Desde o final da tarde que não sei da tampa da lata em que guardo o café (uma embalagem turco-germano-bósnia substancialmente mais memorável que o conteúdo original que vinha nela). Já a procurei no lixo, no frigorífico, na mesinha de cabeceira e na máquina de lavar roupa (não, a sanita provou ser superior às minhas forças), e só não a procurei no meio da papelada porque isso me obrigaria a enfrentar o monstro dos papéis, tarefa para a qual, sozinha, me sinto de todo impreparada. Em desespero, contei o caso a Sir T. “Aliens”, disse-me ele. “There’s a big shortage of lids from where they come from”. Ninguém me leva a sério, mas eu gostava de os ver tentar, um dia que fosse, ser eu (a considerar muito seriamente dizer ao fisco que o meu cão comeu os papéis, se conseguir arranjar um até segunda-feira).




Os rendimentos devem ser elevados …
Mas qualquer simples offshore resolve isso.
Antes fossem, manuel, antes fossem.
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