Entre a má frontalidade e a boa dissimulação, o que e como escolher?

Irá deixar saudades? Não?

É que eu, talvez por acaso, sempre achei a agressão mais cativante do que o vazio.

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10 Responses to Entre a má frontalidade e a boa dissimulação, o que e como escolher?

  1. chico da tasca says:

    Foi sem duvida a melhor Ministra da Educação que este país conheceu. Foi também uma mulher de grande coragem e determinação. O meu voto no PS nas ultimas legislativas foi, para aí em 70%, para ela.

  2. chico da tasca says:

    Carlos Vidal, não há por aqui uma comemoração ainda que breve aos 20 anos da queda do Muro ?

    Sabia que os Comunas, até pregos virados para cima punham no interior do perímetro do muro para impedir que os desgraçados pudessem fugir daquele inferno ?

    E sabia que caso os candidatos a fugitivos mesmo assim conseguissem ultrapassar todos os obstáculos, que eram 11, que os separavam do muro, eram abatidos a tiro como cães ?

    Sabia que na Ex-RDA, sair do país para o Ocidente era um crime, como o é hoje na Coreia do Norte ?

    Sabe quantos agentes tinha a Stasi, a Policia Politica Comunista da Ex-RDA ? 80 e tal mil.

    E sabe quantos Bufos trabalhavam para a dita Stasi ? Mais de 250 mil !

    Sabe quantos alemães de leste fugiram do Terror Comunista, para o Ocidente, via Hungria, acampando aos milhares em território hungaro à espera de uma oportunidade para irem para o Ocidente ? Muitos milhares talvez você saiba o numero exacto.

    Não acha vergonhoso que os auto-proclamados “Anti-Fascistas” cá do burgo não digam uma palavra sobre os 20 anos que passaram desde o fim do Terror Comuno-Fascista na Ex-RDA ?

  3. M. says:

    Vai deixar eternas saudades!
    Não arranhe a senhora, por favor.

    Agrida-me antes a mim, que já estou habituada! :)

  4. almajecta02 says:

    um homem elegante montado num cavalo elegante é o mais nobre objecto físico do mundo.
    Quando é que chegam os casamentos? Aguardo exemplaridade à la Jonathan Swift com São Jorge nas nuvens.

  5. José Dias says:

    Caro Chico,

    Plenamente de acordo. Impopular porque corajosa. Coragem de defrontar uma corporação que se julgava acima de qualquer responsabilidade, professores crentes de que a Escola era deles, não tendo que prestar contas a ninguém. Se os alunos não aprendiam, culpa deles que eram burros ou dos pais por serem analfabetos. Claro que havia e há os bons professores, mas eram e são abafados pelo poder da corporação, considerados dissidentes. Pena que não tenha terminado o trabalho e temo que já não haja condições para o levar a cabo.

  6. almajecta02 says:

    se, porém, uma pessoa se encontra num estado de espírito tal, que não é capaz de sentir este género de espanto, nesse caso, a cura tem de começar pelo outro extremo. está num estado estado de embotamento tal, que uma pessoa sentada num cavalo pouca diferença faz de uma pessoa sentada numa cadeira. volta má frontalidade e planura modernisteira.

  7. Bernardo Sardinha says:

    Afotografia foi muito bem escolhida! Está ali uma mulher acossada mas firme nas suas convicções. Obrigado, Sr.ª Dr.ª Maria de Lourdes Rodrigues.

  8. Carlos Vidal says:

    José Dias, isso, isso.

    É sempre bom e reconfortante ouvir ou ver alguem com coragem para dar umas boas sovas nos parasitas e nas corjas que as merecem.
    Doa a quem doer.
    Força, homem!

  9. almajecta02 says:

    confio sempre mais nas fábulas das velhas comadres do que nos factos das velhas solteironas. Pouco me importa que a inteligência das presidentes dos conselhos executivos seja desbragada, desde que seja uma inteligência materna e servil ao ministério.

  10. almajecta02 says:

    e confio ainda na inteligência estratégica que levou ao aumento dos presidentes dos conselhos executivos, os resultados tem sido quanto à organização, planificação e instrumentalização, assaz devastadores.

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