
O militante que deixou de ser funcionário aguarda há anos e anos que lhe seja atribuída uma organização em que militar. Como o fulano em questão saiu com fama de ser pouco “firme”, tal comunicação nunca chega. Por fim, alguém telefona. Só que a ideia do partido não é encontrar utilidade para o apaniguado ocioso. Não; trata-se sim de perguntar se ele quer mesmo continuar como militante. Assim à laia de quem inquire: “tens mesmo a certeza de que vale a pena?” Da comemoração que se aproxima, envolvendo a instituição em que o nosso homem trabalhou anos a fio, nem palavra. E assim se vê a força (minguante ) do PC.




- Fugiu à questão principal. Optou por me considerar atrasado mental.
-Mas só o fez ou faz porque lhe faltam outros argumentos. O que só prova o que em cima afirmo.
Argumentos para responder a um fulano que acusa alguém que é militante do PCP há mais de 20 anos (tendo sido funcionário por mais de uma década) de nada saber do seu “modo organizativo”? Acha que vale a pena?
Luis Rainha, a actualização de ficheiros, que até deveria estar já concluída, dado ser morosa e nada fácil, prossegue enquanto o não estiver. No PCP é assim: As tarefas só se encerram quando se concluem. Deveria sabê-lo!
Quanto ao seu gosto por determinado sector, dada a experiência que refere, acredito que constitua limitação à sua vontade de participar, sobretudo se os camaradas que integram tal sector consideram que o mesmo funciona melhor sem si…
Mas, sabe… quando a vontade é mesmo trabalhar o importante é estar receptivo a outras tarefas… mesmo não sendo tão do nosso agrado.
Cumprimentos
-Acho que se você tivesse a mínima noção da forma de organização e enquadramento organizativo do PCP e se fosse intelectualmente honesto nunca teria aceite vir para aqui com tretas .
E por aqui me fico.
Passe bem.
Safa! Ó homem, não se fique por aqui! Siga, siga, que devem estar a precisar de si na Soeiro…