
expansão salarial
Os ministros Vieira da Silva e Teixeira dos Santos no seu melhor: “O melhor é começar pela despesa pública, designadamente por travar a expansão dos 20 mil milhões de euros que anualmente são gastos com os salários dos 700 mil funcionários do Estado.”




Já deviam era de ter feito essa travagem.
Os salários dos Funcionários Públicos deveriam de ser congelados, e as poupanças assim obtidas canalizadas para o abaixamento dos impostos às empresas. Com isto poder-se-ia aumentar o salário minimo para 500 ou mais euros, ou mesmo subir as reformas mais baixas.
Os Funcionários Públicos são portugueses privilegiados, a começar pela garantia de emprego para toda a vida, prestem ou não prestem, e por diversos “direitos adquiridos”, pagos pelos restantes portugueses, que deles não usufruem.
Portanto, é mais do que justo que haja esse congelamento salarias, assim como seria justo que os FPs incompetentes, e que são muitos, e os calões, que também são muitos, sejam oura e simplesmente despedidos, como acontece no privado.
Seria também uma questão de justiça que a ADSE deixasse pura e simplesmente de ser financiada pelo Orçamento de Estado. Os Portugueses que não podem usufruir das mordomias e das vantagens da ADSE, não podem ser obrigados a contribuir para ela. Se querem um sistema de saude à parte, os FPS que a paguem, na íntegra !
Justiça entre todos os portugueses é urgente.
700000? mas o que é que fazem a maior parte deles ou não fazem maltratam-nos e ainda por cima querem mais dinheiro .a cerca de 6 meses eram 6 (seis)funcionarios camararios para colocar um sinal de transito de sentido proibido.
outra possibilidade seria não dar 24 mil milhões de euros (24.000.000.000,00 €) a empresas (bancos) que apresentam lucros no seu exercicio e que pagam menos de IRC que a Tasca do Chico…
JMJ cá no meu bairro a mim é que me chamam mentiroso é melhor actualizares os numeros porque ainda faltam aí uns trocos.
Sim, os funcionários públicos são tudo isso.
São mal-educados como os empregados de qualquer café; incompetentes como qualquer funcionário num banco; prepotentes como qualquer automobilista português; corruptos como qualquer patrão de uma empresa tipo, sei lá, o BCP ou da REN.
So têm uma pequena diferença. São mais mal pagos no Estado que no privado.
lingrinhas,
tomara eu estar a mentir. Se estou é porque me mentiram a mim, aqui:
http://resistir.info/e_rosa/banca_paga_13pc_sobre_lucros.html
Já estou preparado psicologicamente para ter o salário congelado durante os próximos 4 anos. Mas para além de todas as fugas ao fisco mais ou menos institucionalizadas, dos bancos aos profissionais liberais, também gostava que alguém me explicasse por que é que os salários na função pública são sempre negociados à percentagem pelos sindicatos-governo, e por que é que essa percentagem é sempre igual para todos o funcionários
.
Eu ganho 1000 euros. Por que razão eu e o servente que ganha 450 euros temos a mesma percentagem de aumento que um dirigente que ganha 3000 e tem uma série de mordomias? Este ano, com aumentos a 3%, eu teria tido uma aumento de 30 euros, o servente de 13,5 euros e o dirigente um aumento de 90 euros. Há aqui alguma coisa muito mal explicada por todos os intervenientes no sistema, a começar pelos sindicatos.
Renato podes dizer-me em que página do programa do PS é que pudemos encontrar essa iniciativa política, sufragada pelos portugueses?
Chico da Tasca e Lingrinhas as vossas posições estão mais próximas da inveja do que da crítica e devo dizer-vos que nenhum dos sentimentos me parece justificável. Por que razão invejar um sector mal tratado, mal pago e normalmente mal fodido? Ou criticá-lo por ter privilégios que os outros supostamente não têm. Não seria melhor defender o alargamento dos privilégios a todos ao invés de atacar quem os tem? (Eu não quero um parque infantil ou um jardim público no bairro onde moro… quero é que o meu cunhado não tenha nem uma coisa nem a outra, no bairro dele. Poderia ironizar…)
Não vêem os senhores que é sobre o aumento dos salários da função pública que os privados definem os seus?
Por isso mesmo os representantes da patronal se apressaram a aplaudir a medida conforme se pode ler das declarações de José António Barros, presidente da AEP (Associação Empresarial de Portugal): “Seria um gravíssimo disparate colocar o referencial em 1,5%. O ministro tem toda a razão” ou de João Vieira Lopes, vice-presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CPP): “numa situação económica instável e com baixas perspectivas de crescimento em 2010, a contenção salarial é previsível”.
Prefiro a possibilidade do JMJ bem como a sua leitura dos factos.
Renegade tem toda a razão. Não há nenhum argumento para que não exista um aumento mais significativo para os salários mais baixos e, acrescento eu, absolvição do pagamento de impostos a salários inferiores a 1000 euros líquidos. Neste tipo de Estado, e neste tipo de sistema, é assim. Quem mais ganha mais poupa com o Estado e mais usufrui dele. C’ést le marché.
Tiago Mota Saraiva, esta medida deve estar numa das páginas ocultas do programa do PS, que mais devia chamar-se Código Da Vinci. De resto, o PS sempre honrou o compromisso de ter umas quantas páginas escondidas na sua caderneta de encargos. Do aborto à privatização, à privatização da educação e da saúde, foram quase sempre eles a concretizar os pilares do neo-liberalismo e não há memória que o tenham dito em nenhuma das referidas eleições. É uma espécie de bónus track bem ao jeito do “socialismo” democrático.