
Como símbolo da pluralidade da imprensa, e como contraponto ao DN, é frequentemente apontado o Correio da Manhã. É nesse “último reduto da pluralidade”, que acompanho com sádico interesse as crónicas de António Ribeiro Ferreira, que dia sim dia não, discorre uns quantos caracteres a enlamear Sócrates, trazendo-o para o nível de combate político onde podem demonstrar mútuas habilidades.
Uma aventura fora do tema para desancar nos monstros que comem criancinhas ao pequeno almoço, motivo-o a escadeirar um “jovem” eleito deputado na sua Assembleia da República por ter no desktop uma imagem que a sua cultura histórica atribuía ao “célebre assalto ao Palácio de Inverno”:

No Avante subentende-se que esta crónica só retrata o Inverno (ou será deserto?) da cultura de quem opina, corrigindo o momento histórico a que se reporta. Mas não se preocupe António Ribeiro Ferreira isto deve ser apenas mais uma tentativa comuna de manipular a História. Com esta estória, o seu lugar de culto opinador até sai reforçado.




Nem todos os reaccionários são burros, mas a maioria, como este Ferreira, de facto acumula.
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Ribeiro Ferreira, enquanto directro-adjunto do DN, levou-me a deixar de lhes comprar o jornal, já que foi na altura dele que se sanearam jornalistas próximos do PC e do BE que lia com agrado.
Tem uma filha que foi ou é assessora de imprensa do CDS na AR e alguma coisa terá também da alma de assessor. Enviado especial à invasão do Iraque, exultou banhando-se no Eufrates, símbolo do novo país livre. Se num lado o José Manuel Fernandes se emocionava com a queda da estátua de Saddam, que comparou a um novo 25 de
Se no Público o José Manuel Fernandes se emocionou com a queda da estátua de Saddam, que comparou a um 25 de Abril Oriental, este Ribeiro Ferreira preferiu saudar Bush, Blair, Aznar, Barroso e Portas.
Ainda o faz, onde o pode.
Era também curioso ver os números de venda que o DN atingiu no seu consulado, ele que tanto é pelo mercado.
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