Sérgio Sousa Pinto é prova incarnada das virtualidades da eleição por lista: é que fosse a eleição (para a AR ou o PE) por círculos uninominais, e o homem jamais seria eleito em tempo algum, nem que o círculo em questão fosse a rua dele.
Ninguem sabe, auto intitula-se campeão das ideias fracturantes, vindo directamente da JS, como convem, dobra a espinha quando é preciso e diz sempre o que lhe mandam dizer. Um “amestrado” !
e em últimas descrições hermenéuticas sérgio é rapaz desenvolto de óculos à moda, original e diferente, génio criativo, talento avulso cada vez mais perto do real absoluto, na sua banalidade e veracidade, na sua evidência nua, e ao mesmo tempo na sua presunção, na pretensão de ser real, a centralidade na base da evolução possível, é como dizer um pequeno amigo azul do grande pai da pátria e para concluir breve e em bom português: já a formiga tem catarro.
não conheces?
apesar do banco de jardim, muitos anos crítico da iarte, quer dizer que a noção de secularização tende para a dissolução que é também uma linha de emancipação e lá se vai a sociedade como um todo orgânico.
Com um Inverno destes talvez ver o DVD dos canhões de navarone, em doce remanso.
Grande Jecta, continuo sem fazer a menor ideia de quem seja ou o que seja isso de Sérgio Sousa Pinto, mas pelas tuas preciosas indicações acerca do fatinho e dos óculos (Maconde?) e pela formiga com catarro, talvez eu consiga descobrir. De qualquer modo é figurinha eloquente. Intimidatória, talvez tenha aprendido algo com o grande bardo assim-assim.
não te estiques, porque originalidade e differença, gracinhas e óculos mais standing e tal pode ser que ainda sejas corrido por negacionismo.
e
There is an order of imagery so far beyond the pale of good or even bad taste as to be aesthetically, and certainly artistically, disenfranchised. Objects that belong to it are too submerged even to be classed as kitsch. . . . Koons has claimed this imagery as his own, has taken over its colors, its cloying saccharinities, its gluey sentimentalities, its blank indifference to the existence and meaning of high art, and give it a monumentality that makes it flagrantly visible, a feast for appetites no one dreamed existed and which the art world hates itself for acknowledging.
Sérgio Sousa Pinto é prova incarnada das virtualidades da eleição por lista: é que fosse a eleição (para a AR ou o PE) por círculos uninominais, e o homem jamais seria eleito em tempo algum, nem que o círculo em questão fosse a rua dele.
Ninguem sabe, auto intitula-se campeão das ideias fracturantes, vindo directamente da JS, como convem, dobra a espinha quando é preciso e diz sempre o que lhe mandam dizer. Um “amestrado” !
e em últimas descrições hermenéuticas sérgio é rapaz desenvolto de óculos à moda, original e diferente, génio criativo, talento avulso cada vez mais perto do real absoluto, na sua banalidade e veracidade, na sua evidência nua, e ao mesmo tempo na sua presunção, na pretensão de ser real, a centralidade na base da evolução possível, é como dizer um pequeno amigo azul do grande pai da pátria e para concluir breve e em bom português: já a formiga tem catarro.
Curioso o C.V. ter escolhido uma obra do Jeff Koons… ultimamente é um nome que me tem suscitado interesse para ilustrar frases…
Muito apropriado,sem dúvida!
não conheces?
apesar do banco de jardim, muitos anos crítico da iarte, quer dizer que a noção de secularização tende para a dissolução que é também uma linha de emancipação e lá se vai a sociedade como um todo orgânico.
Com um Inverno destes talvez ver o DVD dos canhões de navarone, em doce remanso.
Grande Jecta, continuo sem fazer a menor ideia de quem seja ou o que seja isso de Sérgio Sousa Pinto, mas pelas tuas preciosas indicações acerca do fatinho e dos óculos (Maconde?) e pela formiga com catarro, talvez eu consiga descobrir. De qualquer modo é figurinha eloquente. Intimidatória, talvez tenha aprendido algo com o grande bardo assim-assim.
não te estiques, porque originalidade e differença, gracinhas e óculos mais standing e tal pode ser que ainda sejas corrido por negacionismo.
e
There is an order of imagery so far beyond the pale of good or even bad taste as to be aesthetically, and certainly artistically, disenfranchised. Objects that belong to it are too submerged even to be classed as kitsch. . . . Koons has claimed this imagery as his own, has taken over its colors, its cloying saccharinities, its gluey sentimentalities, its blank indifference to the existence and meaning of high art, and give it a monumentality that makes it flagrantly visible, a feast for appetites no one dreamed existed and which the art world hates itself for acknowledging.