A Cultura vibrante lisboeta, segundo o governo e António Costa (parabéns!)

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9 respostas a A Cultura vibrante lisboeta, segundo o governo e António Costa (parabéns!)

  1. Jose Manuel Vieira diz:

    ATÉ QUANDO ESTE ESPEZINHAR E ATROPELAR O NORTE ?
    JÁ NÃO BASTA O ROUBO NO PIB ?

  2. antónio diz:

    Eu vivi quatro anos no Porto, tenho lá família e tudo, e sou completamente a favôr de “atropelar o Norte”, vcs . não são muito flor que se cheire, sorry, just my damned two cents…

    🙂

    P.S.
    Nas tintas para o “políticamente correcto” ou wtf.

    :-))

  3. estrábica diz:

    O importante é parabenizar e festejar, olharmos para o fogo de artifício no céu para não se ver que Portugal está a arder…

    http://www.joshuarosenstock.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/it_was_a_very_good_year.jpg

    Ergamos o olhar aos céus!
    (como sou estrábica tenho um olhar mais abrangente… Os olhos saltam-me das órbitas…)

    http://www.jenniferbalkan.net/

  4. antónio diz:

    Ah, e espantoso…

    Eu não acho que o António Costa seja de se deitar fora e posso garantir, sou muito mas muito mais à esquerda que ele.

    Se calhar a minha sorte é já não viver já em Lxª, mas claro, nasci lá… (Hospital Militar Principal, Lapa-Estrela, ou coisa que o valha…)

  5. Javali diz:

    Votaram neles? Aturem-nos.

  6. Estava para aplicar uns termo do Norte em relação a este “roubo”, mas é melhor não.

  7. antónio diz:

    Oh diacho… seria o termo que eu ouvia pelas ruas das bocas das mães e das criancinhas, e que me pespegava com a hesitação entre corar de vergonha ou desaparecer ??

    🙂

  8. Jesus Maria José, todos por um-um por todos, isto decorre em evento-acontecimento no castelo do queijo, não? o espanto fenomenológico, o mundo interior e as vistas largas toldam-me a reflexão rumo à estação finlandia (Edmund Wison), as vibrações também já não ajudam a seduzir ninguém, volta tolan.

  9. e ainda e em defesa da língua de madeira, o que mais se ouve nas ruas para além do posicionar os olhos em “alvaro”, são os termos : “havia de vir”, “rochedo”, “cangareijo” e “azeiteiro”, que indiciam uma vontade revanchista e um totalitarismo sem nome.
    Assim, alguma razão te assiste.
    E por onde andam os cultos e culturalistas apoiantes do rapaz do ferrari e do burro? Apenas o vislumbro com o “broeiro” da Zon. Triste sorte esta, não encontro o dicionário de provérbios, vai com o de sentenças do Torrinha.

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