Interessante ver como esta gente sai de um interrogatório com a gravidade deste, rindo, gozando quiçá connosco, falando do Sporting e do Paulo Bento (um pouco desactualizados, digamos…). Não se pede a ostentação de um ar grave, pesaroso, negro (isso pode encenar-se facilmente). Mas, deste modo, deste sorriso (o advogado parece mais preocupado!, quiçá cansado…) desprende-se uma espécie de certeza antecipada de que nada acontecerá de relevante, pura e simplesmente porque não pode de modo algum acontecer nada de relevante. E eu nada sei sobre este protagonista (é um protagonista neste caso), nem imagino se tem ou não culpa ou culpas ou inocência ou…




Indesculpável, a falta de cultura desportiva!
E – percebi mal? – até falaram, para treinador, no falecido Juca.
Culturalmente, um caso definitivamente perdido.
Logo, “legalmente”, quiçá ganho.
(Perder na cultura, ganhar na vida: lema socrático; grego?)
Para esta sacanagem o principio do ónus da prova era ao contrário e,’Até prova em contrário,é culpado’.Viam como as choças engordavam e tb o erário publico
O caso mais curioso foi o de Fátima Felgueiras que, à saída do tribunal (que minutos antes a havia condenado a mais de 3 anos de CADEIA), comemorou a sentença junto do ‘seu povo’ gritando… “Vitória!”
Um lapso da repórter: quando disse que o advogado galvão teles foi parco em comentários, queria certamente dizer que o advogado pavão peles foi parvo nos comentários.