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	<title>Comentários em: Et Pluribus Unum</title>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113763</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 21:15:07 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Zé Neves,

Eu não acredito e nunca acreditei neste drama do individualismo Vs. Comunitarismo. Este suposto antagonismo é um absurdo apesar de continuar a estruturar, estupidamente, todos os grandes debates em torno da teoria política. O contexts of justice que mencionei tem o mérito de tentar transcender este falso antagonismo.

Este talvez n seja o lugar apropriado para &quot;dissertar&quot; sobre o assunto. É muito bla bla junto.

confesso que n percebi bem o que escreveste. 
eu pertenço, tal como tu, a muitas estruturas do comum (linguagem, tradições - n sou conservador, nota bem). mas, apesar disso, tu és comunista e eu não sou. ou seja, o facto de eu ser x e tu y (as tais diferenças) não pode ser redutível  às tais estruturas do comum a que ambos pertencemos. a diferença persiste. seria infrutífero invocar o tal &quot;comum&quot; como forma de resolver as nossas diferenças. 

desculpa mas hoje não estou nos meus melhores dias.

sugiro que leias o rainer. ele é brilhante e fala de tudo isto. espero que gostes.
cumprimentos,
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé Neves,</p>
<p>Eu não acredito e nunca acreditei neste drama do individualismo Vs. Comunitarismo. Este suposto antagonismo é um absurdo apesar de continuar a estruturar, estupidamente, todos os grandes debates em torno da teoria política. O contexts of justice que mencionei tem o mérito de tentar transcender este falso antagonismo.</p>
<p>Este talvez n seja o lugar apropriado para &#8220;dissertar&#8221; sobre o assunto. É muito bla bla junto.</p>
<p>confesso que n percebi bem o que escreveste.<br />
eu pertenço, tal como tu, a muitas estruturas do comum (linguagem, tradições &#8211; n sou conservador, nota bem). mas, apesar disso, tu és comunista e eu não sou. ou seja, o facto de eu ser x e tu y (as tais diferenças) não pode ser redutível  às tais estruturas do comum a que ambos pertencemos. a diferença persiste. seria infrutífero invocar o tal &#8220;comum&#8221; como forma de resolver as nossas diferenças. </p>
<p>desculpa mas hoje não estou nos meus melhores dias.</p>
<p>sugiro que leias o rainer. ele é brilhante e fala de tudo isto. espero que gostes.<br />
cumprimentos,<br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113761</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 20:37:35 +0000</pubDate>
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		<description>O Ricardo Noronha foi até agora o único a perceber que este texto é sinistro. Ou, pelo menos, o único do &quot;colectivo&quot; com tomates para furar a muralha mole da condescência. Estava a ver que não. O resto, é conversa da treta. Com o Carlos Vidal, pelo menos, consigo divertir-me. Com este Bruno Peixe, nadinha. brrr</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Ricardo Noronha foi até agora o único a perceber que este texto é sinistro. Ou, pelo menos, o único do &#8220;colectivo&#8221; com tomates para furar a muralha mole da condescência. Estava a ver que não. O resto, é conversa da treta. Com o Carlos Vidal, pelo menos, consigo divertir-me. Com este Bruno Peixe, nadinha. brrr</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113749</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 18:30:52 +0000</pubDate>
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		<description>caro zé,

interessantes (os teu comentários)
agora tenho que ir ao superm. comprar as cenas po jantar
o meu velho e uma amiga minha tão famintos.
ciao
z</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro zé,</p>
<p>interessantes (os teu comentários)<br />
agora tenho que ir ao superm. comprar as cenas po jantar<br />
o meu velho e uma amiga minha tão famintos.<br />
ciao<br />
z</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113744</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 17:27:25 +0000</pubDate>
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		<description>«O colectivo só é tal em resultado de um concurso efectivo dos indivíduos que o integram. Daí todo o espaço para a diferença, para o eventual conflito, até para a contradição» (Barata-Moura).

O problema é (ou melhor, foi e tornará a ser um dia, porque hoje, o debate indivíduo/colectivo é espúrio) conceder um estatuto de autonomia e protecção ao indivíduo face ao colectivo, aos poderes neste existentes e aos demais indivíduos. O socialismo real sempre recusou a concessão desse estatuto. O futuro socialismo terá que o atribuir ab initio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«O colectivo só é tal em resultado de um concurso efectivo dos indivíduos que o integram. Daí todo o espaço para a diferença, para o eventual conflito, até para a contradição» (Barata-Moura).</p>
<p>O problema é (ou melhor, foi e tornará a ser um dia, porque hoje, o debate indivíduo/colectivo é espúrio) conceder um estatuto de autonomia e protecção ao indivíduo face ao colectivo, aos poderes neste existentes e aos demais indivíduos. O socialismo real sempre recusou a concessão desse estatuto. O futuro socialismo terá que o atribuir ab initio.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: zé neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113743</link>
		<dc:creator>zé neves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 17:22:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=28982#comment-113743</guid>
		<description>caro ezequiel, de acordo em relação a não bastar afirmar a pertença intrínseca do humano ao social. mas quando dizes pertencemos ao comum mas somos muito diferentes estás a pressupor que tu próprio não és diferente daquilo que eras ou serás e esta diferenciação que é constituinte tem que ver com a existência comum. ah, e eu não falei em orientações normativas... talvez devesse, não sei, mas não falei
abç</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro ezequiel, de acordo em relação a não bastar afirmar a pertença intrínseca do humano ao social. mas quando dizes pertencemos ao comum mas somos muito diferentes estás a pressupor que tu próprio não és diferente daquilo que eras ou serás e esta diferenciação que é constituinte tem que ver com a existência comum. ah, e eu não falei em orientações normativas&#8230; talvez devesse, não sei, mas não falei<br />
abç</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: viana</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113742</link>
		<dc:creator>viana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 17:17:11 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;(...)a diversidade é hoje, nas nossas sociedades, um dos mais poderosos operadores de consenso(...)&quot;

Só se o Bruno Peixe vive enfiado no Bairro Alto... A diversidade só é celebrada pelas elites urbanizadas. Saia da sua concha e experimente perguntar ao primeiro que encontre se aceita morar no mesmo prédio dum cigano, se concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo, se não se importava de ver o seu querido descendente namorar com alguém com côr de pele diferente, ou se podem construir uma mesquita com bonitos minaretes na vizinhança, e vai ver o que lhe dizem.

&quot;Que importa o interesse egoísta de alguns, quando em jogo estão as conquistas de muitos?&quot;

Um dos pequeninos problemazinhos de tal atitude é identificar correctamente quem está a defender o seu interesse egoísta vs. o bem-comum. Quando Estaline mandava executar o seus (ou seriam do povo?...) inimigos defendia o seu interesse egoísta (de manutenção exclusiva do Poder) ou o do povo? Santa ingenuidade....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;(&#8230;)a diversidade é hoje, nas nossas sociedades, um dos mais poderosos operadores de consenso(&#8230;)&#8221;</p>
<p>Só se o Bruno Peixe vive enfiado no Bairro Alto&#8230; A diversidade só é celebrada pelas elites urbanizadas. Saia da sua concha e experimente perguntar ao primeiro que encontre se aceita morar no mesmo prédio dum cigano, se concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo, se não se importava de ver o seu querido descendente namorar com alguém com côr de pele diferente, ou se podem construir uma mesquita com bonitos minaretes na vizinhança, e vai ver o que lhe dizem.</p>
<p>&#8220;Que importa o interesse egoísta de alguns, quando em jogo estão as conquistas de muitos?&#8221;</p>
<p>Um dos pequeninos problemazinhos de tal atitude é identificar correctamente quem está a defender o seu interesse egoísta vs. o bem-comum. Quando Estaline mandava executar o seus (ou seriam do povo?&#8230;) inimigos defendia o seu interesse egoísta (de manutenção exclusiva do Poder) ou o do povo? Santa ingenuidade&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113734</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 16:50:06 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Zé,

não é redutivel quer dizer = as orientações normativas que derivas do &quot;comum&quot; não podem ser transpostas à papo seco para a esfera do individual. será q me faço compreender???  n basta afirmar a pertença intrínseca do humano ao social. pertencemos ao comum mas somos muito diferentes. 

recomendo, se me permites, este livrinho fantástico. é chato pa xuxu (o gajo é alemão) mas muito elucidativo.

rainer forst, contexts of justice (julgo eu, li-o no ano em q foi publicado)

este é um dos melhores estudos sobre esta problemática, assim como o Liberals&amp; communitarians de Swift &amp; Mulhall

ciao,
z</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Zé,</p>
<p>não é redutivel quer dizer = as orientações normativas que derivas do &#8220;comum&#8221; não podem ser transpostas à papo seco para a esfera do individual. será q me faço compreender???  n basta afirmar a pertença intrínseca do humano ao social. pertencemos ao comum mas somos muito diferentes. </p>
<p>recomendo, se me permites, este livrinho fantástico. é chato pa xuxu (o gajo é alemão) mas muito elucidativo.</p>
<p>rainer forst, contexts of justice (julgo eu, li-o no ano em q foi publicado)</p>
<p>este é um dos melhores estudos sobre esta problemática, assim como o Liberals&amp; communitarians de Swift &amp; Mulhall</p>
<p>ciao,<br />
z</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zn</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113732</link>
		<dc:creator>zn</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 16:46:53 +0000</pubDate>
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		<description>1. A diversidade é um facto e, ao contrário do que afirmas, é um bom facto. Porque sem diversidade, diferença, não vale a pena a comunicação. Para quê fazer perguntas, quando se já sabem as respostas? Deste ponto de vista, qualquer projecto político só pode ter como base a diversidade. 

2. Uma coisa é a diversidade, outra é a incompatibilidade. A primeira pode ser a base para a comunicação, a segunda anuncia a luta de classes. Por isso, escrevo aqui - num blogue de esquerdas - e não no blog do Pacheco Pereira. 

3. &quot;...situações históricas em que, em nome da luta popular e igualitária, a tal diversidade político ideológica deu lugar à unidade do corpo político&quot;. Até que ponto é que um processo assente na divisão entre elites e massas (ou vanguardas e massas, como queiras chamá-lo) pugna pela luta popular e igualitária? 

Vê se escreves mais vezes...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. A diversidade é um facto e, ao contrário do que afirmas, é um bom facto. Porque sem diversidade, diferença, não vale a pena a comunicação. Para quê fazer perguntas, quando se já sabem as respostas? Deste ponto de vista, qualquer projecto político só pode ter como base a diversidade. </p>
<p>2. Uma coisa é a diversidade, outra é a incompatibilidade. A primeira pode ser a base para a comunicação, a segunda anuncia a luta de classes. Por isso, escrevo aqui &#8211; num blogue de esquerdas &#8211; e não no blog do Pacheco Pereira. </p>
<p>3. &#8220;&#8230;situações históricas em que, em nome da luta popular e igualitária, a tal diversidade político ideológica deu lugar à unidade do corpo político&#8221;. Até que ponto é que um processo assente na divisão entre elites e massas (ou vanguardas e massas, como queiras chamá-lo) pugna pela luta popular e igualitária? </p>
<p>Vê se escreves mais vezes&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Noronha</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113727</link>
		<dc:creator>Ricardo Noronha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 15:29:58 +0000</pubDate>
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		<description>Nunca escreve e depois sai-se com esta merda estalinista. Estamos bem lixados contigo pequeno timoneiro... Espero chegar primeiro ao arsenal no dia da tomada do palácio de inverno. Se ainda não houver barricadas erguidas contra ti, vou ser o primeiro a agarrar a pá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca escreve e depois sai-se com esta merda estalinista. Estamos bem lixados contigo pequeno timoneiro&#8230; Espero chegar primeiro ao arsenal no dia da tomada do palácio de inverno. Se ainda não houver barricadas erguidas contra ti, vou ser o primeiro a agarrar a pá.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zé neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113719</link>
		<dc:creator>zé neves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 14:23:48 +0000</pubDate>
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		<description>o ezequiel diz, em relação ao que eu disse: &quot;a individuação só tem lugar no comum mas não é redutível ao comum&quot;. eu diria: nem mais. isto é, a individuação age sempre sobre o comum que por sua vez age sempre sobre a individuação. pescadinha de rabo na boca. com arroz de ervilhas, espera-se.
abç</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o ezequiel diz, em relação ao que eu disse: &#8220;a individuação só tem lugar no comum mas não é redutível ao comum&#8221;. eu diria: nem mais. isto é, a individuação age sempre sobre o comum que por sua vez age sempre sobre a individuação. pescadinha de rabo na boca. com arroz de ervilhas, espera-se.<br />
abç</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113713</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 13:14:56 +0000</pubDate>
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		<description>n estou a dizer que a diferença deve ser o único critério-base de um programa político.
nada disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>n estou a dizer que a diferença deve ser o único critério-base de um programa político.<br />
nada disso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113712</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 13:13:50 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Bruno,

Não percebo porque é que  afirmas que a diferença n deve servir de base a um projecto 
político. 

A individuação só tem lugar no comum (?) nas não é redutível ao comum. 

Não seria muito difícil e até é bastante comum invocar a diferença na justificação da igualdade.

Em termos históricos (feminismo etc) a igualdade foi o leitmotif de muitas afirmações de diferença. 

A meu ver, não faz sentido afirmar que a diversidade (diferença) faz parte da nossa condição (pós-moderna??) mas que não pode servir de base a um programa político. 

O reconhecimento social e institucional de diferenças não implica, a meu ver, uma qualquer justificação da desigualdade. Muito pelo contrário.

cumps,
z</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Bruno,</p>
<p>Não percebo porque é que  afirmas que a diferença n deve servir de base a um projecto<br />
político. </p>
<p>A individuação só tem lugar no comum (?) nas não é redutível ao comum. </p>
<p>Não seria muito difícil e até é bastante comum invocar a diferença na justificação da igualdade.</p>
<p>Em termos históricos (feminismo etc) a igualdade foi o leitmotif de muitas afirmações de diferença. </p>
<p>A meu ver, não faz sentido afirmar que a diversidade (diferença) faz parte da nossa condição (pós-moderna??) mas que não pode servir de base a um programa político. </p>
<p>O reconhecimento social e institucional de diferenças não implica, a meu ver, uma qualquer justificação da desigualdade. Muito pelo contrário.</p>
<p>cumps,<br />
z</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PP</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113709</link>
		<dc:creator>PP</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:37:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=28982#comment-113709</guid>
		<description>http://www.facebook.com/pages/Carlos-Vidal/222815114052#/pages/Carlos-Vidal/222815114052</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Carlos-Vidal/222815114052#/pages/Carlos-Vidal/222815114052" rel="nofollow">http://www.facebook.com/pages/Carlos-Vidal/222815114052#/pages/Carlos-Vidal/222815114052</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O capitalista envergonhado « Solstício</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113708</link>
		<dc:creator>O capitalista envergonhado « Solstício</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:37:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=28982#comment-113708</guid>
		<description>[...] O capitalista&#160;envergonhado  O Dr. Bruno Dias é parco em textos, mas quando assoma na blogosfera, neste caso no prístino Cinco .... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O capitalista&nbsp;envergonhado  O Dr. Bruno Dias é parco em textos, mas quando assoma na blogosfera, neste caso no prístino Cinco &#8230;. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: nuno castro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113707</link>
		<dc:creator>nuno castro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:36:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=28982#comment-113707</guid>
		<description>Conquistas de muitos?? Ainda me estou a rir...

quanto ao interesse egoísta de alguns...eu não diria melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conquistas de muitos?? Ainda me estou a rir&#8230;</p>
<p>quanto ao interesse egoísta de alguns&#8230;eu não diria melhor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé Neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113704</link>
		<dc:creator>Zé Neves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:18:26 +0000</pubDate>
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		<description>mas olha, não creio que a ideia da unidade seja preferível à da diversidade. no post em que me demarcava do post do Carlos, nos comentários, o Xatoo dizia que estávamos de regresso à velha questão do individualismo e do colectivismo. discordei e escrevi isto, que talvez se aplique igualmente à dicotomia com que encerras o teu post. vê lá se discordas: &quot;xatoo, não se trata nem de individualismo nem de colectivismo. tenho tudo contra o primeiro e não tenho muito a favor do segundo, embora admita o mesmo; o colectivismo, todavia, pode operar fora de um quadro de representação, quadro subjacente à ideia de alguém falar em nome de outrem, mais a mais sem a concordância desse outrem (isto já não tem nada a ver com o Carlos directamente, que nem sequer pretendeu, como ele já referiu, falar em nome de quem quer que fosse). mas já agora acrescento: a dicotomia individualismo/colectivismo é uma falsa alternativa, porque a questão é compreender que a individuação só tem lugar no quadro do comum. o liberalismo, parte substancial dele, pelo menos, passou demasiado tempo a criticar o comunismo como colectivista e anti-individualista: tinha razão na segunda crítica (e por isso sou comunista) mas não tinha razão na primeira. abç&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mas olha, não creio que a ideia da unidade seja preferível à da diversidade. no post em que me demarcava do post do Carlos, nos comentários, o Xatoo dizia que estávamos de regresso à velha questão do individualismo e do colectivismo. discordei e escrevi isto, que talvez se aplique igualmente à dicotomia com que encerras o teu post. vê lá se discordas: &#8220;xatoo, não se trata nem de individualismo nem de colectivismo. tenho tudo contra o primeiro e não tenho muito a favor do segundo, embora admita o mesmo; o colectivismo, todavia, pode operar fora de um quadro de representação, quadro subjacente à ideia de alguém falar em nome de outrem, mais a mais sem a concordância desse outrem (isto já não tem nada a ver com o Carlos directamente, que nem sequer pretendeu, como ele já referiu, falar em nome de quem quer que fosse). mas já agora acrescento: a dicotomia individualismo/colectivismo é uma falsa alternativa, porque a questão é compreender que a individuação só tem lugar no quadro do comum. o liberalismo, parte substancial dele, pelo menos, passou demasiado tempo a criticar o comunismo como colectivista e anti-individualista: tinha razão na segunda crítica (e por isso sou comunista) mas não tinha razão na primeira. abç&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113703</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:17:30 +0000</pubDate>
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		<description>«É por isso que não condeno as situações históricas em que, em nome da luta popular e igualitária, a tal diversidade político ideológica deu lugar à unidade do corpo político, uma unidade essencial para defender, por exemplo, as conquistas de uma revolução».

Só tem um probleminha: é que, a prazo, foi a tal «unidade do corpo político» que destruiu as conquistas da revolução.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«É por isso que não condeno as situações históricas em que, em nome da luta popular e igualitária, a tal diversidade político ideológica deu lugar à unidade do corpo político, uma unidade essencial para defender, por exemplo, as conquistas de uma revolução».</p>
<p>Só tem um probleminha: é que, a prazo, foi a tal «unidade do corpo político» que destruiu as conquistas da revolução.</p>
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		<title>Por: Zé Neves</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113702</link>
		<dc:creator>Zé Neves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:15:21 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que estamos de acordo no essencial, deixando de fora o último parágrafo. No anteriores, trocava apenas a ordem do necessariamente e do não no penúltimo. Já no que se refere ao último parágrafo, o problema é todo este: essa unidade política tem que ser construída de forma igualitária e não apenas em nome de uma ideia igualitária. E aqui coloca-se todo o problema das experiências históricas do socialismo e do comunismo.
abç</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que estamos de acordo no essencial, deixando de fora o último parágrafo. No anteriores, trocava apenas a ordem do necessariamente e do não no penúltimo. Já no que se refere ao último parágrafo, o problema é todo este: essa unidade política tem que ser construída de forma igualitária e não apenas em nome de uma ideia igualitária. E aqui coloca-se todo o problema das experiências históricas do socialismo e do comunismo.<br />
abç</p>
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		<title>Por: Nuno Ramos de Almeida</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113701</link>
		<dc:creator>Nuno Ramos de Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:09:43 +0000</pubDate>
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		<description>Bruno,
Tiveram de falar do Staline para tu apareceres. Já fiquei a saber como te obrigar a postar. Tenho engatilhados uma série de posts que põem em causa a limpeza doméstica e pessoal do Staline, tipo &#039;O Staline não lavava os dentes&#039;, para motivar uma hecatombe de posts teus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno,<br />
Tiveram de falar do Staline para tu apareceres. Já fiquei a saber como te obrigar a postar. Tenho engatilhados uma série de posts que põem em causa a limpeza doméstica e pessoal do Staline, tipo &#8216;O Staline não lavava os dentes&#8217;, para motivar uma hecatombe de posts teus.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/29/et-pluribus-unum/comment-page-1/#comment-113700</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:07:10 +0000</pubDate>
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		<description>Ó raios, lá tem de vir outro cinquidiário fazer psicoanálise e explicar que não se pode levar à letra o que escreve o Bruno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó raios, lá tem de vir outro cinquidiário fazer psicoanálise e explicar que não se pode levar à letra o que escreve o Bruno.</p>
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