Comentário de Bernardo Sardinha
Data: 2 de Novembro de 2009, 17:58
Não é verdade. Foi o escolhido por 36,55% dos votos expressos. Uma maioria democrática.
Comentário de l.rodrigues
Data: 2 de Novembro de 2009, 18:07
Bem… é para isso que há oposições…
Comentário de antónimo
Data: 2 de Novembro de 2009, 18:11
E que alternativa restava? Tentar conciliar os programas dos outros 63,45%? Escolher a economia do BE e do PCP e o social do CDS e do PSD ou vice-versa? O acolhimento aos emigrantes do Paulo Portas ou o do José Falcão?
Comentário de Luis Santos
Data: 2 de Novembro de 2009, 19:11
E os senhores, querem impor as vossas ideias com que percentagem? parece que com menos de 15%…
Eu sei que para alguns é muito difícil aceitar resultados democráticos.
Mas é a vida. Que saudades devem ter de 1975…
Comentário de Donatien Alphonse François
Data: 2 de Novembro de 2009, 19:18
Então é mais uma vez tudo mentira! Triste Fado…
Comentário de Diogo
Data: 2 de Novembro de 2009, 19:44
Dirijo-me aos três comentadores anteriores:
Se contarmos com os desgraçados que nem dinheiro tinham para se deslocar às mesas de voto, Sócrates teve 11% de votos (de idiotas que se sentiram emparedados entre a «esquerda radical» e a «direita fassista»).
Não sabendo distinguir a palavra Centrão da palavra ladrão, votaram no «homem» que levou por diante a construção dos dez estádios de futebol do Euro 2004, dos zilhões de quilómetros de auto-estradas, do Freeport… e que tenciona fazer 5 linhas de TGVs e mais um super-aeroporto inútil (contando com o de Beja).
Comentário de lingrinhas
Data: 2 de Novembro de 2009, 20:54
pois é diogo viva a pedra lascada
Comentário de Asdrubal de La Palisse
Data: 2 de Novembro de 2009, 22:10
Um plano quinquenal da autoria dos economistas do resistir.indo é o que país está a precisar.
Comentário de Daniel Santos
Data: 2 de Novembro de 2009, 22:15
Cada um vê os números conforme lhe convém, como é o caso.
Comentário de A.Teixeira
Data: 2 de Novembro de 2009, 23:18
Para escrever postes destes já cá há o João Miranda…
Comentário de Carlos Vidal
Data: 2 de Novembro de 2009, 23:24
Há aqui apoiantes da coisa chamada PS que ainda não perceberam que a brincadeira com a frase “diz-se um copo meio cheio ou um copo meio vazio?” aqui não se aplica. Aqui o copo está mesmo quase por completo vazio e o PS não pode impor nada: a não ser chantagem (e é isso que vai fazer, apesar de Rui Tavares se interrogar sobre a futura conduta do PS – cegueira pura: o PS vai chantagear, chantagear, nada mais).
Comentário de Carlos Vidal
Data: 2 de Novembro de 2009, 23:27
Esqueci-me de um sinal:
a permanência de Valter Lemos no governo indicia a conduta acima por mim referida – aquilo é provocação da grossa!
Virão meses geridos por gente sem escrúpulos.
Comentário de rui david
Data: 2 de Novembro de 2009, 23:28
Lapalissada impotente.
Se o sócrates apresentasse outro programa também havia um slogan original: promete umas coisas faz outras, troca tintas, etc.., a meia duzia de variantes originais do costume…
Comentário de carlos graça
Data: 3 de Novembro de 2009, 0:02
e o pior ainda está para chegar…aguardemos…
Comentário de Donatien Alphonse François
Data: 3 de Novembro de 2009, 0:29
Concordo com o Carlos Vidal: acho apropriado chamar ao PS, essa coisa, falta-lhe, no entanto a referência, para completar ou realçar: essa coisa nojenta e azeitada, sem referências culturais, para além das que se medem em papel- moeda, corja de vira- casacas, como esse tal Lesmas.
Que andam a transportar velhinhos para os comícios, prometendo-lhes lanches, e a ameaçar que se não votassem neles, tiravam o RSI.
Basta!
Comentário de Rui Figueiredo
Data: 3 de Novembro de 2009, 0:48
Coisas da democracia!!! E já agora do nosso sistema eleitoral!
Pingback de Statu Quo, por Claudio Carvalho | Cousa estranha chamada democracia
Data: 3 de Novembro de 2009, 1:23
[...] para o quadriénio 2009-2013, do qual resultou o Programa de Governo hoje apresentado. O aprendiz e outros que tais querem inverter esta cousa a que chamam democracia mas esquecem-se que esta cousa e obsessões [...]
Comentário de Augusto
Data: 3 de Novembro de 2009, 1:59
O PS tem toda a legitimidade para apresentar o programa que bem entender.
E as oposições têm toda a legitimidade de o recusarem.
Comentário de Bernardo Sardinha
Data: 3 de Novembro de 2009, 9:45
Diogo – Está a esqueder-se daqueles que deixaram de votar PS levados pelas demagogias bombásticas do BE e do CDS. Esquece-se que muitos dos que não poderam ir votar seriam do PS. Esquece-se também daqueles que votaram contra o PS em defesa dos privilégios corporativos a que estavam habituados.
Comentário de Tiago Mota Saraiva
Data: 3 de Novembro de 2009, 11:34
Bernardo Sardinha e outros, a maioria do PS não é uma maioria surda ou absoluta. A democracia não é um acontecimento de quatro em quatro anos, vulgarmente denominado eleições, mas constrói-se todos os dias.
Serve este post para demonstrar que o alegado discurso de abertura se esgota quando chegamos às políticas.
Comentário de obrigados
Data: 3 de Novembro de 2009, 12:50
Pois é, votar PS é a mesma coisa que votar na Camorra versus Mafia.São bandos que se dedicam a gerir a coisa pública em prole a ‘iniciativa privada’.Assim,o déficit público(oh,estúpidos q votam xuxa,esta é verdade e vós umas aventesmas sem um minimo de noção da justiça e uma cambada de oportunistas) explode com a ’socialização’ dos prejuízos daquela malta do bando cavaquista/maçon/opus dei,que são mui compententes,rigorosos,responsáveis e,que fazem merda!Além de encherem os bolsos.Obrigados pelo Armando Vara e restantes constituintes da mesma.
Uma cambada de gente da pior espécie q deveriam ir dentro.É um sucesso o estado a que chegámos
Comentário de Augusto
Data: 3 de Novembro de 2009, 13:04
Os partidos não são donos dos votos, sr. Bernardo Sardinha, se houve muitos cidadãos que votaram noutras eleições legislativas no PS, e nestas deram o seu voto a outros partidos, isso significa, que se sentiram enganados pelas promessas não cumpridas de Socrates, e pela sua desastrosa governação.
A falta de um efectivo combate á corrupção, um mal que corrompe a nossa democracia.
O aumento galopante do desemprego, e o numero cada vez maior de desempregados sem qualquer apoio social.
A incapacidade, ou a falta de firmeza com que as empresas que se deslocalizam, sem devolverem a Portugal os beneficios fiscais, e os subsidios que receberam para a sua instalação.
A incapacidade, ou melhor a incompetência revelada, na forma como geriu a crise do sistema bancario, dos quais são exemplos fagrantes os caso BPP, e BPN.
Uma reforma da Justiça que patinou, e que a par da corrupção é o outro grande cancro da nossa Democracia.
A atitude arrogante com os Professores.
As pressões sobre os meios de comunicação social
Etc Etc Etc.
Tanta coisa que pode ter levado muitos simpatizantes do PS a não confiarem no PS Socrates.
Comentário de S.C.
Data: 3 de Novembro de 2009, 13:13
Pois é! mas, sintomaticamente, não ouvi ainda os comentadores televisivos, nem os jornais, também, contrapor a evidência da maioria (mais do que)absoluta não PS. Se contassemos as abstenções e os votos brancos e nulos, então… mas só repetem a conversa da legitimidade conferida pela vitória. E a legitimidade das oposições para se oporem?! Por que será que ninguém fala nisso na TV?!
Comentário de Rita
Data: 3 de Novembro de 2009, 17:33
Se calhar o melhor é impor ao país o programa do pcp e nacionalizar tudo. Até parece que não foi o ps que ganhou as eleições. Querem que o partido que ganhou as eleições mude o programa com que foi eleito e fala outro diferente para o que não foi eleito!! É cada anedota!!
Comentário de Bernardo Sardinha
Data: 3 de Novembro de 2009, 17:46
Sr. Augusto – Faz uma resenha das malfeitorias que, na sua opinião, foram praticadas pelo governo Sócrates I. A opinião das pessoas simples como eu, sem cultura literária nem filiação idiológica, têm também em conta as benfeitorias. Sem uma base teórica, fazem um balanço prudente e escolhem pelo menor dos males. Nem todos se deixam iludir pelas idéias apregoadas, pois sabem que são irrealistas e/ou desastrosas: “proibir as empresas com lucro, de fazer despedimentos”; “reduzir os impostos e aumentar os apoios às PME’s; “nacionalizar a GALP”; “acabar com o Rendimento de Inserção Social”; “não afrontar os interesses das corporações no Aparelho do Estado, vulgo classes profissionais”; “privatizar os serviços do Estado (saúde, educação, pensões).
Comentário de Nuno
Data: 3 de Novembro de 2009, 18:44
Esta malta do PCP pensa q os partidos são donos dos votos? Pensam q este programa foi rejeitado pela maioria dos eleitores, é isso? Mas afinal votaram contra alguém ou a favor de alguém que vos represente? Acabou-se a desresponsabilização das oposições! Aceitem ou não este foi o programa que venceu as eleições e será levado a cabo com os ajustamentos necessários consequência de consensos. Mas eu percebo que a democracia nunca foi o forte dos comunistas!
“Acontece que o voto se esgota na eleição. Nada mais diz. Não condiciona o eleito. Não pode. Apenas o responsabiliza, o que é algo que apela à sua acção, não à sua inacção. O voto assume que o eleito é capaz de representar o votante numa situação que já não é eleitoral, mas deliberativa, governativa. Continuar a invocar o voto recebido para não governar, ou impedir que outros governem, é estar a perverter o sistema democrático e seus ideais. A questão é de uma evidência confrangedora: caso um qualquer partido da oposição tivesse sido o mais votado, mas sem maioria, desistiria de tentar governar? Ou será que alinharia com a lógica boicotadora da democracia e recusaria qualquer tipo de negociação com a oposição alegando que os votos não lhes foram dados para andarem a fazer cedências aos interesses dos outros partidos? Estamos no reino da estupidez, o reino de Pacheco.”
Comentário de assis
Data: 3 de Novembro de 2009, 18:57
sim senhor! com que então um país deve ser governado segundo o “sou contra”, e não interessa que seja oriundo da extrema esquerda ou da extrema direita. idiotices…
Comentário de Zé da Póvoa
Data: 3 de Novembro de 2009, 23:11
Porque é que os ditos 63,45% não se junta e apresenta um programa de governo?
A Sócrates restar-lhe-ia ser um mero testa de ferro que teria de pôr em prática o programa da oposição.
Comentário de António P.
Data: 4 de Novembro de 2009, 11:59
Caro Tiago,
bom dia e deixe de ser demagogo.
A Coireia do Norte recebe dissidentes das democracias parlamentares.
Peça asilo na embaixada.
Cumprimentos
Comentário de Tiago Mota Saraiva
Data: 4 de Novembro de 2009, 14:32
Caro António, bom princípio gulaguiano: “se não gosta peça asilo político”.
Comentário de António P.
Data: 4 de Novembro de 2009, 15:50
Caro Tiago,
Não me está a dizer que existem goulags na Coreia do Norte, pois não ?
Cumprimentos
Comentário de Nuno
Data: 5 de Novembro de 2009, 11:22
Para ler o resto do texto que copiei para o meu comentário é seguir este link: http://aspirinab.com/valupi/oposicao-a-oposicao-2/
Escreva um comentário