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	<title>Comentários em: Questões sobre um Texto do Daniel Oliveira</title>
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		<title>Por: cleber tulio</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-126287</link>
		<dc:creator>cleber tulio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 23:28:56 +0000</pubDate>
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		<description>A diversidade eloguenti em abordar os prisipios , existenti colocados a qui e muito vasio onde asta Deus as veses falamos dimais mas para conheselo presisa conheselo itima menti amalo deixar que o conhesimento flui mas como paulo espresou a divulgasao da verdade as veses asusta ou nao sao comprendidas pela mente umana mas so mesmo pelo espirito de Deus que ebenditopara  sempre ame como esta escrito buscai primeiro o reino de Deus e todas estas coisas sereis acresentadas tambem esta escrito preucupais com as coisas la de sima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A diversidade eloguenti em abordar os prisipios , existenti colocados a qui e muito vasio onde asta Deus as veses falamos dimais mas para conheselo presisa conheselo itima menti amalo deixar que o conhesimento flui mas como paulo espresou a divulgasao da verdade as veses asusta ou nao sao comprendidas pela mente umana mas so mesmo pelo espirito de Deus que ebenditopara  sempre ame como esta escrito buscai primeiro o reino de Deus e todas estas coisas sereis acresentadas tambem esta escrito preucupais com as coisas la de sima.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116665</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 17:12:57 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo MSP, 
1º Vcmcê insiste em coenvolver identitariamente democracia e liberdades, como se dimensões incindíveis de uma pré realidade se tratassem. Sinceramente, não percebo porquê!!
2º Não creio que, verdadeiramente, se aperceba da dimensão religiosa nas construções humanas e deste modo compreenda, plenamente, o sentido e o alcance das suas palavras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo MSP,<br />
1º Vcmcê insiste em coenvolver identitariamente democracia e liberdades, como se dimensões incindíveis de uma pré realidade se tratassem. Sinceramente, não percebo porquê!!<br />
2º Não creio que, verdadeiramente, se aperceba da dimensão religiosa nas construções humanas e deste modo compreenda, plenamente, o sentido e o alcance das suas palavras.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116661</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:32:32 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Justiniano,
liberdade democrática é a que consiste no exercício de nos darmos - igualitária e responsavelmente - as nossas próprias leis, governando e sendo governados por elas; as liberdades democráticas, as acções democráticas, etc. são as que constituem condições necessárias desse exercício e da afirmação instituinte da autonomia que ele implica. 
Esta liberdade implica não a abolição da religião, mas a sua destituição política, ou seja a secularização radical da acção e do juízo políticos. 
Enfim, por aí fora. Não me parece muito complicado. Mas talvez eu não tenha compreendido bem a sua dúvida. 
Cordialmente

msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Justiniano,<br />
liberdade democrática é a que consiste no exercício de nos darmos &#8211; igualitária e responsavelmente &#8211; as nossas próprias leis, governando e sendo governados por elas; as liberdades democráticas, as acções democráticas, etc. são as que constituem condições necessárias desse exercício e da afirmação instituinte da autonomia que ele implica.<br />
Esta liberdade implica não a abolição da religião, mas a sua destituição política, ou seja a secularização radical da acção e do juízo políticos.<br />
Enfim, por aí fora. Não me parece muito complicado. Mas talvez eu não tenha compreendido bem a sua dúvida.<br />
Cordialmente</p>
<p>msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116656</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 15:55:16 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo MSP, parece-me estar a responder a outro comentário que não o meu.
Como habitualmente, lamento, insiste no erro de confundir elementos do princípio liberal com elementos do princípio democrático, e tudo por mera preferencia semantica ou fonética. 

Quanto à questão... A destituição política da religião é ou não condição da liberdade democrática? Não faço ideia de o que seja a liberdade democrática, apenas liberdade, democracia e respectivas garantias de exercício. A destituição política da religião é apenas mais um absurdo de proselitismo jacobino(uma impossibilidade metafísica).
Concordemos, apenas, por ora, na República laica como condição de pluralismo(apenas pluralismo)...
Cordiais saudações republicanas,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo MSP, parece-me estar a responder a outro comentário que não o meu.<br />
Como habitualmente, lamento, insiste no erro de confundir elementos do princípio liberal com elementos do princípio democrático, e tudo por mera preferencia semantica ou fonética. </p>
<p>Quanto à questão&#8230; A destituição política da religião é ou não condição da liberdade democrática? Não faço ideia de o que seja a liberdade democrática, apenas liberdade, democracia e respectivas garantias de exercício. A destituição política da religião é apenas mais um absurdo de proselitismo jacobino(uma impossibilidade metafísica).<br />
Concordemos, apenas, por ora, na República laica como condição de pluralismo(apenas pluralismo)&#8230;<br />
Cordiais saudações republicanas,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116654</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 15:37:25 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos Vidal,
Pode deixar cair o «sra.» porque isto aqui não é um Call Center. Quanto ao resto, talvez o entenda se responder à pergunta do Miguel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Vidal,<br />
Pode deixar cair o «sra.» porque isto aqui não é um Call Center. Quanto ao resto, talvez o entenda se responder à pergunta do Miguel.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116650</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:56:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116650</guid>
		<description>Cara Joana,
sim, acho que, nessa medida, o DO esquivou a questão de fundo. É certo que não era obrigado a responder-lhe e que, tanto quanto a identificou, a declarou &quot;secundária&quot;. Enfim, a &quot;questão religiosa&quot;, a da sacralização/dessacralização do poder político, continua a ser para mim inaugural do ponto de vista democrático - no sentido próprio e pleno que dou a &quot;democracia&quot; (autonomia, auto-governo, cidadania governante, &quot;praça da palavra&quot;, prioridade do diálogo sobre a violência, etc.).

Carlos Vidal,
parece-me que a tua intervenção significa uma oposição de princípio à democracia, pois defendes, chames-lhe o que quiseres, ou a divinização do Estado ou a estatização da divindade . O que vem na linha das últimas coisas que tenho lido tuas, só que, finalmente, o dizes de maneira explícita. O que não explicas é que tipo mais preciso de socialismo ou comunismo religioso defendes. Ou basta-te que seja anti-democrático para o dares por bom q.b.?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Joana,<br />
sim, acho que, nessa medida, o DO esquivou a questão de fundo. É certo que não era obrigado a responder-lhe e que, tanto quanto a identificou, a declarou &#8220;secundária&#8221;. Enfim, a &#8220;questão religiosa&#8221;, a da sacralização/dessacralização do poder político, continua a ser para mim inaugural do ponto de vista democrático &#8211; no sentido próprio e pleno que dou a &#8220;democracia&#8221; (autonomia, auto-governo, cidadania governante, &#8220;praça da palavra&#8221;, prioridade do diálogo sobre a violência, etc.).</p>
<p>Carlos Vidal,<br />
parece-me que a tua intervenção significa uma oposição de princípio à democracia, pois defendes, chames-lhe o que quiseres, ou a divinização do Estado ou a estatização da divindade . O que vem na linha das últimas coisas que tenho lido tuas, só que, finalmente, o dizes de maneira explícita. O que não explicas é que tipo mais preciso de socialismo ou comunismo religioso defendes. Ou basta-te que seja anti-democrático para o dares por bom q.b.?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116631</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:26:24 +0000</pubDate>
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		<description>Não sra. Joana Lopes, os implicados não assinam por baixo, eles nem sabem assinar: e pelas nossas bandas ocidentais, por esta Europa fora, é grande, esmagador, inúmero, é mais do que grande a quantidade de pessoas que acham que a política deve ser conduzida pela religião. Aliás, acho que quase toda a sociedade portuguesa (espanhola, francesa, que sei eu?) advoga o regresso da fusão religião-Estado-política. Eu já &#039;tou cheio de saudades disso. Eu e muitos mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sra. Joana Lopes, os implicados não assinam por baixo, eles nem sabem assinar: e pelas nossas bandas ocidentais, por esta Europa fora, é grande, esmagador, inúmero, é mais do que grande a quantidade de pessoas que acham que a política deve ser conduzida pela religião. Aliás, acho que quase toda a sociedade portuguesa (espanhola, francesa, que sei eu?) advoga o regresso da fusão religião-Estado-política. Eu já &#8216;tou cheio de saudades disso. Eu e muitos mais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116628</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:19:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116628</guid>
		<description>Miguel,
A resposta a uma pergunta que fazes no último comentário é, no meu entender, a chave do problema e de toda a discussão em causa, incluindo a do post do Daniel:

«A destituição política da religião é ou não condição da liberdade democrática?»

Para mim é óbvio que sim, como sabes, mas não me parece que todos os implicados assinem por baixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel,<br />
A resposta a uma pergunta que fazes no último comentário é, no meu entender, a chave do problema e de toda a discussão em causa, incluindo a do post do Daniel:</p>
<p>«A destituição política da religião é ou não condição da liberdade democrática?»</p>
<p>Para mim é óbvio que sim, como sabes, mas não me parece que todos os implicados assinem por baixo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116626</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:39:55 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Justiniano,
este comentário nem parece seu.  Exemplos de luta contra a &quot;servidão voluntária&quot; - ao acaso, a título de ilustrações: incitar e propor reivindicações igualitárias e de participação democrática tanto nas empresas como nos dispositivos de exercício do poder político (na definição restrita); excluir dos estabelecimentos de ensino oficialmente autorizados o apostolado religioso e introduzir nos programas oficiais a ideia de que a revelação religiosa ou a fé não pode validar politicamente quaisquer leis; fazer campanhas de saúde pública contra práticas como a excisão (em menores ou maiores), e o rol poderia continuar, multiplicando por mil os exemplos.
A destituição política da religião é ou não condição da liberdade democrática?
Cordialmente
msp

Salah al Din,
cuidado com o inglês, que não sei se é aprovado pelo Corão. 
Mas diga-me lá se a conversão dos espíritos e das mentes exclui ou não o incitamento à violência contra quem faça caricaturas de Mafoma, as fatwas contra quem escreva ou traduza livros como Os Versículos Satânicos, as lapidações das adúlteras e a fustigação ou pior das violadas, a repressão das pernas nuas, a imposição pelo Estado de indumentárias confessionais, etc., etc.?
Mas continua a ser verdade que o antídoto contra os seus projectos de sacralização da opressão e do controle do pensamento seria a democratização efectiva das sociedades ocidentais, a reanimação nos usos e costumes da cidadania activa, da igualdade democrática e do livre pensamento. E é verdade também que você e o seu bando têm a cumplicidade activa dos regimes oligárquicos instalados e das suas políticas, ainda quando alguns desses regimes recorram à demagogia de proibições como a que deu origem ao posts do Daniel Oliveira e do Ricardo Alves que comecei por discutir.
Mas veja se compreende que sem séculos de lutas ímpias pela democracia e contra o poder religioso, você não poderia nesta parte do mundo escrever o que escreve, nem propagar a lamentável fé que propaga. Nem gozar dos mesmos direitos que os &quot;infiéis&quot;. 
É uma diferença que faz diferença. Ou não será?

 msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Justiniano,<br />
este comentário nem parece seu.  Exemplos de luta contra a &#8220;servidão voluntária&#8221; &#8211; ao acaso, a título de ilustrações: incitar e propor reivindicações igualitárias e de participação democrática tanto nas empresas como nos dispositivos de exercício do poder político (na definição restrita); excluir dos estabelecimentos de ensino oficialmente autorizados o apostolado religioso e introduzir nos programas oficiais a ideia de que a revelação religiosa ou a fé não pode validar politicamente quaisquer leis; fazer campanhas de saúde pública contra práticas como a excisão (em menores ou maiores), e o rol poderia continuar, multiplicando por mil os exemplos.<br />
A destituição política da religião é ou não condição da liberdade democrática?<br />
Cordialmente<br />
msp</p>
<p>Salah al Din,<br />
cuidado com o inglês, que não sei se é aprovado pelo Corão.<br />
Mas diga-me lá se a conversão dos espíritos e das mentes exclui ou não o incitamento à violência contra quem faça caricaturas de Mafoma, as fatwas contra quem escreva ou traduza livros como Os Versículos Satânicos, as lapidações das adúlteras e a fustigação ou pior das violadas, a repressão das pernas nuas, a imposição pelo Estado de indumentárias confessionais, etc., etc.?<br />
Mas continua a ser verdade que o antídoto contra os seus projectos de sacralização da opressão e do controle do pensamento seria a democratização efectiva das sociedades ocidentais, a reanimação nos usos e costumes da cidadania activa, da igualdade democrática e do livre pensamento. E é verdade também que você e o seu bando têm a cumplicidade activa dos regimes oligárquicos instalados e das suas políticas, ainda quando alguns desses regimes recorram à demagogia de proibições como a que deu origem ao posts do Daniel Oliveira e do Ricardo Alves que comecei por discutir.<br />
Mas veja se compreende que sem séculos de lutas ímpias pela democracia e contra o poder religioso, você não poderia nesta parte do mundo escrever o que escreve, nem propagar a lamentável fé que propaga. Nem gozar dos mesmos direitos que os &#8220;infiéis&#8221;.<br />
É uma diferença que faz diferença. Ou não será?</p>
<p> msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116618</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 10:33:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116618</guid>
		<description>Caríssimo MSP
&quot;Pode-se ser contra uma proibição nos termos da adiantada em França, mas vincando pelo menos a necessidade de combater a “servidão voluntária”, e não a magnificando como livre escolha.&quot; Que, verdadeiramente, significa isto!!?? A liberdade deve ser apenas a liberdade, sem limites imanentes (As hetero restrições são outra discussão...) Lutar contra a servidão voluntária é o mesmo que lutar contra o próprio fígado, coração, pulmões...é um absurdo, uma abominação própria de um indivíduo vazio e desalmado. 
As mais profunda contrição, o comedimento, a angústia provêm de formas de servidão voluntária, do amor, medo à adoração, criação.
Eliminar esta dimensão do indivíduo será equivalente a transformá-lo em pedra ou outra coisa qualquer, desalmada!!!
Cordialmente,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo MSP<br />
&#8220;Pode-se ser contra uma proibição nos termos da adiantada em França, mas vincando pelo menos a necessidade de combater a “servidão voluntária”, e não a magnificando como livre escolha.&#8221; Que, verdadeiramente, significa isto!!?? A liberdade deve ser apenas a liberdade, sem limites imanentes (As hetero restrições são outra discussão&#8230;) Lutar contra a servidão voluntária é o mesmo que lutar contra o próprio fígado, coração, pulmões&#8230;é um absurdo, uma abominação própria de um indivíduo vazio e desalmado.<br />
As mais profunda contrição, o comedimento, a angústia provêm de formas de servidão voluntária, do amor, medo à adoração, criação.<br />
Eliminar esta dimensão do indivíduo será equivalente a transformá-lo em pedra ou outra coisa qualquer, desalmada!!!<br />
Cordialmente,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Salah al Din</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116617</link>
		<dc:creator>Salah al Din</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 10:33:10 +0000</pubDate>
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		<description>Camarada ímpio,

A conquista pelo Islão do Al Andaluz e de toda a Europa não será pela espada,  mas pelas &quot;hearts and minds&quot;, pelas conversões e pelo crescimento demográfico muitíssimo superior dos europeus muçulmanos, em relação  ao correspondente apagamento das populações infiéis, a braços com uma crise de valores, falta de coesão e solidariedade social, decadência de costumes e preferências sodomitas estéreis.

Contra isso, as tentativas legislativas desesperadas dos cães infiés de nada valem. A repressão feroz dos pagãos romanos ou dos ateus comunistas também não dobrou a vontade dos cristãos quando ainda eram ascendentes... Porque a verdade é que... DEUS É GRANDE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Camarada ímpio,</p>
<p>A conquista pelo Islão do Al Andaluz e de toda a Europa não será pela espada,  mas pelas &#8220;hearts and minds&#8221;, pelas conversões e pelo crescimento demográfico muitíssimo superior dos europeus muçulmanos, em relação  ao correspondente apagamento das populações infiéis, a braços com uma crise de valores, falta de coesão e solidariedade social, decadência de costumes e preferências sodomitas estéreis.</p>
<p>Contra isso, as tentativas legislativas desesperadas dos cães infiés de nada valem. A repressão feroz dos pagãos romanos ou dos ateus comunistas também não dobrou a vontade dos cristãos quando ainda eram ascendentes&#8230; Porque a verdade é que&#8230; DEUS É GRANDE.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: c</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116601</link>
		<dc:creator>c</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 22:36:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116601</guid>
		<description>são as pessoas que devem lutar pelo que querem. se as senhoras não querem usar burka , não a ponham. desafiem-nos. foi assim no mundo ocidental judaico cristão com as mulheres , não foi? não vieram uns Ets lutar por elas.
se pelo caminho ficam algumas ? olhem ,  as lutas são assim.
ainda morrem muitas por cá  por enfrentarem homens e não usam burka.
 E as burkas são assim tipo cena à Mao  ateu , e havia quem gostasse daquelas coisas cinzentas ,  de colarinhos esquisitos. calhava era a todos , certo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>são as pessoas que devem lutar pelo que querem. se as senhoras não querem usar burka , não a ponham. desafiem-nos. foi assim no mundo ocidental judaico cristão com as mulheres , não foi? não vieram uns Ets lutar por elas.<br />
se pelo caminho ficam algumas ? olhem ,  as lutas são assim.<br />
ainda morrem muitas por cá  por enfrentarem homens e não usam burka.<br />
 E as burkas são assim tipo cena à Mao  ateu , e havia quem gostasse daquelas coisas cinzentas ,  de colarinhos esquisitos. calhava era a todos , certo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguelserraspereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116598</link>
		<dc:creator>miguelserraspereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 22:09:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116598</guid>
		<description>Errata
Na primeira linha do meu comentário anterior, onde se lê &quot;as que você tira dele&quot;, ler, por favor, &quot;as que você tira do Corão&quot;.

msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Errata<br />
Na primeira linha do meu comentário anterior, onde se lê &#8220;as que você tira dele&#8221;, ler, por favor, &#8220;as que você tira do Corão&#8221;.</p>
<p>msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguelserraspereira</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116596</link>
		<dc:creator>miguelserraspereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 21:57:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116596</guid>
		<description>Salah al Din,
já agora, que leis, em seu entender, não são ímpias excepto as que você tira dele e quer impor aos infiéis?
Mas tem razão numa coisa: as leis que não sejam obra e vontade democrática dos próprios cidadãos em corpo, e se necessário em armas, nada podem contra o fanatismo e os súbditos a soldo de opresores que se declaram de direito divino.
Alá será grande, mas olhe que viver entre iguais, sem deus  ou profeta que nos governe por interpostos estados-maiores dos crentes,  é bem maior e melhor ainda. 
Droga por droga, já experimentou um bom vinho tinto em dose terapêutica? Pode ser excelente contra a sede de sangue. 
Uma noite descansada (se não conseguir dormir, leia alguma coisa, mas não peça mais revelações ao Profeta).

msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salah al Din,<br />
já agora, que leis, em seu entender, não são ímpias excepto as que você tira dele e quer impor aos infiéis?<br />
Mas tem razão numa coisa: as leis que não sejam obra e vontade democrática dos próprios cidadãos em corpo, e se necessário em armas, nada podem contra o fanatismo e os súbditos a soldo de opresores que se declaram de direito divino.<br />
Alá será grande, mas olhe que viver entre iguais, sem deus  ou profeta que nos governe por interpostos estados-maiores dos crentes,  é bem maior e melhor ainda.<br />
Droga por droga, já experimentou um bom vinho tinto em dose terapêutica? Pode ser excelente contra a sede de sangue.<br />
Uma noite descansada (se não conseguir dormir, leia alguma coisa, mas não peça mais revelações ao Profeta).</p>
<p>msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Salah al Din</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116593</link>
		<dc:creator>Salah al Din</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 21:21:26 +0000</pubDate>
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		<description>A conquista da Europa decadente e anómica pelo fulgurante Islão é imparável. As conversões sucedem-se e não são as leis jacobinas e ímpias que irão impedi-lo...Allah u Akbar.

http://www.youtube.com/watch?v=2czDnPdtfR0&amp;feature=related</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A conquista da Europa decadente e anómica pelo fulgurante Islão é imparável. As conversões sucedem-se e não são as leis jacobinas e ímpias que irão impedi-lo&#8230;Allah u Akbar.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/"><img src="http://img.youtube.com/vi/2czDnPdtfR0/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Arrastão: A autodeterminação ou é “auto” ou não é nada</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116583</link>
		<dc:creator>Arrastão: A autodeterminação ou é “auto” ou não é nada</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 17:26:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a bem de uma ideia de &#8220;bem comum&#8221; (termo que nunca gostei). É verdade que, como diz Miguel Serras Pereira (que insiste na questão religiosa, que é aqui, por razões históricas e políticas que deixarei [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a bem de uma ideia de &#8220;bem comum&#8221; (termo que nunca gostei). É verdade que, como diz Miguel Serras Pereira (que insiste na questão religiosa, que é aqui, por razões históricas e políticas que deixarei [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Niet</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116573</link>
		<dc:creator>Niet</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 15:23:26 +0000</pubDate>
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		<description>Questões religiosas- A religião funciona por idolatria e por compromisso. &quot; Nenhuma religião efectiva, quer a que é fundada historicamente e quer a que funciona socialmente, não pode estar relacionada com o Abismo, o Caos, ao que ela apelida por vezes de &quot; transcendência &quot;. &quot; La religion fournit un nom à l innommable, une représentation à l´irreprésentable, un lieu à l´illocalisable. (...) Elle est, par excelence, la présentation/occultation du Chaos &quot;.(...)  L´Abime, à la fois énigme, limite,envers, origine, mort, source, excès  de ce qui est sur ce qu´il est, est toujours là et toujours ailleurs, partout et nulle part, le non-lieu dans quoi tout lieu se découpe. Et toute religion le condense fictivement, le chosifie - ou le personnifie, cela revient au même- d´une manière ou d´une autre, l´exporte dans um &quot; ailleurs &quot; quelconque et le ré-importe de nouveau dans ce monde sous la forme du Sacré. Le Sacré est le simulacre chosifié et institué de l´Abime: il se donne comme présence&quot; immanente&quot;, séparée et localisée, du &quot; transcendant &quot;. C. Castoriadis,&quot; Domaines de L´Homme&quot;,. Les carrefours du Labyrinthe II. section Logos, págs. 364 a 418. Éditions Du Seuil. France. Grande dificuldade teórica e política para  as questões filosóficas sobre a  representação histórica da Religião: Urge re-analisar quase 25 séculos de História. Para além de tudo,  prezado Anónimo, não tem razão absolutamente nenhuma - pois cai na contradição mais simples - ao dizer que a fé, a religião- fides- está para além da democracia.Só historicamente falando e por periodos mais ou menos longos, é que tal fenómeno se perfila. De qualquer modo, a amplitude da questão vai obrigar-nos- a todos, espero- que nos mobilizemos para se fazer alguma luz. Deixo uma pista muito sólida elaborada por Castoriadis. Sei que Bataille e Callois se debruçaram muito sobre a questão. Ao trabalho, pois. Niet</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questões religiosas- A religião funciona por idolatria e por compromisso. &#8221; Nenhuma religião efectiva, quer a que é fundada historicamente e quer a que funciona socialmente, não pode estar relacionada com o Abismo, o Caos, ao que ela apelida por vezes de &#8221; transcendência &#8220;. &#8221; La religion fournit un nom à l innommable, une représentation à l´irreprésentable, un lieu à l´illocalisable. (&#8230;) Elle est, par excelence, la présentation/occultation du Chaos &#8220;.(&#8230;)  L´Abime, à la fois énigme, limite,envers, origine, mort, source, excès  de ce qui est sur ce qu´il est, est toujours là et toujours ailleurs, partout et nulle part, le non-lieu dans quoi tout lieu se découpe. Et toute religion le condense fictivement, le chosifie &#8211; ou le personnifie, cela revient au même- d´une manière ou d´une autre, l´exporte dans um &#8221; ailleurs &#8221; quelconque et le ré-importe de nouveau dans ce monde sous la forme du Sacré. Le Sacré est le simulacre chosifié et institué de l´Abime: il se donne comme présence&#8221; immanente&#8221;, séparée et localisée, du &#8221; transcendant &#8220;. C. Castoriadis,&#8221; Domaines de L´Homme&#8221;,. Les carrefours du Labyrinthe II. section Logos, págs. 364 a 418. Éditions Du Seuil. France. Grande dificuldade teórica e política para  as questões filosóficas sobre a  representação histórica da Religião: Urge re-analisar quase 25 séculos de História. Para além de tudo,  prezado Anónimo, não tem razão absolutamente nenhuma &#8211; pois cai na contradição mais simples &#8211; ao dizer que a fé, a religião- fides- está para além da democracia.Só historicamente falando e por periodos mais ou menos longos, é que tal fenómeno se perfila. De qualquer modo, a amplitude da questão vai obrigar-nos- a todos, espero- que nos mobilizemos para se fazer alguma luz. Deixo uma pista muito sólida elaborada por Castoriadis. Sei que Bataille e Callois se debruçaram muito sobre a questão. Ao trabalho, pois. Niet</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116549</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 00:13:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116549</guid>
		<description>A questão não é despir o fato judaico-cristão, mas sim a vestimenta muçulmana. 
E mesmo com triplas negativas («Mas isso não significa que não exijamos que essa religião não possa ser pregada») no fim parece apontar  para um piedoso altar vazio e pagão. Ou, se não piedoso, virtuoso.  Uma espécie de «fides», mas a fides está aquém e, helas, além da democracia 
Mas tudo isto é, ainda, uma questão judaico-cristã - que acolheu e integrou a «fides romana» e, portanto, ocidental. E o Oriente não quer os nossos defeitos nem as nossas virtudes. E sabem que todo o vazio («a interdição da ocupação política do lugar de Deus») será sacralizado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão não é despir o fato judaico-cristão, mas sim a vestimenta muçulmana.<br />
E mesmo com triplas negativas («Mas isso não significa que não exijamos que essa religião não possa ser pregada») no fim parece apontar  para um piedoso altar vazio e pagão. Ou, se não piedoso, virtuoso.  Uma espécie de «fides», mas a fides está aquém e, helas, além da democracia<br />
Mas tudo isto é, ainda, uma questão judaico-cristã &#8211; que acolheu e integrou a «fides romana» e, portanto, ocidental. E o Oriente não quer os nossos defeitos nem as nossas virtudes. E sabem que todo o vazio («a interdição da ocupação política do lugar de Deus») será sacralizado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Niet</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116546</link>
		<dc:creator>Niet</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 00:02:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=30668#comment-116546</guid>
		<description>Questões políticas essenciais- Se bem que a questão &quot; francesa &quot; da Burqa faça parte do&quot; minable&quot; e abjecto projecto político do omniprésident Sarkozy, em mal de sondagens à beira de provas eleitorais importantes, há um lado exemplar politicamente muito importante na sua abordagem. Ricardo Alves e Serras Pereira colocam questões muito pertinentes. O pior- segundo referências em trânsito insertas no livro do politológo Michael Sandel,(1) fellow de Amartya Sen, Charles Taylor e William Galtson- a nata das nata dos pensadores da Justiça e da Equidade, a nível mundial- é que a vontade de &quot; santuarizar as liberdades individuais e de justificar o Mercado &quot; pode afectar qualquer tentativa de apaziguamento e convivência inter-religiosa. Que, como se sabe, acaba sempre por cair naquele &quot; jogo &quot; político-institucional onde a vontade do poder de Estado dita a lei do mais forte. Em França , na inacreditável &quot; sarkolândia &quot;, os deputados  UMP( partido de Sarko, tutti-frutti) e os da Oposição chegaram a acordo e vão destrocar mais umas panaceias para continuarem na senda do controlo comunitário mais estrito, aberrante e deshumano, que mesmo Badiou critica violentamente sempre que intervém no espaço público. (1) Michael Sandel, &quot; Justice. What´s the right thing to do. Penguin Books. Nov. 2009. London. Niet</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questões políticas essenciais- Se bem que a questão &#8221; francesa &#8221; da Burqa faça parte do&#8221; minable&#8221; e abjecto projecto político do omniprésident Sarkozy, em mal de sondagens à beira de provas eleitorais importantes, há um lado exemplar politicamente muito importante na sua abordagem. Ricardo Alves e Serras Pereira colocam questões muito pertinentes. O pior- segundo referências em trânsito insertas no livro do politológo Michael Sandel,(1) fellow de Amartya Sen, Charles Taylor e William Galtson- a nata das nata dos pensadores da Justiça e da Equidade, a nível mundial- é que a vontade de &#8221; santuarizar as liberdades individuais e de justificar o Mercado &#8221; pode afectar qualquer tentativa de apaziguamento e convivência inter-religiosa. Que, como se sabe, acaba sempre por cair naquele &#8221; jogo &#8221; político-institucional onde a vontade do poder de Estado dita a lei do mais forte. Em França , na inacreditável &#8221; sarkolândia &#8220;, os deputados  UMP( partido de Sarko, tutti-frutti) e os da Oposição chegaram a acordo e vão destrocar mais umas panaceias para continuarem na senda do controlo comunitário mais estrito, aberrante e deshumano, que mesmo Badiou critica violentamente sempre que intervém no espaço público. (1) Michael Sandel, &#8221; Justice. What´s the right thing to do. Penguin Books. Nov. 2009. London. Niet</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://5dias.net/2010/01/30/questoes-sobre-um-texto-do-daniel-oliveira/comment-page-1/#comment-116543</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 23:40:05 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente, este teu texto, Miguel. Finalmente, uma tentativa de despir o fato judaico-cristão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente, este teu texto, Miguel. Finalmente, uma tentativa de despir o fato judaico-cristão.</p>
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