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Orçamento Participativo em Lisboa

26 de Novembro de 2009 por Tiago Mota Saraiva

O Público surpreende-se com a fraca participação. A forma como o OP de Lisboa se organiza inviabiliza qualquer tipo de discussão sobre propostas concretas que afectem a cidade ou que vão um pouco mais além de colocar umas árvores numas pracetas ou tapar uns buracos de uma rua esquecida. Essas propostas ora ficam num canto escondido por trás das ciclovias, árvores e passadeiras, ora são arquivadas por “determinação dos serviços técnicos”.

Comentários

Comentário de Esloveno
Data: 27 de Novembro de 2009, 1:43

Lisboa tem muito a aprender com a experiência de Palmela, por exemplo, onde as sessões se arrastam noite fora (com os autarcas presentes em sessões de aldeia em aldeia) e onde as propostas dos cidadãos volta e meia são mesmo levadas em conta. Além disso, parece-me que há uma grande falta de divulgação do OP de Lisboa. Eu só soube disto com a notícia do Público.

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