Pandemia de estupidez

Porque é que os meios de comunicação social continuam a noticiar as mortes de fetos em grávidas recém-vacinadas contra a gripe A? Ainda não perceberam as elementares explicações de lógica e estatística que apõem à notícia de cada morte ou é apenas o gosto em apaziguar o alarme que criam? (replay)

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6 respostas a Pandemia de estupidez

  1. Natália Santos diz:

    Olhe que não sei se não será de ter alguma prudência. É que o universo de mulheres grávidas vacinadas, face ao total a vacinar, é pequeno, porque tem havido pouca adesão, e um feto morto por dia é para o total das grávidas.

  2. rui david diz:

    Dantes eram as só as testemunhas de Jeová que tinham a paranóia das vacinas. Agora, uma santa aliança que começa na extrema direita religiosa americana, passa pelos psicopatas da teoria da conspiração e acaba em diversas cambiantes new age e “ecológicas” conseguiu finalmente a proeza de lançar a confusão sobre questões de saúde pública que ainda há poucos anos eram consideradas uma conquista civilizacional. Espero que se façam rapidamente estatísticas dos números de grávidas vacinadas em todo o mundo versus fetos mortos, do número absoluto de vacinados e dos mortos feridos e estropiados à sua conta (com cuidado porque os grupos anti-vacina não hesitarão em incluir no lote os atropelados por autocarros e vítimas de overdose).

  3. JMG diz:

    A uma notícia factual verdadeira não cabe o título do post. Os meios de comunicação social podem ser acusados, com razão, de manipularem a opinião pública, mas isso não se aplica ao relato cru de notícias verdadeiras. Depois, não é preciso ser adepto de teorias conspirativas para não ter certezas absolutas sobre o acerto de medidas de saúde pública, mesmo que tenham o apoio da esmagadora maioria dos médicos.

  4. lingrinhas diz:

    pois é se não houvesse vacinas !!!!!!!!!

  5. Bruno Sena Martins diz:

    Não digo que devamos acatar a autoridade médica sem a questionar, longe de mim. Mas é escusado criarem factos que pretendem insinuar uma relação do nada. Entendamo-nos, a questão não é negar que uma notícia é verdadeira, trata-se de perguntar porque é que determinado facto passa a ser notícia. O ano passado morreram mais de 300 fetos, fava quase uma notícia por dia, mas nada: nem na abertura dos jornais nem nas notícias de rodapé.

  6. carlos graça diz:

    a partir de agora, é o mata-mata!…

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