O “terceiro” braço, de novo (confiemos no Procurador – TRUST ME):

DOUGLAS GORDON
O “primeiro” braço (é o braço direito, claro, a primeira vez que o vemos naquela posição, invenção de Miguel Ângelo):

BUONARROTI
O “segundo” braço (a segunda vez: confiemos no Procurador):

MICHELANGELO MERISI
Há alguma coisa de absurdo neste post ou contra a PGR? Não, é apenas um post de leitura formal comparada (em torno de um braço, o mesmo braço direito).
Uma coisa comparatista. E inconsequente (tal como as nossas, nacionais, investigações judiciárias e criminais).
(* SMM – inscrição constante na pintura de um amigo, pintor acusado injustamente de ”repetitivo”)




Tenho muito mais confiança em todos os braços mortos…, desde os de Cristo… aos de um qualquer importante ou anónimo defunto… do que em qualquer bracinho – ou um mero dedo mindinho – da PGR!!!
Por que será?
Ingratidão vândala para com os que abnegadamente servem tão bem os portugueses, é o que é!
Será que algum jurista pode explicar como é que as decisões do Presidente do Supremo transitaram em julgado? Que decisões são essas que cabem no “além do mais”? Não há possibilidade de recurso?
Declarar publicamente que “mesmo abstraindo da nulidade das escutas, não existem indícios probatórios” não põe em causa os dois magistrados de Aveiro que afirmaram a existência de tais indícios?
Tenta em fio de ariadne ( com o braço esquerdo, coisa de gaija) puxar o novelo que vem do direito de coimbra.
Em seguida compara (com o braço direito, coisa de gaijo) o Blue & Brown sempre e mais com o carácter das beiras ( por exemplo, de Seia, Cabeço etc), obterás como consequência o grande heroísmo nacional, serventuário e discreto.
tem toda a razão manuelmgaio, é preciso um jurista muito especial para explicar isto tudo; a frase “mesmo abstraindo da nulidade das escutas, não existem indícios probatórios” não tem hipótese nenhuma de possuir sentido. Nada. Absurdo puro: “mesmo que…, não existem….”. Sim ,não, nim, etc.
Jecta, é verdade, o fio de Coimbra é obra. Nem com os dois braços juntos eu perceberia algo.
este teu defeito de humanizar tudo blasfemando infamemente, com estas metáforas da iarte, tens que sair do neo-realismo, isto é mais caso de animais com tentáculos, coisa das profundezas conteudescas, nada de formalismos legalistas para bater no olho ou nas bordas do rio do heraclito.
isso, a java e a ordinarice ontológica tem progredido.