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	<title>Comentários em: Quem são afinal os fundamentalistas?</title>
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		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112418</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 23:46:01 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, que quem reza as faça, mas respeitando critérios de ordenamento, etc. Era o que eu queria dizer. O poder político não deve financiar as actividades religiosas, e estas não devem ter privilégios em matéria de licenças de construção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, que quem reza as faça, mas respeitando critérios de ordenamento, etc. Era o que eu queria dizer. O poder político não deve financiar as actividades religiosas, e estas não devem ter privilégios em matéria de licenças de construção.</p>
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		<title>Por: Renato Teixeira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112417</link>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 23:41:02 +0000</pubDate>
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		<description>De acordo no substancial. Quanto a fazer grandes defesas de locais de culto (das igrejas às mesquitas aos centros comerciais) já serei mais temeroso. Mas que quem reza as faça... tudo bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo no substancial. Quanto a fazer grandes defesas de locais de culto (das igrejas às mesquitas aos centros comerciais) já serei mais temeroso. Mas que quem reza as faça&#8230; tudo bem.</p>
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		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112412</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 22:44:17 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Renato Teixeira, perfeitamente de acordo. O referendo suíço é um caso de corrupção more teocratico, ou à maneira dos teocratas, de um mecanismo já de si problemático. Isto só para que não haja dúvidas quanto à minha posição. Assim, estou pronto a combater em defesa do direito dos cristãos a terem lugares de culto - cuja implantação, número e utilização sejam regulamentados por leis gerais -, e ao mesmo tempo a combater pelo direito do humorista austríaco que a hierarquia da ICAR do mesmo país quer processar pela sua intervenção na guerra dos crucifixos. 
Saudações libertárias
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Renato Teixeira, perfeitamente de acordo. O referendo suíço é um caso de corrupção more teocratico, ou à maneira dos teocratas, de um mecanismo já de si problemático. Isto só para que não haja dúvidas quanto à minha posição. Assim, estou pronto a combater em defesa do direito dos cristãos a terem lugares de culto &#8211; cuja implantação, número e utilização sejam regulamentados por leis gerais -, e ao mesmo tempo a combater pelo direito do humorista austríaco que a hierarquia da ICAR do mesmo país quer processar pela sua intervenção na guerra dos crucifixos.<br />
Saudações libertárias<br />
msp</p>
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		<title>Por: Renato Teixeira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112403</link>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 21:14:28 +0000</pubDate>
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		<description>Não temos que escolher entre Deus e o Diabo. O que é mau é mau mesmo que haja algo pior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não temos que escolher entre Deus e o Diabo. O que é mau é mau mesmo que haja algo pior.</p>
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		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112251</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 22:25:13 +0000</pubDate>
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		<description>Creio que a proibição da construção de minaretes não é defensável. Mas creio que há, não apenas nos fundamentalistas do costume, mas no próprio islão &quot;não-reformado&quot; qualquer coisa de &quot;intrinsecamente não-democrático&quot;, e também que é uma grande vitória póstuma de Hitler a negação oficial, imposta como verdade de regime, dos campos de extermínio nazis por parte de governantes muçulmanos e a re-demonização dos judeus empreendida a pretexto da política adoptada pelo Estado de Israel (objectivamente promotora, sem dúvida, do anti-semitismo).
Dar na touca do islão enquanto religião política, cujo triunfo representaria a supressão das liberdades e garantias democráticas e laicas que hoje limitam o poder das oligarquias dominantes na parte do mundo onde vivemos, está bem, e é necessário. Do mesmo modo que dar na touca ou nas tiaras dos protagonistas constantinianos cristãos, que pretendem subordinar o âmbito das liberdades políticas e culturais à verdade de uma igreja e à sua interpretação da &quot;Palavra de Deus&quot;.  A defesa das liberdades democráticas e a sua extensão e aprofundamento têm por corolário o combate sem tréguas contra qualquer religião que não se tenha reformado o suficiente para abdicar das suas ambições de conquista do poder político. E isso faz com que a luta contra as religiões que sacralizam ou pretendem sacralizar o poder político continue tão actual como sempre. Acresce que é falso que sob regimes islâmicos - em que o islão é religião de Estado - haja uma liberdade de culto que se possa comparar com a que o imbecil referendo em apreço deixou subsistir na Suíça. É falso que seja possível a um grupo de potenciais cidadãos e efectivos súbditos dos regimes islâmicos fundar, por exemplo, uma associação para a promoção do ateísmo. É falso - infelizmente - que os países da CE se escandalizem com isso ou organizem, como deviam, campanhas de boicote, etc. contra os abusos dos poderes religiosos islâmicos: pelo contrário, sempre que as suas autoridades protestam por causa de umas caricaturas do Profeta publicadas  no &quot;Ocidente&quot;, este tende a contemporizar, a compreender, a lamentar o sucedido… A sobrevivência e desenvolvimento das ideias de autonomia e de democratização do poder político exigem a salvaguarda desse traço cultural ou civilizacional distintivo que é o reconhecimento do carácter histórico e social, de &quot;criação humana&quot; dessacralizadora, da actividade política e das instituições da cidade e a existência de um espaço público laico e &quot;ateu&quot; (onde os crentes podem intervir, na sua qualidade de cidadãos, mas onde a revelação ou fé religiosa não podem ditar regras ou fornecer razões). Por muito que isso pese àqueles que se deixam embriagar pelas águas mornas de certo &quot;multiculturalismo&quot; politicamente correcto, há aqui a travar uma luta de morte. Mas, até mesmo no quadro de uma luta de morte, ou sobretudo nesses campos de batalha, é necessário que o campo da liberdade política não se deixe contaminar pelos métodos e processos dos seus adversários. E, abreviando razões, é por isso que devemos apoiar e defender o exercício de qualquer caricatura ou sátira literária que abale ou fira as crenças &quot;teocráticas&quot;, mas denunciar iniciativas como o referendo suíço.
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que a proibição da construção de minaretes não é defensável. Mas creio que há, não apenas nos fundamentalistas do costume, mas no próprio islão &#8220;não-reformado&#8221; qualquer coisa de &#8220;intrinsecamente não-democrático&#8221;, e também que é uma grande vitória póstuma de Hitler a negação oficial, imposta como verdade de regime, dos campos de extermínio nazis por parte de governantes muçulmanos e a re-demonização dos judeus empreendida a pretexto da política adoptada pelo Estado de Israel (objectivamente promotora, sem dúvida, do anti-semitismo).<br />
Dar na touca do islão enquanto religião política, cujo triunfo representaria a supressão das liberdades e garantias democráticas e laicas que hoje limitam o poder das oligarquias dominantes na parte do mundo onde vivemos, está bem, e é necessário. Do mesmo modo que dar na touca ou nas tiaras dos protagonistas constantinianos cristãos, que pretendem subordinar o âmbito das liberdades políticas e culturais à verdade de uma igreja e à sua interpretação da &#8220;Palavra de Deus&#8221;.  A defesa das liberdades democráticas e a sua extensão e aprofundamento têm por corolário o combate sem tréguas contra qualquer religião que não se tenha reformado o suficiente para abdicar das suas ambições de conquista do poder político. E isso faz com que a luta contra as religiões que sacralizam ou pretendem sacralizar o poder político continue tão actual como sempre. Acresce que é falso que sob regimes islâmicos &#8211; em que o islão é religião de Estado &#8211; haja uma liberdade de culto que se possa comparar com a que o imbecil referendo em apreço deixou subsistir na Suíça. É falso que seja possível a um grupo de potenciais cidadãos e efectivos súbditos dos regimes islâmicos fundar, por exemplo, uma associação para a promoção do ateísmo. É falso &#8211; infelizmente &#8211; que os países da CE se escandalizem com isso ou organizem, como deviam, campanhas de boicote, etc. contra os abusos dos poderes religiosos islâmicos: pelo contrário, sempre que as suas autoridades protestam por causa de umas caricaturas do Profeta publicadas  no &#8220;Ocidente&#8221;, este tende a contemporizar, a compreender, a lamentar o sucedido… A sobrevivência e desenvolvimento das ideias de autonomia e de democratização do poder político exigem a salvaguarda desse traço cultural ou civilizacional distintivo que é o reconhecimento do carácter histórico e social, de &#8220;criação humana&#8221; dessacralizadora, da actividade política e das instituições da cidade e a existência de um espaço público laico e &#8220;ateu&#8221; (onde os crentes podem intervir, na sua qualidade de cidadãos, mas onde a revelação ou fé religiosa não podem ditar regras ou fornecer razões). Por muito que isso pese àqueles que se deixam embriagar pelas águas mornas de certo &#8220;multiculturalismo&#8221; politicamente correcto, há aqui a travar uma luta de morte. Mas, até mesmo no quadro de uma luta de morte, ou sobretudo nesses campos de batalha, é necessário que o campo da liberdade política não se deixe contaminar pelos métodos e processos dos seus adversários. E, abreviando razões, é por isso que devemos apoiar e defender o exercício de qualquer caricatura ou sátira literária que abale ou fira as crenças &#8220;teocráticas&#8221;, mas denunciar iniciativas como o referendo suíço.<br />
msp</p>
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		<title>Por: Selofane</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112180</link>
		<dc:creator>Selofane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 19:19:19 +0000</pubDate>
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		<description>Tem muita razão no seu post. Mas, se não me engano, nos países muçulmanos não existe, ou então é muita limitada, a liberdade religiosa, nomeadamente para a construção de igrejas. E então quanto ao proselitismo cristão, nem se fala - ai do muçulmano que queira tornar-se cristão...
A questão é muito complicada -  se na Europa temos o receio a aversão ao que é estranho (e o Islão ocupa hoje esse lugar pela sua abissal diferença dos modos de vida europeus), nos países muçulmanos a situação é bem pior - isso não terá também ajudado no referendo suíço?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem muita razão no seu post. Mas, se não me engano, nos países muçulmanos não existe, ou então é muita limitada, a liberdade religiosa, nomeadamente para a construção de igrejas. E então quanto ao proselitismo cristão, nem se fala &#8211; ai do muçulmano que queira tornar-se cristão&#8230;<br />
A questão é muito complicada &#8211;  se na Europa temos o receio a aversão ao que é estranho (e o Islão ocupa hoje esse lugar pela sua abissal diferença dos modos de vida europeus), nos países muçulmanos a situação é bem pior &#8211; isso não terá também ajudado no referendo suíço?</p>
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		<title>Por: Renato Teixeira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112172</link>
		<dc:creator>Renato Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:58:58 +0000</pubDate>
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		<description>Tratarei... se me arranjar um salvo conduto na clinica dos suíços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tratarei&#8230; se me arranjar um salvo conduto na clinica dos suíços.</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112167</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:08:50 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.isim.nl/files/paper_Parekh.pdf</description>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112162</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:01:38 +0000</pubDate>
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		<description>efeito contágio:

http://www.france24.com/en/20091208-sarkozy-france-swiss-minaret-vote-fears-loss-national-identity-debate-islam


http://www.france24.com/en/20091208-british-press-sarkozy-quest-define-french-national-identity

http://www.lemonde.fr/politique/article/2009/10/26/l-identite-nationale-theme-recurrent-de-nicolas-sarkozy_1259095_823448.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>efeito contágio:</p>
<p><a href="http://www.france24.com/en/20091208-sarkozy-france-swiss-minaret-vote-fears-loss-national-identity-debate-islam" rel="nofollow">http://www.france24.com/en/20091208-sarkozy-france-swiss-minaret-vote-fears-loss-national-identity-debate-islam</a></p>
<p><a href="http://www.france24.com/en/20091208-british-press-sarkozy-quest-define-french-national-identity" rel="nofollow">http://www.france24.com/en/20091208-british-press-sarkozy-quest-define-french-national-identity</a></p>
<p><a href="http://www.lemonde.fr/politique/article/2009/10/26/l-identite-nationale-theme-recurrent-de-nicolas-sarkozy_1259095_823448.html" rel="nofollow">http://www.lemonde.fr/politique/article/2009/10/26/l-identite-nationale-theme-recurrent-de-nicolas-sarkozy_1259095_823448.html</a></p>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112161</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 15:40:35 +0000</pubDate>
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		<description>Belo post. O polémica encetada pelo referendo Suíço parece já ter contagiado o debate político em França e exacerbado a polémica em torno da identidade (iniciada nas últimas eleições nacionais por Le Pen e Sarkozy). 

se me permitem a petulância de citar um post acerca da identidade que publiquei aqui no 5:

 http://5dias.net/2008/10/04/le-pen-e-a-questao-da-identidade/
 
Se juntarmos à obsessão de Le Pen e Sarkozy (últimas eleições) com a questão da identidade nacional o efeito de contágio do referendo Suíço (q confere respeitabilidade democrática a uma posição intrinsecamente anti-democrática) podemos constatar que estamos perante um prob deveras explosivo. (a radicalização política de TODA uma comunidade minoritária e a dificuldade crescente de identificar os verdadeiros fundamentalistas) Uma verdadeira caixa de pandora!! 



O referendo suíço poderá ser o primeiro passo na explicitação de um fenómeno político insidioso que é sentido em quase todos países europeus com minorias islâmicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo post. O polémica encetada pelo referendo Suíço parece já ter contagiado o debate político em França e exacerbado a polémica em torno da identidade (iniciada nas últimas eleições nacionais por Le Pen e Sarkozy). </p>
<p>se me permitem a petulância de citar um post acerca da identidade que publiquei aqui no 5:</p>
<p> <a href="http://5dias.net/2008/10/04/le-pen-e-a-questao-da-identidade/" rel="nofollow">http://5dias.net/2008/10/04/le-pen-e-a-questao-da-identidade/</a></p>
<p>Se juntarmos à obsessão de Le Pen e Sarkozy (últimas eleições) com a questão da identidade nacional o efeito de contágio do referendo Suíço (q confere respeitabilidade democrática a uma posição intrinsecamente anti-democrática) podemos constatar que estamos perante um prob deveras explosivo. (a radicalização política de TODA uma comunidade minoritária e a dificuldade crescente de identificar os verdadeiros fundamentalistas) Uma verdadeira caixa de pandora!! </p>
<p>O referendo suíço poderá ser o primeiro passo na explicitação de um fenómeno político insidioso que é sentido em quase todos países europeus com minorias islâmicas.</p>
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	<item>
		<title>Por: flávio reboleira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/12/09/quem-sao-afinal-os-fundamentalistas/comment-page-1/#comment-112155</link>
		<dc:creator>flávio reboleira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 14:39:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=28180#comment-112155</guid>
		<description>Mais um fanático com a mania de chamar fanáticos aos outros. Trata-te pá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um fanático com a mania de chamar fanáticos aos outros. Trata-te pá.</p>
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