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Scorsese, “The Big Shave”, 1967

21 de Dezembro de 2009 por Carlos Vidal

Nunca fui muito scorsesiano (admiro mais outro Martin, o H.), mas, não sei porquê, sempre gostei muito desta famosíssima “curta” (entre o melhor do realizador, sem dúvida; quem não conhece isto? Descomprimamos pois o nosso tema da “violência”).

Comentários

Comentário de Humor Negro
Data: 21 de Dezembro de 2009, 23:46

Pergunta CV, quem não conhece isto?
Eu, ignorante, nunca “The Big Shave” houvera visto… Gostei do requinte!!
E não é que foi mesmo um momento de descompressão, no meio de tanta violência verbal? (Tanto insulto, tanta violência… Tende dó!)

Humor com humor se paga, por isso, grata, aqui fica deixo “The Big Photo”.
A mais bela foto que me tiraram na vida!
Passei a achar-me fotogénica. (A autoria desta obra de arte está no link)
Descomprimamos, então!

http://screencrave.com/wp-content/uploads/2009/05/normabateskj09-05-05.jpg

Comentário de almajecta02
Data: 23 de Dezembro de 2009, 21:48

hoje a dama que muda de nome foi primorosa sim senhor, em contrapartida a outra mais paternal continua na sanha habitual, 5.35 da vida nisto nem para descomprimir, somente o necessário como tatlin, em nome de uma das vanguardas mais traídas do outro século, já preconizava.

Comentário de Humor Negro
Data: 24 de Dezembro de 2009, 3:53

Almajecta, querido, vai um beijinho repleto de “Paixão”, cheio de Paz e Amor Natalícios?

http://screencrave.com/wp-content/uploads/2009/05/normabateskj09-05-05.jpg

“Adoro génios de 500 paus”, não esquecer a revista K, sempre foram 2 euros e meio, que se transformaram (ou já eram assim?) no que aqui observo.
Nessa altura, achei-lhe graça, li o seu livro mal saiu, agora graça (?) nem muita, nem pouca: ZERO… As pessoas, como o Alma, crescem e perdem todo o encanto! Que pena, porque em 1992 o senhor era de facto promissor (desculpe a sinceridade, mas, a meu ver, perdeu mesmo muito no percurso que escolheu, tendo – apenas – como base, as suas intervenções para comigo. Já em 1992, tinha essa forma de ser?? Nunca imaginei…).

Pouco, muito pouco sei de si… e pouca vontade tenho de saber mais…
“Adoro perceber” que sabe tanto, tanto e de forma “tão rigorosa” da minha vida intíma e pessoal… , até sabe descodificar-me e avaliar o que sinto ou não… (Fantástico, Melga!!!)
Espanta-me o senhor saber mais de mim… do que eu própria… Muito sinceramente! Enfim, regozije-se com o seu filmezito pessoal e mesquinho e que lhe façam muito bom proveito: todos os ataques pessoais que me faz!!!
Sou incapaz de retribuir… A sua vida íntima e pessoal desperta em mim interesse: ZERO.

Aquilo do beijinho foi mesmo uma tirada, porque eu primorosa, caveirosa, ou não, dispenso mesmo tê-lo por perto… mesmo depois de morta.
Vá em Paz e o Senhor o acompanhe… (à boa maneira hipócrita, como me tentaram educar/domesticar…)
Que o seu veneno o faça feliz! Sinceramente!

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