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	<title>Comentários em: Pobreza</title>
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		<title>Por: cinco dias &#187; Já tinha saudades</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-115135</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Já tinha saudades</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 19:08:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] vi que o PRD voltou ao ataque, com a perspicácia e a pontaria que se lhe [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] vi que o PRD voltou ao ataque, com a perspicácia e a pontaria que se lhe [...]</p>
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		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113204</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 01:15:00 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Pedro Rolo Duarte,
Extraordinário é quem chama oportunista político a alguém se sinta ofendido com a resposta. Até acho que fui bastante simpático atribuindo a Pacheco Pereira a responsabilidade do seu, por assim dizer, raciocínio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pedro Rolo Duarte,<br />
Extraordinário é quem chama oportunista político a alguém se sinta ofendido com a resposta. Até acho que fui bastante simpático atribuindo a Pacheco Pereira a responsabilidade do seu, por assim dizer, raciocínio.</p>
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		<title>Por: cinco dias &#187; Ainda a Janela Indiscreta do Pedro Rolo Duarte</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113162</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Ainda a Janela Indiscreta do Pedro Rolo Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 11:03:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a Janela Indiscreta do Pedro Rolo Duarte 22 de Dezembro de 2009 por Zé Neves  O Pedro Rolo Duarte respondeu à crítica que fiz ao seu programa. Entende que o insultei e responde-me na mesma moeda. Diz ainda [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a Janela Indiscreta do Pedro Rolo Duarte 22 de Dezembro de 2009 por Zé Neves  O Pedro Rolo Duarte respondeu à crítica que fiz ao seu programa. Entende que o insultei e responde-me na mesma moeda. Diz ainda [...]</p>
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		<title>Por: josepedromonteiro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113153</link>
		<dc:creator>josepedromonteiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 01:31:51 +0000</pubDate>
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		<description>Voltando à vaca-fria, a questão não é a existência ou não de violência. Tendo a concordar que a violência existe no preciso momento em que há qualquer forma de organização política, mais coisa menos coisa, quando dois tipos se juntam e aceitam qualquer tipo de compromisso. A questão é o mais que evidente objectivo de tanto um como o outro apresentarem a esquerda como violenta por oposição à &quot;normalidade&quot; asséptica dos moderados (eu juro que tinha prometido não me meter na discussão), e que eles estão fora da crise existencial da violência. E eis provavelmente o que me pode estar a fazer confusão: custa-me a dar para um peditório que transporta uma afirmação teleológica muito mais bruta e tosca que aquela &quot;determinista marxista&quot; contra as quais verberam. 
Não há, da parte de nenhum deles a negação do conceito de violência como o imediato, fungível, ou seja violência pornográfica.
Agora, se por exemplo entendermos a violência como tudo aquilo que cria um hiato entre o potencial humano e a sua efectivação ( a definição é do Galtung e carece de operacionalização), tanto o JPP como o PRD acabam por defender formas violentas: ou seja, a violência perde qualquer carga valorativa. Ainda assim, e não me meti na discussão por causa disto, é que uma abordagem holista do conceito de violência tem repercussões que não consigo aferir. E que obriga a uma valoração das violências (coisas que algum rejeitam), uma hierarquização. Hierarquização que pode implicar exclusividade em determinados momentos mas nunca no todo.  Cada um prioriza as diferentes violências, com a diferença que uns não reconhecem essa tipologia ascendente. Por outro lado, parece-me, como em tudo, que por muito que me custe, essa escolha resume a acção política...acho que eu é que já me troquei todo. Um exemplo, para os tipos dos Estudos para a Paz, a violência doméstica é um tipo de violência tão grave como uma guerra inter-estatal: isto faz-me confusão. E só acho que a discussão acaba por nunca conseguir sair daquilo que a gerou, é tautológico: cada um quer legitimar a sua violÊncia, e como é evidente quem está por cima apresenta a sua violência como paz, e esta convicção alastra, se não não estaria por cima, através exactamente do exercício da violência. 
Enfim, não devia ter entrado na discussão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando à vaca-fria, a questão não é a existência ou não de violência. Tendo a concordar que a violência existe no preciso momento em que há qualquer forma de organização política, mais coisa menos coisa, quando dois tipos se juntam e aceitam qualquer tipo de compromisso. A questão é o mais que evidente objectivo de tanto um como o outro apresentarem a esquerda como violenta por oposição à &#8220;normalidade&#8221; asséptica dos moderados (eu juro que tinha prometido não me meter na discussão), e que eles estão fora da crise existencial da violência. E eis provavelmente o que me pode estar a fazer confusão: custa-me a dar para um peditório que transporta uma afirmação teleológica muito mais bruta e tosca que aquela &#8220;determinista marxista&#8221; contra as quais verberam.<br />
Não há, da parte de nenhum deles a negação do conceito de violência como o imediato, fungível, ou seja violência pornográfica.<br />
Agora, se por exemplo entendermos a violência como tudo aquilo que cria um hiato entre o potencial humano e a sua efectivação ( a definição é do Galtung e carece de operacionalização), tanto o JPP como o PRD acabam por defender formas violentas: ou seja, a violência perde qualquer carga valorativa. Ainda assim, e não me meti na discussão por causa disto, é que uma abordagem holista do conceito de violência tem repercussões que não consigo aferir. E que obriga a uma valoração das violências (coisas que algum rejeitam), uma hierarquização. Hierarquização que pode implicar exclusividade em determinados momentos mas nunca no todo.  Cada um prioriza as diferentes violências, com a diferença que uns não reconhecem essa tipologia ascendente. Por outro lado, parece-me, como em tudo, que por muito que me custe, essa escolha resume a acção política&#8230;acho que eu é que já me troquei todo. Um exemplo, para os tipos dos Estudos para a Paz, a violência doméstica é um tipo de violência tão grave como uma guerra inter-estatal: isto faz-me confusão. E só acho que a discussão acaba por nunca conseguir sair daquilo que a gerou, é tautológico: cada um quer legitimar a sua violÊncia, e como é evidente quem está por cima apresenta a sua violência como paz, e esta convicção alastra, se não não estaria por cima, através exactamente do exercício da violência.<br />
Enfim, não devia ter entrado na discussão&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Renato Teixeira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113141</link>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 00:35:43 +0000</pubDate>
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		<description>É precisamente isso com que concordo. A esquerda da que DO faz parte faz da aparência principista a melhor fuga às suas reais posições, tendencialmente oportunistas e não raras vezes violentas. Diz-se o que se pode para não perder contacto com as massas e sempre, sempre, em nome do sacrossanto poder eleitoral. De tanto medo de andar à frente das vanguardas acabam sempre por andar a passo, e pior que isso, das tantas vezes em que diz que não fuma acaba a fumar sem sequer escolher a palha que fuma. Quando aterram neste ou naquele governo, em nome do pragmatismo da tal maioria democrática e social que tanto procuram, aceitam as maiores violências. Assim aceitou a Refundação Comunista em Itália a participação das tropas italianas no Afeganistão, assim mandou Lula tropas para o Haiti, assim guerreia Obama nos mesmos palcos onde guerreou Bush. É talvez por isso que acho que a esquerda anti-capitalista é mais responsável (ou menos irresponsável) do que a negocista. Ainda que entenda e concorde com as fronteiras que o NRA traçou por dentro do que entende ser a responsabilidade, acho que quem anda, por vias travessas a levar a direita para o poder são os senhores dos socialismos democráticos, que quando se sentam no poder usam e abusam da cadeira, aplicando demasiadas vezes a política da direita, política essa que tem direitas (como a do Santana) que não a conseguem aplicar. Irónico e confuso, mas é isso mesmo que eu acho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É precisamente isso com que concordo. A esquerda da que DO faz parte faz da aparência principista a melhor fuga às suas reais posições, tendencialmente oportunistas e não raras vezes violentas. Diz-se o que se pode para não perder contacto com as massas e sempre, sempre, em nome do sacrossanto poder eleitoral. De tanto medo de andar à frente das vanguardas acabam sempre por andar a passo, e pior que isso, das tantas vezes em que diz que não fuma acaba a fumar sem sequer escolher a palha que fuma. Quando aterram neste ou naquele governo, em nome do pragmatismo da tal maioria democrática e social que tanto procuram, aceitam as maiores violências. Assim aceitou a Refundação Comunista em Itália a participação das tropas italianas no Afeganistão, assim mandou Lula tropas para o Haiti, assim guerreia Obama nos mesmos palcos onde guerreou Bush. É talvez por isso que acho que a esquerda anti-capitalista é mais responsável (ou menos irresponsável) do que a negocista. Ainda que entenda e concorde com as fronteiras que o NRA traçou por dentro do que entende ser a responsabilidade, acho que quem anda, por vias travessas a levar a direita para o poder são os senhores dos socialismos democráticos, que quando se sentam no poder usam e abusam da cadeira, aplicando demasiadas vezes a política da direita, política essa que tem direitas (como a do Santana) que não a conseguem aplicar. Irónico e confuso, mas é isso mesmo que eu acho.</p>
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	<item>
		<title>Por: josepedromonteiro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113117</link>
		<dc:creator>josepedromonteiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 20:12:26 +0000</pubDate>
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		<description>Renato (se me é permitido o tom coloquial),há um erro terrível, se bem me lembro do programa, que reduz todas as considerações sobre política a uma formulação mecanicista do interesse. A mesma coisa no texto do Pacheco Pereira, tendo a concordar com o Daniel Oliveira aí, estando no resto do debate longe dele. E que o Pedro Rolo Duarte reproduz, que é qq coisa deste género: a esquerda  como não pode abraçar a ideia de um desenvolvimento harmonioso, como insiste em  sobrepujar ganhos relativos em detrimento de absolutos, etc, etc, é necessariamente violenta. Segue-se a interpretação literal de luta de classes, fazendo escala nas mentes totalitárias. Ou seja, o Arrastão é violento mas esconde-o, o 5 dias é violento mas é verdadeiro. Lá porque alguém dá um toque de &quot;interesse&quot; ao DO, que tacticamente renega a sua natureza violenta (supostamente) passa a fazer sentido, só porque fala menos mal do 5 dias.  É essa interpretação abusiva que me faz alguma confusão. 
Só acho que admitir a utilidade de uma análise destas ou de JPP é desconsiderar quem participou e quem assistiu À discussão, e chegar a um ponto em que os meios são mais importantes que os fins (já não me espanta, tanto se gasta a proposição invertida como frase feita)...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato (se me é permitido o tom coloquial),há um erro terrível, se bem me lembro do programa, que reduz todas as considerações sobre política a uma formulação mecanicista do interesse. A mesma coisa no texto do Pacheco Pereira, tendo a concordar com o Daniel Oliveira aí, estando no resto do debate longe dele. E que o Pedro Rolo Duarte reproduz, que é qq coisa deste género: a esquerda  como não pode abraçar a ideia de um desenvolvimento harmonioso, como insiste em  sobrepujar ganhos relativos em detrimento de absolutos, etc, etc, é necessariamente violenta. Segue-se a interpretação literal de luta de classes, fazendo escala nas mentes totalitárias. Ou seja, o Arrastão é violento mas esconde-o, o 5 dias é violento mas é verdadeiro. Lá porque alguém dá um toque de &#8220;interesse&#8221; ao DO, que tacticamente renega a sua natureza violenta (supostamente) passa a fazer sentido, só porque fala menos mal do 5 dias.  É essa interpretação abusiva que me faz alguma confusão.<br />
Só acho que admitir a utilidade de uma análise destas ou de JPP é desconsiderar quem participou e quem assistiu À discussão, e chegar a um ponto em que os meios são mais importantes que os fins (já não me espanta, tanto se gasta a proposição invertida como frase feita)&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Pedro RD</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113104</link>
		<dc:creator>Pedro RD</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:14:14 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Zé Neves:
Insultos à parte, o que eu faço na Antena 1 diariamente chama-se &quot;crónica&quot;. Como qualquer enciclopédia ou manual poderá iluminar, uma crónica não é matéria informativa/jornalística, na medida em que convoca análise e opinião, é assinada, e compromete apenas o seu autor.
O que escrevi e li na rádio é o que penso, a partir do que leio nos diversos blogues. Não retiro uma palavra à minha crónica - e só lamento que o registo usado por si (e pelo Daniel Oliveira) recorra ao insulto barato e à desqualificação. A cada um a atitude que toma - e a violência verbal que o justifica. Estão bem um para o outro.
Pedro Rolo Duarte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Zé Neves:<br />
Insultos à parte, o que eu faço na Antena 1 diariamente chama-se &#8220;crónica&#8221;. Como qualquer enciclopédia ou manual poderá iluminar, uma crónica não é matéria informativa/jornalística, na medida em que convoca análise e opinião, é assinada, e compromete apenas o seu autor.<br />
O que escrevi e li na rádio é o que penso, a partir do que leio nos diversos blogues. Não retiro uma palavra à minha crónica &#8211; e só lamento que o registo usado por si (e pelo Daniel Oliveira) recorra ao insulto barato e à desqualificação. A cada um a atitude que toma &#8211; e a violência verbal que o justifica. Estão bem um para o outro.<br />
Pedro Rolo Duarte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arrastão: Pólvora Seca</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113085</link>
		<dc:creator>Arrastão: Pólvora Seca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 14:18:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] é de esquerda ou não diz o que pensa. Com a mesma argúcia, outro vulto do pensamento político, Pedro Rolo Duarte, segue exactamente a mesma lógica: há uma esquerda que é partidária da violência e a outra que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] é de esquerda ou não diz o que pensa. Com a mesma argúcia, outro vulto do pensamento político, Pedro Rolo Duarte, segue exactamente a mesma lógica: há uma esquerda que é partidária da violência e a outra que [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato Teixeira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-113023</link>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 15:59:00 +0000</pubDate>
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		<description>Para as parvoíces que andam para aí a ser pagas e outras tantas ditas à borla, até que não foi um resumo terrível. Para lá da falha de caracterização (errónea mas nem tão disparatada assim para explicar o debate aos &quot;avozinhos&quot;) não deixou pegar o boi pelos cornos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para as parvoíces que andam para aí a ser pagas e outras tantas ditas à borla, até que não foi um resumo terrível. Para lá da falha de caracterização (errónea mas nem tão disparatada assim para explicar o debate aos &#8220;avozinhos&#8221;) não deixou pegar o boi pelos cornos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: josepedromonteiro</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-112925</link>
		<dc:creator>josepedromonteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 02:37:01 +0000</pubDate>
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		<description>prova acabada da violência truncada sem septos nasais deslocados... mas por que raio é alguém pago para recitar prosa de blogs no serviço publico?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>prova acabada da violência truncada sem septos nasais deslocados&#8230; mas por que raio é alguém pago para recitar prosa de blogs no serviço publico?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Andrade</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-112918</link>
		<dc:creator>Miguel Andrade</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 01:28:45 +0000</pubDate>
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		<description>O título que deste ao post diz tudo... e de facto, não há enganos aqui na adjectivação dos blogs, ou sou eu que acredito em teorias da conspiração...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O título que deste ao post diz tudo&#8230; e de facto, não há enganos aqui na adjectivação dos blogs, ou sou eu que acredito em teorias da conspiração&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Antónimo</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/19/pobreza/comment-page-1/#comment-112915</link>
		<dc:creator>Antónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 00:36:51 +0000</pubDate>
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		<description>http://ww1.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_telespectador/contactos.php</description>
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