe pode pedir mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Carlos Vidal não entendeu manifestamente o que eu escrevi. A questão que pus não foi a da possibilidade de reformar o capitalismo &#8211; foi a do papel necessário do mercado para além da sua versão capitalista. Porque se trata justamente de pensar, para irmos desenvolvendo a luta nesse sentido, como pode a economia funcionar para além da separação entre os produtores e os meios de produção &#8211; do mesmo modo que devemos conceber e praticar desde já &#8211; sob a forma de contra-poderes &#8211; um poder político democrático, que não reproduza a desigualdade e a dominação hierárquica que caracterizam o Estado actual.<br />
Mas convém rebater ou aprovar sabendo o que se faz. O que, tanto ao deixar sem resposta as questões que a Joana Lopes e eu lhe pusemos a propósito da questão religiosa na caixa de comentários de um meu recente post, como agora ao esquivar o problema que lhe ponho, o Carlos Vidal teima em não fazer, sem dar ouvidos às chamadas de atenção que amavelmente o Viana lhe endereçou hoje mesmo, noutra caixa de comentários a mais um post seu (dele, CV &#8211; sobre o Daniel Oliveira, &#8220;esse homem fatal&#8221;, e o Miguel Vale de Almeida).<br />
Quanto à invocação do Negri é mais um tiro para o ar. Ninguém sabe em que é que a longa citação que o CV faz dele refuta a possibilidade de um mercado democraticamente instituído e regulado.  Como ninguém sabe como é que o CV consegue a proeza de proclamar a nostalgia do Estado confessional e/ou da religião de estado de manhã (na c.c. do meu post) para, da parte da tarde, se apresentar &#8211; e ainda bem, hombre! &#8211; como defensor da liberdade de expressão. Defensor não demasiado convincente para quem o leia a diferentes horas do dia, mas do mal o menos, se não se lhe pode pedir mais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116706</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 22:01:15 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, gostaria, quereria o Miguel Serras Pereira que eu me debruçasse sobre as origens do mercantilismo no século XV e desde aí. Sobre a distribuição dos produtos segundo as leis da oferta e procura, a livre escolha, etc. E depois gostaria ainda MSP que eu desenvolvesse a face humana do mercado, a sua fulcral separação do capitalismo. Seria um bom exercício teórico no plano da economia, mas seria referido um mundo que não existe. Por isso, tal esforço não vai contar com a minha dedicação e empenho. Por isso, cito em cima (noutro post) Toni Negri sobre a &quot;face humana&quot; que tudo isto nunca teve nem terá.
Saudações.
CV</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, gostaria, quereria o Miguel Serras Pereira que eu me debruçasse sobre as origens do mercantilismo no século XV e desde aí. Sobre a distribuição dos produtos segundo as leis da oferta e procura, a livre escolha, etc. E depois gostaria ainda MSP que eu desenvolvesse a face humana do mercado, a sua fulcral separação do capitalismo. Seria um bom exercício teórico no plano da economia, mas seria referido um mundo que não existe. Por isso, tal esforço não vai contar com a minha dedicação e empenho. Por isso, cito em cima (noutro post) Toni Negri sobre a &#8220;face humana&#8221; que tudo isto nunca teve nem terá.<br />
Saudações.<br />
CV</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116699</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 21:38:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30708#comment-116699</guid>
		<description>Caro Danilo Zolo,
você tem toda a razão sobre o mercado.  A identificação sem mais que o Carlos Vidal opera entre mercado e capitalismo não tem razão de ser. O mercado pode - e deve - ser democratizado e regulado; mas abolido, só numa situação de abundância absoluta (cada um tira do monte o que quer e quando quer) ou sendo substituído pela distribuição centralizada numa instância tutelar de tipo estatal que seria juiz não só das necessidades como dos gostos, preferências, etc. de cada um. Seria o racionamento e a programação burocráticas em toda a sua pujança e o poder ilimitado dos que dispusessem nele dos meios de produção e distribuição.  Em contrapartida, uma sociedade que democratizasse cooperativamente a esfera económica, assegurando a sua gestão pela associação dos produtores, não teria mercado de trabalho, e excluiria da esfera do mercado uma enorme quantidade de coisas, mas poderia e deveria continuar a ter mercado de bens de consumo. Ao mesmo tempo a igualização dos &quot;salários&quot; (que já não o seriam no sentido actual) e rendimentos asseguraria a democratização do conjunto, de acordo com os princípios (o mesmo peso para o voto de cada cidadão) da democracia e do exercício do poder políticos pelos cidadãos - e também a superação de muitas distorções e opacidades dos mercados oligárquicamente controlados que conhecemos hoje.  
Cordialmente

msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Danilo Zolo,<br />
você tem toda a razão sobre o mercado.  A identificação sem mais que o Carlos Vidal opera entre mercado e capitalismo não tem razão de ser. O mercado pode &#8211; e deve &#8211; ser democratizado e regulado; mas abolido, só numa situação de abundância absoluta (cada um tira do monte o que quer e quando quer) ou sendo substituído pela distribuição centralizada numa instância tutelar de tipo estatal que seria juiz não só das necessidades como dos gostos, preferências, etc. de cada um. Seria o racionamento e a programação burocráticas em toda a sua pujança e o poder ilimitado dos que dispusessem nele dos meios de produção e distribuição.  Em contrapartida, uma sociedade que democratizasse cooperativamente a esfera económica, assegurando a sua gestão pela associação dos produtores, não teria mercado de trabalho, e excluiria da esfera do mercado uma enorme quantidade de coisas, mas poderia e deveria continuar a ter mercado de bens de consumo. Ao mesmo tempo a igualização dos &#8220;salários&#8221; (que já não o seriam no sentido actual) e rendimentos asseguraria a democratização do conjunto, de acordo com os princípios (o mesmo peso para o voto de cada cidadão) da democracia e do exercício do poder políticos pelos cidadãos &#8211; e também a superação de muitas distorções e opacidades dos mercados oligárquicamente controlados que conhecemos hoje.<br />
Cordialmente</p>
<p>msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: almajecta02</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116667</link>
		<dc:creator>almajecta02</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 17:20:03 +0000</pubDate>
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		<description>Com Polenta ou sem ela começo a compreeder a razão dos apois ao ps, tanto de uns como de outros. Ping.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com Polenta ou sem ela começo a compreeder a razão dos apois ao ps, tanto de uns como de outros. Ping.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116643</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:36:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30708#comment-116643</guid>
		<description>Bom, já agora D. Zolo. O essencial: o problema não é mais ou menos Polanyi. O problema é, como expliquei no post, a frase vazia, o cliché redondo e bonito, que nem considera Polanyi, nem Lénine, nem Estaline, nem Deng, nem nada. Dizer que de futuro se deve pôr o Estado e o mercado ao serviço da sociedade é o mesmo que não dizer nada. Entendido?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, já agora D. Zolo. O essencial: o problema não é mais ou menos Polanyi. O problema é, como expliquei no post, a frase vazia, o cliché redondo e bonito, que nem considera Polanyi, nem Lénine, nem Estaline, nem Deng, nem nada. Dizer que de futuro se deve pôr o Estado e o mercado ao serviço da sociedade é o mesmo que não dizer nada. Entendido?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116641</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:29:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30708#comment-116641</guid>
		<description>Caro Rui F., preconizo uma sociedade socialista igualitária, que valorize o trabalho, o produtor onde o trabalho vivo não se transforme em trabalho morto-mercadoria. Sou comunista e não social-democrata. Se o BE é social-democrata, então que passe a desenvolver a sua luta dentro do PS, ou melhor, que transforme o PS em partido social-democrata que, reconheço, não é. Mas quis ser ou dizia ser, acho eu, quando Mário Soares apregoava aos quatro-ventos ser um agrande amigo de Olaf Palme. Quanto à &quot;reforma do capitalismo&quot;, ao &quot;capitalismo de rosto humano&quot;, isso nem comento. (Por agora.)

Augusto, a sra. Ilda foi objectiva e não retórica.
E se interrompeu, fez bem, muito bem (não vi a &quot;conversa&quot; toda): realismo é realismo, realismo mágico (à Rui Tavares) é realismo mágico. Eu também interromperia.

V., caro Danilo Zolo, não sabe se eu li ou não li Polanyi; li, por exemplo, vários textos sobre o &quot;reformismo impossível do capitalismo&quot; de um autor que não me é muito de &quot;cabeceira&quot;, mas aqui até me foi útil, o Negri. por mim, foi mais ou menos suficiente, até porque tenho mais que fazer.Gostava, sim, que o BE se clarificasse. Mas, grato pela sugestão, vou reter o seu Polanyi. Lá isso vou, e lá irei.

Cumps a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui F., preconizo uma sociedade socialista igualitária, que valorize o trabalho, o produtor onde o trabalho vivo não se transforme em trabalho morto-mercadoria. Sou comunista e não social-democrata. Se o BE é social-democrata, então que passe a desenvolver a sua luta dentro do PS, ou melhor, que transforme o PS em partido social-democrata que, reconheço, não é. Mas quis ser ou dizia ser, acho eu, quando Mário Soares apregoava aos quatro-ventos ser um agrande amigo de Olaf Palme. Quanto à &#8220;reforma do capitalismo&#8221;, ao &#8220;capitalismo de rosto humano&#8221;, isso nem comento. (Por agora.)</p>
<p>Augusto, a sra. Ilda foi objectiva e não retórica.<br />
E se interrompeu, fez bem, muito bem (não vi a &#8220;conversa&#8221; toda): realismo é realismo, realismo mágico (à Rui Tavares) é realismo mágico. Eu também interromperia.</p>
<p>V., caro Danilo Zolo, não sabe se eu li ou não li Polanyi; li, por exemplo, vários textos sobre o &#8220;reformismo impossível do capitalismo&#8221; de um autor que não me é muito de &#8220;cabeceira&#8221;, mas aqui até me foi útil, o Negri. por mim, foi mais ou menos suficiente, até porque tenho mais que fazer.Gostava, sim, que o BE se clarificasse. Mas, grato pela sugestão, vou reter o seu Polanyi. Lá isso vou, e lá irei.</p>
<p>Cumps a todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116636</link>
		<dc:creator>Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:51:55 +0000</pubDate>
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		<description>Nos debates a D. Ilda diz sempre a mesma coisa, é só uma cassete, e pior,  gosta pouco do contraditório,  por isso é exemplar na interrupção dos outros deputados...

Entendo por isso , que o sr Carlos Vidal  goste do estilo,aprendeu na mesma cartilha....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nos debates a D. Ilda diz sempre a mesma coisa, é só uma cassete, e pior,  gosta pouco do contraditório,  por isso é exemplar na interrupção dos outros deputados&#8230;</p>
<p>Entendo por isso , que o sr Carlos Vidal  goste do estilo,aprendeu na mesma cartilha&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Danilo Zolo</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116634</link>
		<dc:creator>Danilo Zolo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:47:45 +0000</pubDate>
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		<description>Faz-lhe falta ler Polanyi, para entender que os mercados não são uma instituição necessariamente maléfica. Tudo depende, em grande medida, das configurações e arranjos institucionais/políticos que moldam os mercados...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faz-lhe falta ler Polanyi, para entender que os mercados não são uma instituição necessariamente maléfica. Tudo depende, em grande medida, das configurações e arranjos institucionais/políticos que moldam os mercados&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui F</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116632</link>
		<dc:creator>Rui F</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:30:23 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos

Que preconiza você?
Ou nem a Reforma do Comunismo ou do Centralismo democrático você preconiza pois nunca destruiram sonhos nem coisa nenhuma?
Como quer?

Eu quero um sistema Publico viável e duradouro por muitas gerações ainda que sujeito a reformas quando necessário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos</p>
<p>Que preconiza você?<br />
Ou nem a Reforma do Comunismo ou do Centralismo democrático você preconiza pois nunca destruiram sonhos nem coisa nenhuma?<br />
Como quer?</p>
<p>Eu quero um sistema Publico viável e duradouro por muitas gerações ainda que sujeito a reformas quando necessário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel dias</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116629</link>
		<dc:creator>miguel dias</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:22:53 +0000</pubDate>
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		<description>com um bocadinho de boa vontade podias ver isto como um passo certo na direcção errada...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>com um bocadinho de boa vontade podias ver isto como um passo certo na direcção errada&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116627</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:13:38 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, escapou-me, escapou-me mesmo. Depois de ter destruído mundo, homens, mulheres, infinitas vidas, relações entre homens, mulheres, trabalho, justiça, produtores... esqueci-me do essencial: o capitalismo é reformável, o mercado pode ser posto ao nosso serviço! É o &quot;paraíso nórdico&quot; que um largo sector do BE anuncia (de Rui F. a Daniel O.). Nem mais. Já agora, uma outra explicação: e o &quot;capitalismo popular&quot; de Thatcher não vos serve? Porquê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, escapou-me, escapou-me mesmo. Depois de ter destruído mundo, homens, mulheres, infinitas vidas, relações entre homens, mulheres, trabalho, justiça, produtores&#8230; esqueci-me do essencial: o capitalismo é reformável, o mercado pode ser posto ao nosso serviço! É o &#8220;paraíso nórdico&#8221; que um largo sector do BE anuncia (de Rui F. a Daniel O.). Nem mais. Já agora, uma outra explicação: e o &#8220;capitalismo popular&#8221; de Thatcher não vos serve? Porquê?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: almajecta02</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116624</link>
		<dc:creator>almajecta02</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:23:51 +0000</pubDate>
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		<description>Heresia, nossa senhora nos livre, bordoada num fundador vade retro,  logo genial no conteudo e na substância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Heresia, nossa senhora nos livre, bordoada num fundador vade retro,  logo genial no conteudo e na substância.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui F</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116622</link>
		<dc:creator>Rui F</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:16:52 +0000</pubDate>
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		<description>Rui Tavares esteve bem: Em suma,  capitalismo ao serviço do povo.
Assim é de certa forma nos países Nórdicos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui Tavares esteve bem: Em suma,  capitalismo ao serviço do povo.<br />
Assim é de certa forma nos países Nórdicos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Penilo</title>
		<link>http://5dias.net/2010/02/01/excelente-escola-a-do-be-parece-que-nos-ensina-a-dizer-algo-dizendo-nada/comment-page-1/#comment-116620</link>
		<dc:creator>Pedro Penilo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:06:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30708#comment-116620</guid>
		<description>Pois. Ao que parece, a direita não errou em absolutamente nada... Fez aquilo que a faz: não chamar-se &quot;direita&quot;, mas sim ser capitalismo.

Pode pedir-se ao capital que seja menos &quot;direita&quot;? Pode. Soares explica. Sócrates explica. A Terceira Via explica. Adornos, estilo e temas fracturantes.

Mas pedir ao capitalismo que seja menos capitalismo... quando está a facturar como capitalismo... quando está mesmo mesmo com vontade de ser mais capitalismo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois. Ao que parece, a direita não errou em absolutamente nada&#8230; Fez aquilo que a faz: não chamar-se &#8220;direita&#8221;, mas sim ser capitalismo.</p>
<p>Pode pedir-se ao capital que seja menos &#8220;direita&#8221;? Pode. Soares explica. Sócrates explica. A Terceira Via explica. Adornos, estilo e temas fracturantes.</p>
<p>Mas pedir ao capitalismo que seja menos capitalismo&#8230; quando está a facturar como capitalismo&#8230; quando está mesmo mesmo com vontade de ser mais capitalismo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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