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Não ao “ateísmo seco” (conclusão – Buxtehude e Artaud)

1 de Dezembro de 2009 por Carlos Vidal


ANTONIN ARTAUD (Várias citações em português, fotografias diversas, desenhos e parte da célebre emissão radiofónica Pour en Finir avec le Jugement de Dieu, 1947)


DIETRICH BUXTEHUDE. Excerto de Membra Jesu Nostri (obra constituída por sete cantatas, cada uma dedicada a um dos membros de Cristo na cruz: pedes, genua, manus, latus, pectus, cor e faciem: aqui Maria Christina Khier, de quem já falei, interpreta “Ad Cor”, dirigida por René Jacobs).

Comentários

Comentário de carlos graça
Data: 3 de Dezembro de 2009, 0:07

Grande A. Artaud… certo dia, ao ser sujeito a choques eléctricos, afirmou ter visto o seu espírito a separar-se do corpo e a ficar no tecto da sala, a rir-se “dele”… o láudano, ou a falta dele, tem destas coisas…

Comentário de rui david
Data: 3 de Dezembro de 2009, 3:23

são as contradições da vida (ou a dificuldade de se ser absolutamente coerente)…
toda essa palheta do “ateismo mistico” é fétida e tresanda por todo o lado a protofascismo com cio… mas que essa Christina é “absolutamente” transcendente também é uma evidência.
quanto ao Artaud, bem achado, serão estas as gravações que um celerado de um descendente anda por aí a proibir?

Comentário de Carlos Vidal
Data: 5 de Dezembro de 2009, 17:42

Então, caro david, estamos aqui de acordo: sempre há transcendência “absoluta”. Ainda bem.
Khier é o nome dela.

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