PS quer impor ao país um programa político rejeitado por 63,45% dos votos expressos

Programa do Governo é igual ao compromisso eleitoral do PS

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32 respostas a PS quer impor ao país um programa político rejeitado por 63,45% dos votos expressos

  1. Bernardo Sardinha diz:

    Não é verdade. Foi o escolhido por 36,55% dos votos expressos. Uma maioria democrática.

  2. l.rodrigues diz:

    Bem… é para isso que há oposições…

  3. antónimo diz:

    E que alternativa restava? Tentar conciliar os programas dos outros 63,45%? Escolher a economia do BE e do PCP e o social do CDS e do PSD ou vice-versa? O acolhimento aos emigrantes do Paulo Portas ou o do José Falcão?

  4. Luis Santos diz:

    E os senhores, querem impor as vossas ideias com que percentagem? parece que com menos de 15%…
    Eu sei que para alguns é muito difícil aceitar resultados democráticos.
    Mas é a vida. Que saudades devem ter de 1975…

  5. Então é mais uma vez tudo mentira! Triste Fado…

  6. Diogo diz:

    Dirijo-me aos três comentadores anteriores:

    Se contarmos com os desgraçados que nem dinheiro tinham para se deslocar às mesas de voto, Sócrates teve 11% de votos (de idiotas que se sentiram emparedados entre a «esquerda radical» e a «direita fassista»).

    Não sabendo distinguir a palavra Centrão da palavra ladrão, votaram no «homem» que levou por diante a construção dos dez estádios de futebol do Euro 2004, dos zilhões de quilómetros de auto-estradas, do Freeport… e que tenciona fazer 5 linhas de TGVs e mais um super-aeroporto inútil (contando com o de Beja).

  7. lingrinhas diz:

    pois é diogo viva a pedra lascada

  8. Asdrubal de La Palisse diz:

    Um plano quinquenal da autoria dos economistas do resistir.indo é o que país está a precisar.

  9. Cada um vê os números conforme lhe convém, como é o caso.

  10. A.Teixeira diz:

    Para escrever postes destes já cá há o João Miranda…

  11. Carlos Vidal diz:

    Há aqui apoiantes da coisa chamada PS que ainda não perceberam que a brincadeira com a frase “diz-se um copo meio cheio ou um copo meio vazio?” aqui não se aplica. Aqui o copo está mesmo quase por completo vazio e o PS não pode impor nada: a não ser chantagem (e é isso que vai fazer, apesar de Rui Tavares se interrogar sobre a futura conduta do PS – cegueira pura: o PS vai chantagear, chantagear, nada mais).

  12. Carlos Vidal diz:

    Esqueci-me de um sinal:
    a permanência de Valter Lemos no governo indicia a conduta acima por mim referida – aquilo é provocação da grossa!

    Virão meses geridos por gente sem escrúpulos.

  13. rui david diz:

    Lapalissada impotente.
    Se o sócrates apresentasse outro programa também havia um slogan original: promete umas coisas faz outras, troca tintas, etc.., a meia duzia de variantes originais do costume…

  14. carlos graça diz:

    e o pior ainda está para chegar…aguardemos…

  15. Concordo com o Carlos Vidal: acho apropriado chamar ao PS, essa coisa, falta-lhe, no entanto a referência, para completar ou realçar: essa coisa nojenta e azeitada, sem referências culturais, para além das que se medem em papel- moeda, corja de vira- casacas, como esse tal Lesmas.
    Que andam a transportar velhinhos para os comícios, prometendo-lhes lanches, e a ameaçar que se não votassem neles, tiravam o RSI.

    Basta!

  16. Coisas da democracia!!! E já agora do nosso sistema eleitoral!

  17. Pingback: Statu Quo, por Claudio Carvalho | Cousa estranha chamada democracia

  18. Augusto diz:

    O PS tem toda a legitimidade para apresentar o programa que bem entender.

    E as oposições têm toda a legitimidade de o recusarem.

  19. Bernardo Sardinha diz:

    Diogo – Está a esqueder-se daqueles que deixaram de votar PS levados pelas demagogias bombásticas do BE e do CDS. Esquece-se que muitos dos que não poderam ir votar seriam do PS. Esquece-se também daqueles que votaram contra o PS em defesa dos privilégios corporativos a que estavam habituados.

  20. Tiago Mota Saraiva diz:

    Bernardo Sardinha e outros, a maioria do PS não é uma maioria surda ou absoluta. A democracia não é um acontecimento de quatro em quatro anos, vulgarmente denominado eleições, mas constrói-se todos os dias.
    Serve este post para demonstrar que o alegado discurso de abertura se esgota quando chegamos às políticas.

  21. obrigados diz:

    Pois é, votar PS é a mesma coisa que votar na Camorra versus Mafia.São bandos que se dedicam a gerir a coisa pública em prole a ‘iniciativa privada’.Assim,o déficit público(oh,estúpidos q votam xuxa,esta é verdade e vós umas aventesmas sem um minimo de noção da justiça e uma cambada de oportunistas) explode com a ‘socialização’ dos prejuízos daquela malta do bando cavaquista/maçon/opus dei,que são mui compententes,rigorosos,responsáveis e,que fazem merda!Além de encherem os bolsos.Obrigados pelo Armando Vara e restantes constituintes da mesma.
    Uma cambada de gente da pior espécie q deveriam ir dentro.É um sucesso o estado a que chegámos

  22. Augusto diz:

    Os partidos não são donos dos votos, sr. Bernardo Sardinha, se houve muitos cidadãos que votaram noutras eleições legislativas no PS, e nestas deram o seu voto a outros partidos, isso significa, que se sentiram enganados pelas promessas não cumpridas de Socrates, e pela sua desastrosa governação.

    A falta de um efectivo combate á corrupção, um mal que corrompe a nossa democracia.

    O aumento galopante do desemprego, e o numero cada vez maior de desempregados sem qualquer apoio social.

    A incapacidade, ou a falta de firmeza com que as empresas que se deslocalizam, sem devolverem a Portugal os beneficios fiscais, e os subsidios que receberam para a sua instalação.

    A incapacidade, ou melhor a incompetência revelada, na forma como geriu a crise do sistema bancario, dos quais são exemplos fagrantes os caso BPP, e BPN.

    Uma reforma da Justiça que patinou, e que a par da corrupção é o outro grande cancro da nossa Democracia.

    A atitude arrogante com os Professores.

    As pressões sobre os meios de comunicação social

    Etc Etc Etc.

    Tanta coisa que pode ter levado muitos simpatizantes do PS a não confiarem no PS Socrates.

  23. S.C. diz:

    Pois é! mas, sintomaticamente, não ouvi ainda os comentadores televisivos, nem os jornais, também, contrapor a evidência da maioria (mais do que)absoluta não PS. Se contassemos as abstenções e os votos brancos e nulos, então… mas só repetem a conversa da legitimidade conferida pela vitória. E a legitimidade das oposições para se oporem?! Por que será que ninguém fala nisso na TV?!

  24. Rita diz:

    Se calhar o melhor é impor ao país o programa do pcp e nacionalizar tudo. Até parece que não foi o ps que ganhou as eleições. Querem que o partido que ganhou as eleições mude o programa com que foi eleito e fala outro diferente para o que não foi eleito!! É cada anedota!!

  25. Bernardo Sardinha diz:

    Sr. Augusto – Faz uma resenha das malfeitorias que, na sua opinião, foram praticadas pelo governo Sócrates I. A opinião das pessoas simples como eu, sem cultura literária nem filiação idiológica, têm também em conta as benfeitorias. Sem uma base teórica, fazem um balanço prudente e escolhem pelo menor dos males. Nem todos se deixam iludir pelas idéias apregoadas, pois sabem que são irrealistas e/ou desastrosas: “proibir as empresas com lucro, de fazer despedimentos”; “reduzir os impostos e aumentar os apoios às PME’s; “nacionalizar a GALP”; “acabar com o Rendimento de Inserção Social”; “não afrontar os interesses das corporações no Aparelho do Estado, vulgo classes profissionais”; “privatizar os serviços do Estado (saúde, educação, pensões).

  26. Nuno diz:

    Esta malta do PCP pensa q os partidos são donos dos votos? Pensam q este programa foi rejeitado pela maioria dos eleitores, é isso? Mas afinal votaram contra alguém ou a favor de alguém que vos represente? Acabou-se a desresponsabilização das oposições! Aceitem ou não este foi o programa que venceu as eleições e será levado a cabo com os ajustamentos necessários consequência de consensos. Mas eu percebo que a democracia nunca foi o forte dos comunistas!
    “Acontece que o voto se esgota na eleição. Nada mais diz. Não condiciona o eleito. Não pode. Apenas o responsabiliza, o que é algo que apela à sua acção, não à sua inacção. O voto assume que o eleito é capaz de representar o votante numa situação que já não é eleitoral, mas deliberativa, governativa. Continuar a invocar o voto recebido para não governar, ou impedir que outros governem, é estar a perverter o sistema democrático e seus ideais. A questão é de uma evidência confrangedora: caso um qualquer partido da oposição tivesse sido o mais votado, mas sem maioria, desistiria de tentar governar? Ou será que alinharia com a lógica boicotadora da democracia e recusaria qualquer tipo de negociação com a oposição alegando que os votos não lhes foram dados para andarem a fazer cedências aos interesses dos outros partidos? Estamos no reino da estupidez, o reino de Pacheco.”

  27. assis diz:

    sim senhor! com que então um país deve ser governado segundo o “sou contra”, e não interessa que seja oriundo da extrema esquerda ou da extrema direita. idiotices…

  28. Zé da Póvoa diz:

    Porque é que os ditos 63,45% não se junta e apresenta um programa de governo?
    A Sócrates restar-lhe-ia ser um mero testa de ferro que teria de pôr em prática o programa da oposição.

  29. Caro Tiago,
    bom dia e deixe de ser demagogo.
    A Coireia do Norte recebe dissidentes das democracias parlamentares.
    Peça asilo na embaixada.
    Cumprimentos

  30. Tiago Mota Saraiva diz:

    Caro António, bom princípio gulaguiano: “se não gosta peça asilo político”.

  31. Caro Tiago,
    Não me está a dizer que existem goulags na Coreia do Norte, pois não ?
    Cumprimentos

  32. Nuno diz:

    Para ler o resto do texto que copiei para o meu comentário é seguir este link: http://aspirinab.com/valupi/oposicao-a-oposicao-2/

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