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	<title>Comentários em: Ressonâncias</title>
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		<title>Por: hermes handbags</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-136594</link>
		<dc:creator>hermes handbags</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 02:57:35 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de “alguns” que falam em nome da Justiça e do Povo (referência ao meu post, sem link). O Ricardo inquiriu seguidamente no post da sra. Pimentel o que significa esse “algumismo”, e eu por lá refiri depois que é próprio da senhora a recorrência a múltiplas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de “alguns” que falam em nome da Justiça e do Povo (referência ao meu post, sem link). O Ricardo inquiriu seguidamente no post da sra. Pimentel o que significa esse “algumismo”, e eu por lá refiri depois que é próprio da senhora a recorrência a múltiplas [...]</p>
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		<title>Por: Arrastão: Pólvora Seca</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-113087</link>
		<dc:creator>Arrastão: Pólvora Seca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 14:22:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a pena acompanhar a polémica com o Cinco Dias e ler estes novos escritos já depois deste: este, este e [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a pena acompanhar a polémica com o Cinco Dias e ler estes novos escritos já depois deste: este, este e [...]</p>
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		<title>Por: cinco dias &#187; A violência política: o meu resumo de uma discussão recente</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-113042</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; A violência política: o meu resumo de uma discussão recente</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:05:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de “alguns” que falam em nome da Justiça e do Povo (referência ao meu post, sem link). O Ricardo inquiriu seguidamente no post da sra. Pimentel o que significa esse “algumismo”, e eu por lá refiri depois que é próprio da senhora a recorrência a múltiplas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de “alguns” que falam em nome da Justiça e do Povo (referência ao meu post, sem link). O Ricardo inquiriu seguidamente no post da sra. Pimentel o que significa esse “algumismo”, e eu por lá refiri depois que é próprio da senhora a recorrência a múltiplas [...]</p>
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		<title>Por: nuno castro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-113017</link>
		<dc:creator>nuno castro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 14:34:00 +0000</pubDate>
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		<description>começa logo por não haver qualquer relação entre estes jovens &quot;contestatários&quot; e o lumpen. Este é o grave erro de análise de Pereira. 

mas de pereira não se podem esperar análises sérias...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>começa logo por não haver qualquer relação entre estes jovens &#8220;contestatários&#8221; e o lumpen. Este é o grave erro de análise de Pereira. </p>
<p>mas de pereira não se podem esperar análises sérias&#8230;</p>
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		<title>Por: albertino</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112985</link>
		<dc:creator>albertino</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 04:13:54 +0000</pubDate>
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		<description>e o vidal-que-frequenta-certos-autores  não apagou os meus comentários?
    ele e a sra. pimentel estão mais próximos do que ele gostaria...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e o vidal-que-frequenta-certos-autores  não apagou os meus comentários?<br />
    ele e a sra. pimentel estão mais próximos do que ele gostaria&#8230;</p>
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		<title>Por: Hermínio Silva</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112984</link>
		<dc:creator>Hermínio Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 03:45:32 +0000</pubDate>
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		<description>O Pacheco Pereira vai além da posição do Daniel Oliveira ao tratar do problema da violência na política e na luta social numa luta entre o bem e o mal. Não é uma oposição olhada à luz de um princípio que a violência é inerentemente má e suportada por uma convicção num mal menor que é o Estado Democrático. As suas categorias estão definidas à priori entre o &quot;nós&quot; que somos os justos e o &quot;eles&quot; que são os extremistas. Este tipo de posições são acabadas, não estão sujeitas a discussão, não pretendem contribuir para se perceber uma saída para o problema de tanta gente precisar de recorrer à violência, achar necessário fazê-lo nas mais diversas situações, e muito menos para que cesse a violência institucionalizada.

Bastante à parte da discussão sobre a legitimidade do recurso à violência, que é fundamental mas não deixa de ser um debate de retaguarda, tido em &quot;tempo de paz&quot; se quiserem, a violência é geralmente justificada, qualquer que seja o ponto de partida, por uma lógica de precedência, em que cada lado procura justificar o recurso à violência com uma violência antecedente do lado oposto. É uma lógica bastante sinuosa que só não resvala facilmente para uma guerra de gangsters em que cada gang vai vingando a morte dos seus com o assassinato de alguém do gang contrário porque um dos gangs é francamente mais poderoso do que os outros. Não é que tenha de ser necessariamente assim. Há demasiados indícios que invalidam a tese que somos uns seres propensos à luta desenfreada que felizmente acabaram por encontrar um mecanismo - o Estado democrático - que lhes permite organizarem-se em sociedade com um mínimo de conflitos. Mas, de facto, estamos numa sociedade que cultiva a violência, a ensina e a acarinha no seu horário nobre, a legitimiza ideologicamente.

Portanto, o argumento que o Estado democrático é o mal menor para minimizar os conflitos só poderá fazer sentido se nos abstrairmos de duas realidades: que o Estado detém o monopólio da violência de grande escala e que a legitimação da violência parte, antes de mais, do mais poderoso meio de propaganda, de fabricação de consensos e de moldagem de comportamentos que é o Estado e do seu correspondente económico, o capitalismo.

O Estado não minimiza o conflito entre facções pela sua dimensão e pelo seu poder superior. Ele é o cultivador máximo da violência e o seu maior cliente. Além disso, o Estado tem uma permanência temporal muito maior do qualquer oposição actual. Tem por isso o ónus da precedência no uso da violência. 

Estes são factores que não podem ser ignorados nesta discussão, tendo sempre a preocupação de não cair na armadilha da guerra de gangs e de começar a travar a luta social do ponto de partida da resistência de base.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Pacheco Pereira vai além da posição do Daniel Oliveira ao tratar do problema da violência na política e na luta social numa luta entre o bem e o mal. Não é uma oposição olhada à luz de um princípio que a violência é inerentemente má e suportada por uma convicção num mal menor que é o Estado Democrático. As suas categorias estão definidas à priori entre o &#8220;nós&#8221; que somos os justos e o &#8220;eles&#8221; que são os extremistas. Este tipo de posições são acabadas, não estão sujeitas a discussão, não pretendem contribuir para se perceber uma saída para o problema de tanta gente precisar de recorrer à violência, achar necessário fazê-lo nas mais diversas situações, e muito menos para que cesse a violência institucionalizada.</p>
<p>Bastante à parte da discussão sobre a legitimidade do recurso à violência, que é fundamental mas não deixa de ser um debate de retaguarda, tido em &#8220;tempo de paz&#8221; se quiserem, a violência é geralmente justificada, qualquer que seja o ponto de partida, por uma lógica de precedência, em que cada lado procura justificar o recurso à violência com uma violência antecedente do lado oposto. É uma lógica bastante sinuosa que só não resvala facilmente para uma guerra de gangsters em que cada gang vai vingando a morte dos seus com o assassinato de alguém do gang contrário porque um dos gangs é francamente mais poderoso do que os outros. Não é que tenha de ser necessariamente assim. Há demasiados indícios que invalidam a tese que somos uns seres propensos à luta desenfreada que felizmente acabaram por encontrar um mecanismo &#8211; o Estado democrático &#8211; que lhes permite organizarem-se em sociedade com um mínimo de conflitos. Mas, de facto, estamos numa sociedade que cultiva a violência, a ensina e a acarinha no seu horário nobre, a legitimiza ideologicamente.</p>
<p>Portanto, o argumento que o Estado democrático é o mal menor para minimizar os conflitos só poderá fazer sentido se nos abstrairmos de duas realidades: que o Estado detém o monopólio da violência de grande escala e que a legitimação da violência parte, antes de mais, do mais poderoso meio de propaganda, de fabricação de consensos e de moldagem de comportamentos que é o Estado e do seu correspondente económico, o capitalismo.</p>
<p>O Estado não minimiza o conflito entre facções pela sua dimensão e pelo seu poder superior. Ele é o cultivador máximo da violência e o seu maior cliente. Além disso, o Estado tem uma permanência temporal muito maior do qualquer oposição actual. Tem por isso o ónus da precedência no uso da violência. </p>
<p>Estes são factores que não podem ser ignorados nesta discussão, tendo sempre a preocupação de não cair na armadilha da guerra de gangs e de começar a travar a luta social do ponto de partida da resistência de base.</p>
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		<title>Por: Carlos Vidal</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112972</link>
		<dc:creator>Carlos Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 00:01:30 +0000</pubDate>
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		<description>(E um parêntese sem importância: parece-me que pela sra. Pimentel deixaste um comentário, que ela posteriormente apagou, quando eu lá fui subscrever o que aqui dizes - tb não &quot;aparecido&quot; o meu: nada de grave. É estilo Pimentel.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(E um parêntese sem importância: parece-me que pela sra. Pimentel deixaste um comentário, que ela posteriormente apagou, quando eu lá fui subscrever o que aqui dizes &#8211; tb não &#8220;aparecido&#8221; o meu: nada de grave. É estilo Pimentel.)</p>
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		<title>Por: antónimo</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112966</link>
		<dc:creator>antónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 22:32:31 +0000</pubDate>
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		<description>Só para que conste, Alberto Gonçalves, que em tempos defendeu na revista Sábado a tortura de Vítor Jara, condói-se esta semana com a agressão a Berlusconi.

A mim - sou um coração de manteiga mas admito a violência política, e subscrevo o que NRA por cá disse - a agressão a Berlusconi também perturbou. Naquele instante era um velho fragilizado e não o bandido que nos outros dias é. 

Convém no entanto registar que Gonçalves fica imensamente tocado pelo acto isolado de um fulano perturbado mas bastante satisfeito e elogioso com a actuação premeditada da polícia da ditadura chilena.

Acho que convém iluminar certos cronistas, restos andrajosos do pior estilo que o Independente gerou e que continuam aí noutros jornais e noutras opiniões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para que conste, Alberto Gonçalves, que em tempos defendeu na revista Sábado a tortura de Vítor Jara, condói-se esta semana com a agressão a Berlusconi.</p>
<p>A mim &#8211; sou um coração de manteiga mas admito a violência política, e subscrevo o que NRA por cá disse &#8211; a agressão a Berlusconi também perturbou. Naquele instante era um velho fragilizado e não o bandido que nos outros dias é. </p>
<p>Convém no entanto registar que Gonçalves fica imensamente tocado pelo acto isolado de um fulano perturbado mas bastante satisfeito e elogioso com a actuação premeditada da polícia da ditadura chilena.</p>
<p>Acho que convém iluminar certos cronistas, restos andrajosos do pior estilo que o Independente gerou e que continuam aí noutros jornais e noutras opiniões.</p>
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		<title>Por: Policarpo</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112961</link>
		<dc:creator>Policarpo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:45:11 +0000</pubDate>
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		<description>Da minha parte, acredito que a maioria da população está alienada e que deveríamos, realmente, lutar por uma verdadeira democracia que não se esgote no voto. Mas sou livre de votar em partidos que me garantam uma democracia e uma liberdade mais ampla. E fá-lo-ei, ainda que contra a maioria, que continuará a ditar as regras do jogo, por pouco que me agrade.

Pacheco Pereira é um intelectual com passado revolucionário, militou num partido que, logo após o 25 de Abril, se relegado para segundo plano, pelos condutores do Processo Revolucionário - o chamado Povo (PCP) -MFA. Ele terá as suas razões. A liberdade ampla que defende o PCP esgota-se num estalinismo boçal. Liberdade? Sim, para os da sua cor.

Que o Daniel Oliveira está na esfera menos radical do Bloco que é posta nos píncaros nos meios de comunicação social, ninguém duvida. Da sua inferioridade intelectual face aos membros mais destacados deste blog, também ninguém duvida. Que ele defende um sistema capitalista, ninguém duvida. Mas que ele tem o bom-senso de culpar o povo por votar mal, também ninguém pode duvidar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da minha parte, acredito que a maioria da população está alienada e que deveríamos, realmente, lutar por uma verdadeira democracia que não se esgote no voto. Mas sou livre de votar em partidos que me garantam uma democracia e uma liberdade mais ampla. E fá-lo-ei, ainda que contra a maioria, que continuará a ditar as regras do jogo, por pouco que me agrade.</p>
<p>Pacheco Pereira é um intelectual com passado revolucionário, militou num partido que, logo após o 25 de Abril, se relegado para segundo plano, pelos condutores do Processo Revolucionário &#8211; o chamado Povo (PCP) -MFA. Ele terá as suas razões. A liberdade ampla que defende o PCP esgota-se num estalinismo boçal. Liberdade? Sim, para os da sua cor.</p>
<p>Que o Daniel Oliveira está na esfera menos radical do Bloco que é posta nos píncaros nos meios de comunicação social, ninguém duvida. Da sua inferioridade intelectual face aos membros mais destacados deste blog, também ninguém duvida. Que ele defende um sistema capitalista, ninguém duvida. Mas que ele tem o bom-senso de culpar o povo por votar mal, também ninguém pode duvidar.</p>
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	<item>
		<title>Por: asinus</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112958</link>
		<dc:creator>asinus</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:15:20 +0000</pubDate>
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		<description>http://ruadopatrocinio.wordpress.com/2009/12/19/circa/</description>
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	<item>
		<title>Por: lingrinhas</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/ressonancias/comment-page-1/#comment-112953</link>
		<dc:creator>lingrinhas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 18:32:53 +0000</pubDate>
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		<description>Se as fotografias tivessem uns tanquesitos até me faziam lembrar a checoslovaquia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se as fotografias tivessem uns tanquesitos até me faziam lembrar a checoslovaquia.</p>
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