é a cara chapada da justiça politizada. Só à chapada para ser despolitizada. Aliás a “justiça” é comprada por quem pode. É uma pata do tripé do aparelho de dominação de classe. A pata que a pôs
Pois eu simpatizo com a Cândida. Pode ser uma grandessíssima aldrabona, uma colossal trafulha, uma cabra, talvez até uma criminosa, mas, que querem, tem ar de pessoa honesta (um tudo nada obesa – tem barriga até Almeida).
“Parabenizar” é um verbo lindo, mas congratular não fica muito atrás. Por isso, junto-me a este post congratulatório.
A D. Cândida merece uma dupla parabenização: 1º pela sua meritíssima recondução; 2º pela sua evidentíssima gravidez (o bebé está atravessado, certo? Ainda não deu a volta completa).
A sua recondução meritocrática tranquiliza muito, pois já ficámos a saber que os processos irão prescrever (como é costume) nada ficará provado (como é habitual). O que é rotineiro, não gera angústias… Não haverá quaisquer congoxas, o povo está habituado a que tudo termine num bocejante indiferentismo, isto é, “Águas de Bacalhau”. Daí, a meritocracia. Entra aqui, em cena, Shakespeare: All’s Well That Ends Well.
Quanto à gravidez, comove-me sempre, seja qual for a idade da parturiente. Irá nascer o “menino de platina” da justiça portuguesa? Desejo a esta ternurenta mamã “uma hora curta”, novamente, sem quaisquer congoxas.
Curiosidade: O que conterá, ou esconderá, aquela algibeira malandra e semi-aberta? Espero que não seja alguma cassete altamente sigilosa. (Isolem aí… credo, cruzes, canhoto, ainda lha podem roubar! Ainda publicam as escutas!)
mas tolerante, transparente e essencialista é o contexto, pano de fundo, cenário em objecthood, da estética do ABC em desenho cinza de paralelipipedo mínimo. A poética da burocracia justicial.
Era só para dizer que acho os comentários de almajecta muito acertados. Isto, sim, é que é um comentador! Dá contributos de peso para um um debate de ideias intelectual.
“Ganda Professor Universitário”!
Isto, de facto, acorda a “sodade”!
é a cara chapada da justiça politizada. Só à chapada para ser despolitizada. Aliás a “justiça” é comprada por quem pode. É uma pata do tripé do aparelho de dominação de classe. A pata que a pôs
Pois eu simpatizo com a Cândida. Pode ser uma grandessíssima aldrabona, uma colossal trafulha, uma cabra, talvez até uma criminosa, mas, que querem, tem ar de pessoa honesta (um tudo nada obesa – tem barriga até Almeida).
na equipa que ganha não se mexe, daqui vão tambem os meus parabens para o padrinho (o grande rapozão, velho, manhoso e beirão) de estimação.
portanto, ao imbróglio democracia-política-filosofia, badiou deve acrescentar a justiça… parabéns á degradação autopoiética da justiça portuguesa…
“Parabenizar” é um verbo lindo, mas congratular não fica muito atrás. Por isso, junto-me a este post congratulatório.
A D. Cândida merece uma dupla parabenização: 1º pela sua meritíssima recondução; 2º pela sua evidentíssima gravidez (o bebé está atravessado, certo? Ainda não deu a volta completa).
A sua recondução meritocrática tranquiliza muito, pois já ficámos a saber que os processos irão prescrever (como é costume) nada ficará provado (como é habitual). O que é rotineiro, não gera angústias… Não haverá quaisquer congoxas, o povo está habituado a que tudo termine num bocejante indiferentismo, isto é, “Águas de Bacalhau”. Daí, a meritocracia. Entra aqui, em cena, Shakespeare: All’s Well That Ends Well.
Quanto à gravidez, comove-me sempre, seja qual for a idade da parturiente. Irá nascer o “menino de platina” da justiça portuguesa? Desejo a esta ternurenta mamã “uma hora curta”, novamente, sem quaisquer congoxas.
Curiosidade: O que conterá, ou esconderá, aquela algibeira malandra e semi-aberta? Espero que não seja alguma cassete altamente sigilosa. (Isolem aí… credo, cruzes, canhoto, ainda lha podem roubar! Ainda publicam as escutas!)
o falecido Max era um verdadeiro mártir. suportou-a até ao fim com “sangue, suor e lágrimas”
mas tolerante, transparente e essencialista é o contexto, pano de fundo, cenário em objecthood, da estética do ABC em desenho cinza de paralelipipedo mínimo. A poética da burocracia justicial.
e para alem de melancólica tá cheia de sodades, sodade sodade.
Era só para dizer que acho os comentários de almajecta muito acertados. Isto, sim, é que é um comentador! Dá contributos de peso para um um debate de ideias intelectual.
“Ganda Professor Universitário”!
Isto, de facto, acorda a “sodade”!