Diz Mário Soares que, devido à sua condição de mero militante de base do Partido Socialista, não se pronuncia sobre uma candidatura à presidência da República do seu camarada Manuel Alegre. Digo pois eu isto que ele disse, e redigo, pois desconhecia esta limitação férrea e bela do “militante de base”.
E eu repito isto, pois acho a sua uma bela frase… que disciplina… que contenção… que respeito político… hierarquia… solidariedade… A bem da Nação.





carlos
qual é o objectivo deste post?o mesmo se aplica ao militante manuel alegre
se fosses mais racional e menos ant-ps reconheceris que este posté uma palermice
e que eu saiba vivemos em democracia, não popular
Sr. Paulo, porque vivemos em democracia, eu gosto muito de opiniões. Vá opinando, vá opinando.
Sr carlos
registo a sua superioridade moral e peço desculpa por ocupar o seu tempo
Não diga isso, caro Paulo, não diga.
Moral e ética é coisa de socialistas.
Não é para mim.
Hargneux, pitoyables, agressifs, jobards ou rusés, les personnages marionesques sont entrés depuis longtemps dans le panthéon de notre imaginaire.
Les politiques avec leurs pantalons garancent, les fonctionnaires avec leurs ronds-de-cuir sortent tout droit de la fin du XXe siècle ; pourtant il nous semble bien les avoir croisés hier encore, devant une caserne ou dans les bureaux d’une administration.Politique puis fonctionnaire, Mario observa le petit monde qui l’entourait pour en extraire la moelle comique : le rire n’est-il pas l’arme suprême contre le désespoir ? De sa brève expérience , il tira Les Gaîtés de l’escadron puis Le Train TGV, récits où les sous-offs avinés et les bleus terrorisés composent une humanité cruelle dont l’humour est la seule rédemption.
Avec Messieurs les ronds-de-cuir, l’auteur traça le portrait sans retouche de la galaxie bureaucratique, avec ses manies et ses délires, ses excès et ses léthargies. Très vite, le théâtre accueillit l’univers coloré et réaliste de Mario et le carnaval bigarré de ses figures immortelles : le bon gros Boubouroche et sa maîtresse trop rouée, les Boulingrin, éternels martyrs de la vie conjugale, La Brige, ce ” philosophe défensif ” en butte à la justice, monsieur Badin, malade imaginaire de la bureaucratie tentaculaire…
Toute sa vie, Mario a croisé la plume avec la bêtise humaine, il n’a jamais décoléré contre l’insondable stupidité de ses semblables : sa verve s’est sans cesse nourrie d’une intarissable rage, celle de la victime écrasée par l’immense machine administrative.
Prezado administrador do Blogue 5Dias, preclaro universitário e colunista iconoclasta, Carlos Vidal: V. Excia bem sabe que as ” cabeças pensantes ” do Blogue, que dirige com tão inestimável mansuetude, lançam fumo por dá cá aquela palha e arrumam- esperemos que no sotão da História-os dossiers mais escaldantes de uma penada. Andávamos nós- eu um precário comentarista…-a discutir os Sovietes, seu o número e desenvolvimento, quando, para mal dos nossos colectivos(?) pecados, descobri uns Lénine(volumes das O.C.) comprados há anos na “Vieille Taupe” em Paris,retirei um periodo do tomo XXVI e a discussão acabou ali mesmo. Entristecendo com o acontecimento( eu sei, prof.Vidal, que já não lhe falta muito para associar o Badiou ao Castoriadis…), quiz, recentemente, alertar o ” colectivo ” para o ” endiabrado ” Maquiavel, temperando a coisa com notas avulsas de Nietzsche e Adorno, propondo o outro émulo do C.C., o Claude Lefort, que de Merleau Ponty, discípulo extremo, jamais deixou de ser marxista…revolucionário.O fumo sai das máquinas pensadoras e propaga-se sem darmos por isso, convenhamos. Nesse precioso contexto,o prof. Vidal deve compreender a minha pena e inquietação ao ler as suas diatribes contra o ” dinossauro ” Mário Soares.Ficamos sem saber se o prof.apoia as teses, em si, ou as quer utilizar para “achincalhar” o vate de Águeda, que ainda hoje li que também andava a conspirar com Spínola nos terrenos movediços do pré-11 Março 1975. Nós sabemos que, o prof.Vidal, quer o nosso bem e levar a ” nau” a bom porto: ou construir um partido ” satélite ” ou um colectivo de cariz ” altusseriano “, nada mais nem menos.(A seguir). Niet
Errata: é althusseriano, de Louis Althusser. Salut! Niet
Verdade se diga que ao dr Soares qualquer chapéu fica bem. Então se for daqueles de abas largas capaz de fazer sombra também para os amigos, tanto melhor.
Ao sr. Não, e ao sr. negociante de armas a causas tão justas quanto o sr. Savimbi,fantoche do regime nazi,logo racista da África do Sul,MarioSoares, o q o Carlos Vidal quer dizer,e não é preciso vir com o Althusser, é em relação ao respeito ‘pelas hierarquias’ CORRUPTAS, como o sr. deveria saber!
Para quando uns jornalistas com collones,desvendam e anunciam à saciedade os negócios pouco edificantes)(Sujos) do so called pai da democra-cia (desculpe,sou gago!). Bardamerda,para os valores súcialistas (só assim consigo descrever o ideário da mole de lacaios,engraxadoress e novos-ricos) de tal agrupamento.
Mon cher Almajecta, plus puissant que le rire, est le sourire, mais on ecrivant les discours et les commentaires il est dangereaux plus la plupart, parce qu´au contraire de la verbalization, les choses risque d´avoir un sens contraire, car ici on ne peut pas diviner les entonations et les emotions des parole…
Donc, l´ironie, en ecrivant et par les mêmes raisons, risque d´avoir un effect boomerang…
” On a beau de dire que quand on rit de tout, on ne fait pas de politique, on finit toujours par en faire un peu “. M. Coluche,” ça roule, ma poule “,le cherche midi, éditions,france 2002.
II. Carta-Aberta ao Prof. Vidal: Estou a ficar perturbado com o seu silêncio!Ou prepara demolidor artigo com apóstrofes ao Niet( a quem só falta o zsche…)e com referências epistemológicas a todas as ” manchetes ” que gostaria de ter realizado pelo/para o Blogue; ou iremos ter ” trovoada da grossa”, catalinárias intempestivas, contra os fautores e amanuenses da deriva anarquista ou conselhista.Não faço palpites, no entanto.O combate é duro demais para nos estarmos a preocupar com lances estratégicos de periferia caótica, e quase ingovernável, não concorda? Urge preparar o futuro para os grandes debates. Como diria Maquiavel,” Um princípe que tem pessoal e não tem soldados, deve atacar não a sua falta de ombridade mas a sua fraqueza e estupidez”. Mas, agora me recomponho, não nos podemos esquecer daquela tirada magistral de Fernando Pessoa: ” A estupidez humana é muito grande, e a bondade muito pequena “.( A seguir). Niet
Niet, convocou nomes que me são caros, desde Maquiavel a Althusser a propósito desta referência a um, como lhe chama, dinossauro. Fez bem, mas deixe-me ver se o compreendo na totalidade. Vejamos. Consideremos 3 maquiaveis.
1. Maquiavel surge como um pensador que se propõe a ajudar o tirano na sua governação, indicando-lhe caminhos para se sustentar no poder por muito tempo: que oprima, mas não excessivamente, que não caia na asneira do reformismo, etc.
2. Maquiavel sublinha aos humanos livres as linhas de acção do tirano para que estes, humanos livres, possam lutar contra o tirano.
3. Aqui, diferentemente das hipóteses anteriores, temos um Maquiavel (e é um pouco a minha leitura) que nos diz que se existem tiranos ou tiranetes (ou corruptos, etc.) é porque os humanos não são livres, não querem ser livres, e querem mesmo a tirania: o homem, o povo ou o colectivo é o culpado da existência do tirano.
Não sendo o tirano de que fala Maquiavel, Soares também deve a sua glória ao consentimento do “povo”, que nele votou inúmeras vezes.
Andará por aqui o sentido do seu comentário. Certo? Errado?
Por outro lado, também vejo que se lamenta (com razão) de aqui por este blogue se mudar de assunto com rapidez. A discussão Lenine deu agora lugar a uma coisa muito mais pobre e deprimente: O par Soares/Alegre. Tem razão.
Entretanto, não sou o administrador nem o “moderador” deste blogue.
Apenas um escriba entre outros.
CV
Nota breve: C. Vidal, a sua dialéctica funciona. Mas não se esqueça que Maquiavel tinha que se defender de muita ” bicharada”. A citação que utilizei de Maquiavel na II Carta dizia, como é bom de entender, que o rei deve atacar os súbditos- soldados e futricas- para contrariar a sua, deles, fraqueza e estupidez. Tudo bem? Está a ver como Maquiavel é elíptico e falsamente equívoco?Salut! Niet
O meu comentário foi escrito antes de ter lido o seu último (das 23:08), caro Niet.
Estava a pensar no meu silêncio? Leia então o por mim escrito acima às 23:17.
Mas já que fala em autonomismos e conselhismos, ou autonomistas e conselhistas, coisa radical suponho: porque é que deixam incólumes os reformistas, porque é que nenhum de vós tenta um pequeno exercício de descontrução do instituição “PS”?, um exercício mínimo que seja??
Diga lá, então.
Vamos.
(Aguardando. CV)
Isto anda trocado e com respostas rápidas.
Concordamos em Maquiavel: elíptico e genial.
CV
(Diga qualquer coisa sobre porque é que contemporiza tanto com “socialistas”.)
Carlos Vidal: Vamos falar com as janelas todas abertas.Por diversos tempos e modos,a estratégia mais actual e dinâmica do Conselhismo/ Autonomia- que está ligada ao pensamento e à obra de Castoriadis, sobretudo -tem sido amplamente ventilada, glosada, perifraseada no Blogue. Com mais ou menos brilho, com mais ou menor acutilância. Mas sempre com vontade de esclarecer e, de honesta e galhardamente, se jogarem as cartas e os contextos em cima da mesa. Sem biombos, alçapões ou duplos sentidos. Do meu ponto de vista pessoal, eu só ainda não mencionei o estatuto dos EUA, passado e actual, porque ainda não houve ocasião para tal referência. Sub-entende-se, no entanto, que há uma incompatibilidade visceral entre a ” democracia americana ” e o poder dos Conselhos Operários. E levando mais longe o meu raciocínio, se me permite, tal grau de antagonismo é tão explosivo que elimina mesmo qualquer tipo de relacionamento ou compromisso teórico ou histórico.Ora, aqui está um bom par de questões para podermos futuramente discutir. Salut! Niet
Carlos,
eu não sei se, para ti, sou “um de vós”, anarquistas e conselhistas vários, que te exasperam, e que citas na tua resposta ao Niet. Mas, se quiseres, enfio a carapuça, pois continuo fiel àquilo a que costumava chamar a democracia libertária e a que hoje tendo a chamar cidadania governante, poder político democrático porque igualitariamente aberto à participação dos cidadãos.
Assim, não contemporizo com o PS, levantei objecções de princípio à candidatura de Alegre, estreei-me – ou estreou-me o Zé Neves – neste blogue, antes de fazer parte dos seus autores, com um texto em que, tecendo críticas de fundo ao BE, apelava ao voto nele, contra a estabilização do socratismo. Não passo é a defender soluções tirânicas contanto que sejam contra Sócrates, ou Soares, ou Cavaco, ou P. Portas, ou Jerónimo, ou qualquer responsável pelo que no BE se continua a reproduzir como contrário à afirmação da vontade democrática de autonomia. Para mim, por isso, e por maioria de razão, não basta o anti-socratismo para fazer um traço de união político.
msp
Miguel,
Vamos ver se, sinteticamente, nos entendemos numa posição de princípio: o que chamas tirania eu chamo emancipação social violenta. Foi tentada por mais do que uma vez na história do último século e meio.
O que chamas tirania eu chamarei revolução, ruptura, transformação, como diz um tal Jean Salem a partir de Lénine, inevitavelmente violenta. Portanto, não só chamamos convenientemente nomes diferentes a coisas/factos afins, como ainda cremos que eles nos conduzem a lugares opostos. Eu não deduzo que da violência venha inevitavelmente uma tirania.
Nem defino “tirania” com a tua precisão cirúrgica.
Quanto ao resto, creio não estar errado quando penso que o teu “inimigo” político número 1 é uma coisa chamada Partido Comunista Português. Mas, de facto, tudo isto é na verdade muito mais complexo. Também sei que sim. Naturalmente.
Vamos pois debatendo.
CV
Carlos,
para nos entendermos, terás de reconhecer que eu nunca disse que a violência era sempre contrária à emancipação. Disse várias vezes aqui, que a autonomia democrática de um poder político exercido pelos cidadãos implicava a concretização da ideia do “povo em armas”, ou das “milícias populares”. Agora, não basta ser violento, ou vestir-lhe a pele, para se ser revolucionário ou para que as posições políticas que se defendem o sejam. Isto não é bem “quanto mais sangue, melhor”. A questão de fundo, em todo o caso, é sempre a mesma quem e como exerce o poder que recorre à violência ou à ameaça dela. É por isso que uma certa precisão – eu não diria cirúrgica, mas assente em ideias claras – é importante na definição da “tirania” ou do poder hierárquico. No que eu não acredito é que um poder tirânico, ou também um poder do tipo dos aparelhos de Estado actuais, possa ser libertador. Tudo o que tira poder aos cidadãos ou estabelece distinções hierárquicas entre eles (económicas, de acesso à decisão, etc.) só pode contribuir para os subordinar, reproduzindo as condições da dominação.
Quanto ao PCP, é verdade que a sua organização de tipo leninista (quando não estalinista) reproduz formas de poder e de relação social que são antagónicas da ruptura democrática com o Estado oligárquico e com a organização capitalista da actividade económica. Mas tal não é a única forma de organização que a revolta, o descontentamento, etc. devem rejeitar se não quiserem acabar por servir a reprodução da ordem estabelecida. Neste momento, o PCP não é, senão pelos efeitos negativos, de travão e limitação, para a construção e desenvolvimento de formas alternativas de luta, um obstáculo maior. Mas creio que esses efeitos negativos – engendrados de forma semelhante por outras forças ou correntes menos importantes quantitativamente – são para tomar a sério e de rejeitar sem contemplações.
O cidadão comum só fica a conhecer bem Soares e o PS depois de ler o livro de Rui Mateus. Pode ser traumatizante para os mais ingénuos.
Aqui está ele
http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
Senhores comentadores, não fica bem tratar assim o “pai da democracia”!
Um trecho de Michel Bakounine sobre a Comuna de Paris-” Nos amis de Paris ont eu mille fois raison. Car, en effet,quelle est la tête si géniale qu´elle soit, ou si l´on veut parler d´une dictature collective, fût-elle même formée par plusieurs centaines d´individus doués de facultés supérieures, quelles sont les cerveaux assez puissants, assez vastes pour embrasser l´infinie multiplicité et diversité des intérêts réels, des aspirations, des volontés, des besoins dont la somme constitue la volonté collective d´un peuple et pour inventer une organisation sociale capable de satisfaire tout le monde? Cette organisation ne sera jamais qu´un lit de Procustre sur lequel la violence plus ou moins marquée de l´État forcera la malheureuse société à s´étendre. C´est ce qui est toujors arrivé jusqu´ici, et c´est précisément à ce système antique de l´organisation par la force que la Révolution sociale doit mettre un terme en rendant leur pleine liberté aux masses, aux groupes, aux communes, aux associations, aux individus mêmes, et en détruisant, une fois pour toutes, la cause historique de toutes les violences, la puissance et l´existence même de l´Etat qui doit entrainer dans sa chute toutes les iniquités du droit juridique avec tous les mensonges des cultes divers, ce droit et ces cultes n´ayant jamais été rien que la consécration obligée tant idéale que réelle de toutes les violences représentées, garanties et privilégiées par l État.
(…)Quiconque a eu le bonheur de connaitre Varlin, par exemple,pour ne nommer que celui dont la mort est certaine, sait combien, en lui et en ses amis, les convictions socialistes ont été passionnées, réfléchies et profondes. C ´étaient des hommes dont le zèle ardent, le dévouement et la bonne foi n´ont jamais pu être mis en doute par aucun de ceux qui les ont approchés. Mais précisement parce qu´ils étaient des hommes de bonne foi, ils étaient en eux-mêmes pleins de défiance en eux-mêmes en présence de l´oeuvre immense à laquelle ils avaient d´ailleurs voué leur pensée et leur vie: ils se comptaient pour si peu! Ils avaient d´ailleurs cette conviction que dans la Révolution sociale, diamétralement opposée, dans ceci comme dans tout le reste, à la Révolution politique, l´action des individus était presque nulle et l´ action spontanée des masses devait être tout. Tout ce que les individus peuvent faire, c´est d´élaborer, d´éclaircir et de propager les idées correspondant à l ínstinct populaire, et, de plus, c´est de contribuer par leurs efforts incessants à l´ organisation révolutionnaire de la puissance naturelle des masses, mais rien au-délà; et tout le reste ne doit et ne peut se faire que par le peuple lui-même “.La Révolution Sociale en France(1870-71).Éditions Le Monde Libertaire. Niet
Este Não(niet-gavno) e o miguelserraspereira deverão ser sofisticados,mas lacaios do nepotismo:quando palram sobre alternâncias ao marxismo-leninismo e de estalinismo(será que sabem do que estão a falar solidamente e,se são intelectualmente honestos,ie,ispilico-me,se leram sobre o periodo estalinista e sobre quem viveu essa época-aconselho-os(se tiverem algum pouco de honestidade a ler http://resistir.info/russia/benediktov.html e a ir
http://hist-socialismo.net/)).
A ‘alternativa’ ao marxismo-leninismo tem sido algo como o PT do Lula e as suas figuras tristes,e abraço forte ao Imperialismo estdounidense,quer seja com idiotas quer com ‘pretos’.Algo tem que mudar para que tudo fique na mesma e,eu tou farto de ‘entelectuais a bendizer da treta’.Niet,idi na hui!Não sei se percebes pq para o Zé em Lisboa já eu dei e Nunca mais vou dar para figuras tristes e sem consequÊncias!
Mais um desafio ao Carlos Vidal!- Como quem não quer a coisa, como dizia o meu amigo E.G. Carneiro, se me permite, por que é que não relança o debate sobre o PS e o consulado soarista, a partir do livro do Rui Mateus? Diversos amigos me colocaram no Verão passado, em Lisboa, perante a sua perplexidade pela ausência de reedição da obra do antigo secretário nacional socialista. E, ao mesmo tempo, parece que ninguém sabe onde ele se encontra, se está vivo ou morto. Se mudou de visual ou vive à sombra da bananeira nalgum país das Bermudas…Do meu ponto de vista, o relato ou confissão, perde-se quando, com Soares já em Belém, ele fala com o PR, começando a saga- à Le Carré-a enredar-se em frenéticas micro-narrativas sobre dinheiros…do PS, da Emaudio e do respectivo staff-João Tito de Morais e Menano do Amaral, a par de extractos de pareceres de penalistas e juristas a quem se agarra, ele R. Mateus, para escapar à ameaça de encarceramento.O que é que tudo isto vale agora? Há passagens e fotos sobre o Manuel Alegre…Mas o perfil político de Almeida Santos e Jaime Gama aparece mais beliscado: nas sequências mirabolantes relativas a quando os dois se coligam para impedir que Rui Mateus se alce a ministro dos Negócios Estrangeiros, cargo com que Mário Soares lhe acenava desde o tempo do Bloco Central…Proposta aceite, C. Vidal? Niet
Niet, não estou a brincar, mas gostava muito de fazer isso.
E digo que não estou a brincar, porque ainda estou sob a ressaca de uma tese univ. entregue há tempo, e ainda não defendida (está para breve): Caravaggio/Rembrandt/Velázquez/Videoarte lidos à luz da “verdade/acontecimento” em Alain B. (não é este o título, mas o tema). É um “capítulo” com determinadas tarefas que tenho de “encerrar”.
Depois, creio que o livro do Rui Mateus será uma das prioridades.
Mas não quero tirar o lugar, nesse tema, ao blogue “aventar”, que tem o livro em publicação (por partes, de forma algo dispersa, o que faz a coisa passar despercebida).
E note que já aqui no 5dias fiz inúmeras referências ao caso (ao livro).
e outro desafio ainda, qual a razão de tanto furor internacionalista na quarta?
Jecta, como sabes, eu nesse particular fico-me sempre pela terceira. Mas, já passou tanto tempo depois que agora é altura de renovadas alianças.
OOOPS, é pá, assim não dá.
Será? Esquerda/Direita como Conde/Bolicaos.
Finalmente o auto retrato da Terrinha dos Chicos.