Um debate recente sobre o destino do terror levou a que a conversa resvalasse (entre outros destinos de interesse) para o facto de serem inevitáveis as baixas proletárias quando a política se transforma no confronto das armas. Muitos e bons filhos dos EUA morrem quase todos os dias em solo iraquiano e afegão, muitos e bons filhos de Israel têm morrido ao longo de meio século de luta contra a ocupação sionista, muitos e bons filhos da Alemanha morreram a defender o Reich e a impedir o fim do nazi-fascismo na Europa, muitos e bons filhos da Europa morreram para que se libertassem as novas nações africanas. Serão de lamentar as baixas se são entre os agressores, invasores, os beligerantes?
Seria e será possível a sua derrota política sem a respectiva derrota no campo militar?




As Guerras são a síntese dialéctica de velhos a falarem e novos a morrerem.
a frase é bonita não fosse os novos também falarem e os velhos também morrerem.
Claro que sao de lamentar as baixas, porque os inocentes e que morrem, a carne para canhao: Nao ves la os dirigentes, os que mandam, nem os filhos deles.
É essa a ideia do post Ricardo Santos Pinto…