Depois de uns saudáveis meses longe da bloga, começo a agora dar pelo que de pouco saudável foi acontecendo por aqui. E tropeço logo num FF.
Ao que parece, o homem topou um perigoso texto onde se falava de prisioneiros que não se deixam quebrar pela ameaça das armas nem pelo cativeiro. Depois, pareceu-lhe que admirar uma tal postura era a modos que incompatível com ter trabalhado numa empresa de comunicação que presta serviços à McDonald’s (não foi bem assim que ele pôs a coisa, claro; assinalar que o Nuno «era “o” propagandista em Portugal da empresa que é o símbolo do imperialismo» tem muito mais tchan, embora também seja mais viscoso).
Adiante. Aguardo agora em jubilosa esperança que o intendente Fernandes venha anunciar quem foram os colegas jornalistas que aceitaram os tais (e outros) convites excursionistas. É que suspender a carteira para ganhar a vida de forma transparente e honrada não me parece grande pecado; já andar de continente em continente a expensas de empresas sobre as quais até se escreve com frequência… enfim. Gostaria mesmo de saber alguns nomes – que querem, é a minha costela coscuvilheira. Infelizmente, palpita-me que o Nuno não irá desatar aos gritos, de dedo em riste, denunciando supostas malfeitorias extra-laborais de colegas. Mas agora sabemos que podemos confiar em FF para desempenhar essa tarefa com um brilhozinho nos olhos.



