Ouçam a grande ALEXANDRA, cantando “Quando tu não estás”

“Quando tu não estás, a saudade vem…..”

Lindíssimo. Em resumo, demarco-me da demarcação.

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20 Responses to Ouçam a grande ALEXANDRA, cantando “Quando tu não estás”

  1. almajecta02 says:

    Ora cá está, bravo.

  2. Gosto da linguagem e este token é divertidíssimo!

  3. i.tavares says:

    Boa malha.

  4. Carlos Vidal says:

    Eu adoro isto.
    Ouço vezes sem conta.

  5. miguel dias says:

    “quando tu não estás eu estou sem ti”
    Sem dúvida o teu melhor post de há uns momentos para cá. Daqueles em que a cabeça é maior que o umbigo, ainda que as palavras não sejam tuas. Jogo directo, meu caro e mainada. Bola na área e seja o que deus quiser. Desmarcações é para meninas.

  6. Carlos Vidal says:

    Obrigado, ó arquitecto.

  7. almajecta02 says:

    afinal a forma tem mesmo arte, né? e eu que queria ser advogado quando fosse grande.

  8. miguel dias says:

    Não vejo porque agradeces.
    És um borgesso (não sei se é assim que se escreve). E como todos os borgessos, para ti preto é preto, branco é branco. Não há meios-tons (e isto não tem nada a ver com pintura). Se vês um dos teus atacado, à má fé ainda por cima, tomas o atacante de ponta. Marcas o gajo, à espera de melhor ocasião. E contas com a malta claro. E o que é que a malta faz. Ah e tal isso é um problema do Vidal, não temos nada a ver e mais não sei o quê.
    Puta que pariu o campismo.
    É por estas e por outras que o teu amigo Alain diz que a esquerda nunca está pronta.

  9. Carlos Vidal says:

    Borgesso de Borges?
    Jorge Luis Borges?

    Achas que eu sou solidário com a malta e a malta não é comigo?
    Ah, grande miguel.

  10. miguel dias says:

    Afinal o gajo do snowboard ia ou já veio?

  11. almajecta02 says:

    E aqueles nove tons da fotografia a preto e branco daquela rapariga que foi contra a interpretação e daquel’ outra que foi à falência?
    Logo tu um mecanicista dos gradientes, Olé! aguenta.

  12. miguel dias says:

    Vamos por pontos:
    Também havia o Borges e Irmão, mas que era gente, suponho, que não te convinha.
    Quanto ao Jorge Luís é nome de defesa esquerdo. Jogava, salvo erro no Braga. Mas suponho que te referes ao outro : ” Deus fez-se homem totalmente, mas homem até à infâmia, homem até à reprovação e ao abismo.”
    Quem sou para achar o que quer quer que seja?
    Solidariedade é nome de sindicato. E como sabes, cá comigo sindicatos nem vê-los
    Para grande faltam-me as maiusculas.

  13. xatoo says:

    aquela “Não percas a esperança, a vida é bela” da Maria de Lurdes Resende também é porreira!
    ou como diria o grande lider do arrastão das massas amorfas: “uma verdade que não sirva à maioria deixa automaticamente de ser verdade; e com efeitos retroactivos”

  14. Chessplayer says:

    Caro Vidal, não leve a mal, prefiro a Deolinda

  15. Samuel says:

    Longe de mim imiscuir-me nas legítimas sensibilidades que “separam” os membros deste blog, ainda por cima a propósito de uma discussão sobre essa grande figura que é… como é que é mesmo? ah! Ferreira Fernandes.
    Quero apenas agradecer (só ao Carlos Vidal, não vá o diabo tecê-las…) a recordação deste magnífico “quando tu não estás eu estou sem ti”, talvez o melhor verso da nossa música, pérola que todos ficaremos a dever a esse grande intercomunicador que é António Sala.

    Abraço.

  16. salvoconduto says:

    Gosto daquela parte: lá, lá lá, lá, lá lá lá, lá lá lá. Será que os “autónomos” também gostam?

  17. Pedro says:

    Olha, mas o camp não é uma forma de decadentismo? É assim que se faz o Homem Novo? Eu sempre desconfiei que o Carlos Vidal é a Betty Midler do estalinismo. Damn, isto é mesmo divertido!

  18. Um pouco de humor... says:

    Quando tu não estás,
    A saudade não vem…
    E a noite diz:
    Ali, infernizámo-nos tão bem!

    Quando tu não estás,
    a Lua cai,
    É tudo brilho em mim!

    Quando tu não estás, há bom despertar
    É um dia a não perder…
    Procuro tudo aproveitar…

    Lá , lá, lá lá…. lá-ra-lá-lá…
    Lá , lá, lá lá…. lá-ra-lá-lá…

    Quando tu não estás,
    a Lua cai,
    Incide o brilho em mim!

    Quando tu não estás, respiro sem ti
    Eu sei sorrir…
    Eu sei fugir de ti…

    Quando tu não estás,
    Prossigo sem ti…
    Quando tu não vens,
    Não vou p’ra ti…

    Lá , lá, lá lá…. lá-ra-lá-lá…
    Lá , lá, lá lá…. lá-ra-lá-lá…
    Lá , lá, lá lá…. lá-ra-lá-lá…

    (Oops! De verdade… Lá se foi a bela letra, mais a bela partitura!… Just a little black humour, ok?)

  19. almajecta02 says:

    tá dificil isto aqui no farol, lá veio o pluralismo mais os pluralistas ao de cima, revelou-se o manto diafano do ps, afinal este farol ainda é a carbureto.

  20. almajecta02 says:

    Faróis de Portugal a Carbureto.

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