“Tu sabes quantas vezes eu já ouvi essas tuas profecias da desgraça, desastres horríveis (de mota ou coisa parecida), corpos mutilados, colecções de cabeças à beira da estrada, ou então vidas estragadas, pesadelos sem saída, Alcoitões a vida inteira? Eu oiço-te isso desde pequena, tu dás-te conta? Só encontro uma virtude na tua conversa, meu tarado querido: é que, como tudo o que tu prevês, por definição, nunca se realiza, o que tu és, realmente, é um profeta da felicidade” (e cada um desses Russian endings vale na verdade por um final feliz).




“Luego reflexionó que la realidad no suele coincidir con las previsiones; con lógica perversa infirió que prever un detalle circunstancial es impedir que éste suceda. Fiel a esa débil magia, inventaba, para que no sucedieran, rasgos atroces; naturalmente, acabó por temer que esos rasgos fueran proféticos.”
Caro amigo, podia fazer um poste a explicar a importância (o interesse, se quiser) dos seus postes sobre a questão dos transportes?
Não é por nada, é que não estamos a ver…
Abc
Amigo Albino, sempre na brecha!
Não se preocupe, que no fim eu explico tudo; conto acabar em finais de Novembro de 2039.
Até mais tarde, AF