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Uma questão de transportes, 4.1.1.1

26 de Novembro de 2009 por António Figueira

“Tu sabes quantas vezes eu já ouvi essas tuas profecias da desgraça, desastres horríveis (de mota ou coisa parecida), corpos mutilados, colecções de cabeças à beira da estrada, ou então vidas estragadas, pesadelos sem saída, Alcoitões a vida inteira? Eu oiço-te isso desde pequena, tu dás-te conta? Só encontro uma virtude na tua conversa, meu tarado querido: é que, como tudo o que tu prevês, por definição, nunca se realiza, o que tu és, realmente, é um profeta da felicidade” (e cada um desses Russian endings vale na verdade por um final feliz).

Comentários

Comentário de Morgada de V.
Data: 26 de Novembro de 2009, 7:38

“Luego reflexionó que la realidad no suele coincidir con las previsiones; con lógica perversa infirió que prever un detalle circunstancial es impedir que éste suceda. Fiel a esa débil magia, inventaba, para que no sucedieran, rasgos atroces; naturalmente, acabó por temer que esos rasgos fueran proféticos.”

Comentário de a.m.
Data: 26 de Novembro de 2009, 11:44

Caro amigo, podia fazer um poste a explicar a importância (o interesse, se quiser) dos seus postes sobre a questão dos transportes?
Não é por nada, é que não estamos a ver…
Abc

Comentário de António Figueira
Data: 26 de Novembro de 2009, 11:51

Amigo Albino, sempre na brecha!

Não se preocupe, que no fim eu explico tudo; conto acabar em finais de Novembro de 2039.

Até mais tarde, AF

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