Orçamento Participativo em Lisboa
26 de Novembro de 2009 por Tiago Mota SaraivaO Público surpreende-se com a fraca participação. A forma como o OP de Lisboa se organiza inviabiliza qualquer tipo de discussão sobre propostas concretas que afectem a cidade ou que vão um pouco mais além de colocar umas árvores numas pracetas ou tapar uns buracos de uma rua esquecida. Essas propostas ora ficam num canto escondido por trás das ciclovias, árvores e passadeiras, ora são arquivadas por “determinação dos serviços técnicos”.

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