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	<title>Comentários em: Sobre os posts de ontem</title>
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		<title>Por: Vasco</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-110101</link>
		<dc:creator>Vasco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 17:24:57 +0000</pubDate>
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		<description>Texto lamentável, sem qualquer sentido e completamente faccioso.
Se os EUA não tivessem entrado na 2.ª GM, queria ver quem é que derrotava os Nazis. Sabe-se lá como estaria o mundo hoje!
A ditadura soviética foi algo terrivelmente cruel e que atentou aos direitos do homem, como atentou a ditadura de Hitler. Estaline matou milhões de pessoas! Regimes totalitários deste tipo não têm defesa possível, por mais argumentos que se tente encontrar.
É triste ver pessoas a defenderem estes regimes e a serem tão &quot;cegas&quot; ao ponto de não reconhecerem que os poucos benefícios não compensaram - se é que se pode usar este termo - o enorme sofrimento causado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto lamentável, sem qualquer sentido e completamente faccioso.<br />
Se os EUA não tivessem entrado na 2.ª GM, queria ver quem é que derrotava os Nazis. Sabe-se lá como estaria o mundo hoje!<br />
A ditadura soviética foi algo terrivelmente cruel e que atentou aos direitos do homem, como atentou a ditadura de Hitler. Estaline matou milhões de pessoas! Regimes totalitários deste tipo não têm defesa possível, por mais argumentos que se tente encontrar.<br />
É triste ver pessoas a defenderem estes regimes e a serem tão &#8220;cegas&#8221; ao ponto de não reconhecerem que os poucos benefícios não compensaram &#8211; se é que se pode usar este termo &#8211; o enorme sofrimento causado.</p>
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		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-110025</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:29:34 +0000</pubDate>
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		<description>Caro TMS, há um ponto em que estamos de acordo: Estaline prejudicou mais a causa do socialismo do que muitos anos de propaganda anti-comunista. Há um desacordo que persiste: você considera que uma ditadura e o terror exercidos sobre os trabalhadores e o conjunto da população podem, apesar de tudo, ser obra de um regime socialista, de um poder político e de uma organização económica socialistas, que podem ser a política &quot;errada&quot; de um regime &quot;certo&quot;. Eu considero que um regime desse tipo - excluindo da actividade política a enorme maioria da população, ou só a permitindo sob a forma de &quot;participação dependente&quot;, no quadro do apoio ao regime e da colaboração com o governo - é um regime de exploração e dominação, uma barreira a abater. Que se possam atribuir a esse regime méritos &quot;desenvolvimentistas&quot;, que o período pós-Estaline assiste a reformas, que há evolução no regime entre o fim da guerra e a sua queda, tudo isso, são questões que devem ser ponderadas. Mas o regime nunca esteve perto, depois de Estaline, de uma transformação socialista, e, seja qual for o momento considerado, semelhante perspectiva teria significado o fim do primado do Partido e do tipo de Estado existente. 
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro TMS, há um ponto em que estamos de acordo: Estaline prejudicou mais a causa do socialismo do que muitos anos de propaganda anti-comunista. Há um desacordo que persiste: você considera que uma ditadura e o terror exercidos sobre os trabalhadores e o conjunto da população podem, apesar de tudo, ser obra de um regime socialista, de um poder político e de uma organização económica socialistas, que podem ser a política &#8220;errada&#8221; de um regime &#8220;certo&#8221;. Eu considero que um regime desse tipo &#8211; excluindo da actividade política a enorme maioria da população, ou só a permitindo sob a forma de &#8220;participação dependente&#8221;, no quadro do apoio ao regime e da colaboração com o governo &#8211; é um regime de exploração e dominação, uma barreira a abater. Que se possam atribuir a esse regime méritos &#8220;desenvolvimentistas&#8221;, que o período pós-Estaline assiste a reformas, que há evolução no regime entre o fim da guerra e a sua queda, tudo isso, são questões que devem ser ponderadas. Mas o regime nunca esteve perto, depois de Estaline, de uma transformação socialista, e, seja qual for o momento considerado, semelhante perspectiva teria significado o fim do primado do Partido e do tipo de Estado existente.<br />
msp</p>
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	<item>
		<title>Por: joão viegas</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-110015</link>
		<dc:creator>joão viegas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 15:01:35 +0000</pubDate>
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		<description>Resposta tão eloquente como a do Vidal. 

Eu comento com o meu nome e também tenho uma cara, muito embora você possa desconhecê-la (como alias eu desconheço a sua).

A questão é mesmo sobre a posição dos comunistas e, mais concretamente ainda, sobre a sua posição como comunista. Se é de condenação, porque é que fogem a sete pés de cada vez que surge a pergunta, como você faz na sua resposta, e como fez a jovem deputada (desconhece o que o partido dela condena ? quando chegar a altura de votar leis, também vai dizer que ainda não estudou a matéria ?).

O gulag não existiu porque perversos, no topo da hierarquia, tresleram o que vinha escrito nos livos de Marx. O gulag foi possivel porque existiu uma burocracia feita de pessoas que, como o Vidal e como aparentemente você também, estava disposta a olhar para o lado em nome dos designios secretos da Historia, interpretada pelo chefe supremo em mandamentos que não se dirigiam à sua inteligência.

Quanto a saber se pode voltar a acontecer, é uma questão de saber quem é que esta no PC hoje. Ficamos elucidados.

E desculpe ter-me esquecido que uma parte do que você escreve não é para discutir, pois ja esta decidida na posição oficial do partido.

Da proxima vez, não deixarei de enviar os meus comentarios pela via hierarquica.

Isto ha com cada um...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resposta tão eloquente como a do Vidal. </p>
<p>Eu comento com o meu nome e também tenho uma cara, muito embora você possa desconhecê-la (como alias eu desconheço a sua).</p>
<p>A questão é mesmo sobre a posição dos comunistas e, mais concretamente ainda, sobre a sua posição como comunista. Se é de condenação, porque é que fogem a sete pés de cada vez que surge a pergunta, como você faz na sua resposta, e como fez a jovem deputada (desconhece o que o partido dela condena ? quando chegar a altura de votar leis, também vai dizer que ainda não estudou a matéria ?).</p>
<p>O gulag não existiu porque perversos, no topo da hierarquia, tresleram o que vinha escrito nos livos de Marx. O gulag foi possivel porque existiu uma burocracia feita de pessoas que, como o Vidal e como aparentemente você também, estava disposta a olhar para o lado em nome dos designios secretos da Historia, interpretada pelo chefe supremo em mandamentos que não se dirigiam à sua inteligência.</p>
<p>Quanto a saber se pode voltar a acontecer, é uma questão de saber quem é que esta no PC hoje. Ficamos elucidados.</p>
<p>E desculpe ter-me esquecido que uma parte do que você escreve não é para discutir, pois ja esta decidida na posição oficial do partido.</p>
<p>Da proxima vez, não deixarei de enviar os meus comentarios pela via hierarquica.</p>
<p>Isto ha com cada um&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: chico da tasca</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-110006</link>
		<dc:creator>chico da tasca</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 12:38:08 +0000</pubDate>
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		<description>Tiago Mota Saraiva

o que você chama de &quot;colectivização do solo&quot; e que afirma como uma medida positiva, foi na verdade, uma verdadeira pilhagem à propriedade legítima das pessoas, feita com armas apontadas, com muitas mortes pelo, e com o recurso do envio de familas inteiras dos que a esse roubo se opunham, para os campos de concentração da Sibéria. 

Seria interessante que os Comunas cá do burgo dissessem alto e bom som às pessoas,  que a &quot;colectivização do solo&quot; é um dos seus objectivos caso alcancem o poder, ou seja, que as propriedades das pessoas, seriam pura e simplesmnte confiscadas, e de certeza sem direito a indemnização.

Quanto à &quot;nacionalização do aparelho produtivo&quot;, a mesmissima coisa.  A Ditadura Comunista, impediu e impede qualquer cidadão de ter qualquer veleidade de iniciativa privada,  e quem a tiver é-lhe simplesmente nacionalizada, ou seja, confiscada, roubada. 

Mas é isso mesmo que os Comunas devem esclarecer e não andaram para aí com &quot;os direitos dos trabalhadores&quot;, e as &quot;politicas de direita&quot;, a enganarem os incautos, e a sacar-lhes os votos pela ignorância.

O que você aqui defende e adjectiva como Bom, não é mais do que a violação de todos e quaiquer direitos individuais. Mas isso já todos sabemos, porque é disso que o Comunismo se trata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Mota Saraiva</p>
<p>o que você chama de &#8220;colectivização do solo&#8221; e que afirma como uma medida positiva, foi na verdade, uma verdadeira pilhagem à propriedade legítima das pessoas, feita com armas apontadas, com muitas mortes pelo, e com o recurso do envio de familas inteiras dos que a esse roubo se opunham, para os campos de concentração da Sibéria. </p>
<p>Seria interessante que os Comunas cá do burgo dissessem alto e bom som às pessoas,  que a &#8220;colectivização do solo&#8221; é um dos seus objectivos caso alcancem o poder, ou seja, que as propriedades das pessoas, seriam pura e simplesmnte confiscadas, e de certeza sem direito a indemnização.</p>
<p>Quanto à &#8220;nacionalização do aparelho produtivo&#8221;, a mesmissima coisa.  A Ditadura Comunista, impediu e impede qualquer cidadão de ter qualquer veleidade de iniciativa privada,  e quem a tiver é-lhe simplesmente nacionalizada, ou seja, confiscada, roubada. </p>
<p>Mas é isso mesmo que os Comunas devem esclarecer e não andaram para aí com &#8220;os direitos dos trabalhadores&#8221;, e as &#8220;politicas de direita&#8221;, a enganarem os incautos, e a sacar-lhes os votos pela ignorância.</p>
<p>O que você aqui defende e adjectiva como Bom, não é mais do que a violação de todos e quaiquer direitos individuais. Mas isso já todos sabemos, porque é disso que o Comunismo se trata.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mota Saraiva</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-110005</link>
		<dc:creator>Tiago Mota Saraiva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 12:20:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-110005</guid>
		<description>Caro msp, uma análise profunda sobre a URSS terá sempre de considerar diferentes períodos históricos. Em resposta ao seu comentário podia perder aqui umas horas enchendo a caixa de comentários com generalizações sobre acções tendencialmente positivas, revolucionárias e socialistas como a coletivização do solo, a alfabetização, a nacionalização do aparelho produtivo, a emancipação da mulher... medidas que, nalguns períodos históricos, se traduziram em enormes avanços culturais e sociais e que tiveram implicações no mundo inteiro. 
Contudo, não é por aí que quero seguir.
Embora lhe possa reconhecer razão nalgumas questões que coloca - por exemplo, já o disse aqui pelo 5dias, que entendo que Estaline fez mais contra o comunismo que muitos anos de propaganda anti-comunista, o seu comentário não representa uma reflexão política, não levanta dúvidas, não rebate argumentos, e só apresenta conclusões, não se afastando grande coisa daquilo que é a propaganda contra os partidos comunistas do mundo inteiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro msp, uma análise profunda sobre a URSS terá sempre de considerar diferentes períodos históricos. Em resposta ao seu comentário podia perder aqui umas horas enchendo a caixa de comentários com generalizações sobre acções tendencialmente positivas, revolucionárias e socialistas como a coletivização do solo, a alfabetização, a nacionalização do aparelho produtivo, a emancipação da mulher&#8230; medidas que, nalguns períodos históricos, se traduziram em enormes avanços culturais e sociais e que tiveram implicações no mundo inteiro.<br />
Contudo, não é por aí que quero seguir.<br />
Embora lhe possa reconhecer razão nalgumas questões que coloca &#8211; por exemplo, já o disse aqui pelo 5dias, que entendo que Estaline fez mais contra o comunismo que muitos anos de propaganda anti-comunista, o seu comentário não representa uma reflexão política, não levanta dúvidas, não rebate argumentos, e só apresenta conclusões, não se afastando grande coisa daquilo que é a propaganda contra os partidos comunistas do mundo inteiro.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mota Saraiva</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109999</link>
		<dc:creator>Tiago Mota Saraiva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 11:25:29 +0000</pubDate>
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		<description>joão viegas, colocar a questão em termos de &quot;inteligência&quot; ou exacerbando a lógica do ataque pessoal a quem dá a cara pelo que escreve é que me parece ser um péssimo ponto de partida.
A questão que levanta também me parece um pouco absurda. As posições políticas do PCP (visto que fala num &quot;nós&quot;) podem ser encontradas nos documentos oficiais do partido e nas declarações feitas para o efeito pelos seus dirigentes. Se existe uma agenda escondida, com campos de trabalho correctivo e afins, não deve estar à espera que o revele aqui...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>joão viegas, colocar a questão em termos de &#8220;inteligência&#8221; ou exacerbando a lógica do ataque pessoal a quem dá a cara pelo que escreve é que me parece ser um péssimo ponto de partida.<br />
A questão que levanta também me parece um pouco absurda. As posições políticas do PCP (visto que fala num &#8220;nós&#8221;) podem ser encontradas nos documentos oficiais do partido e nas declarações feitas para o efeito pelos seus dirigentes. Se existe uma agenda escondida, com campos de trabalho correctivo e afins, não deve estar à espera que o revele aqui&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mota Saraiva</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109996</link>
		<dc:creator>Tiago Mota Saraiva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 11:01:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109996</guid>
		<description>JDC, a Rita não digo mas muito provavelmente o Bernardino esteve presente nesse Congresso. Quanto à sua conclusão não bate certo com o comentário: parece que quer que ambos repitam o enunciado nas resoluções políticas ou então deixam de ser validas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JDC, a Rita não digo mas muito provavelmente o Bernardino esteve presente nesse Congresso. Quanto à sua conclusão não bate certo com o comentário: parece que quer que ambos repitam o enunciado nas resoluções políticas ou então deixam de ser validas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109991</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 08:42:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109991</guid>
		<description>Manuel da Mata,
o João Crisóstomo que refere seria outro. O João Crisóstomo a que me referi vinha do movimento estudantil de Lisboa, tendo sido durante anos e &quot;transgeracionalmente&quot; um dos seus protagonistas mais decididos. O papel que desempenhou, a sua coragem e génio organizativo iam a par de uma discrição (que não o impedia de tomar a palavra nas situações de mais alto risco, sempre que lhe parecia necessário) e de uma simplicidade raras - para não falar no seu humor peculiar e no seu sentido da camaradagem incomparáveis. 
Saudações democráticas
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel da Mata,<br />
o João Crisóstomo que refere seria outro. O João Crisóstomo a que me referi vinha do movimento estudantil de Lisboa, tendo sido durante anos e &#8220;transgeracionalmente&#8221; um dos seus protagonistas mais decididos. O papel que desempenhou, a sua coragem e génio organizativo iam a par de uma discrição (que não o impedia de tomar a palavra nas situações de mais alto risco, sempre que lhe parecia necessário) e de uma simplicidade raras &#8211; para não falar no seu humor peculiar e no seu sentido da camaradagem incomparáveis.<br />
Saudações democráticas<br />
msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel da Mata</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109980</link>
		<dc:creator>Manuel da Mata</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 00:03:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109980</guid>
		<description>Miguel Serras Pereira,

     Obrigado pela resposta. Provavelmente, poder-me-ia documentar e não o obrigar a esta trabalheira. Mais uma vez, muito obrigado.
     Já agora queria perguntar-lhe se o João Crisóstomo de que fala era um rapaz a atirar para o calvo, neto do fundador do PB do Brasil e antigo exilado? É que eu conheci um João Crisóstomo em Paris, nos idos de 1970, assim como a sua (dele) irmã Jacinta.
     Saudações democráticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel Serras Pereira,</p>
<p>     Obrigado pela resposta. Provavelmente, poder-me-ia documentar e não o obrigar a esta trabalheira. Mais uma vez, muito obrigado.<br />
     Já agora queria perguntar-lhe se o João Crisóstomo de que fala era um rapaz a atirar para o calvo, neto do fundador do PB do Brasil e antigo exilado? É que eu conheci um João Crisóstomo em Paris, nos idos de 1970, assim como a sua (dele) irmã Jacinta.<br />
     Saudações democráticas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109976</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 22:21:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109976</guid>
		<description>Manuel da Mata, 
1. Não, não fui um intelectual do PCP. Fui, no fim da adolescência, &quot;católico progressista&quot;; depois, aquilo a que chamava, quando me interrogavam sobre isso, &quot;marxista libertário&quot;, &quot;adepto da Comuna&quot; e outras coisas do mesmo tipo. Fui membro da Comissão Pró-Associação da Faculdade de Letras no final dos anos 60. Fiz parte com João Crisóstomo, João Bernardo, Júlio Henriques e muitos mais do colectivo que publicou, depois do 25 de Abril, o jornal Combate. Colaborador de A Batalha (ressuscitada por Emídio Santana e outros camaradas), e mais tarde de A Ideia (revista libertária), etc., etc.
2. Fui jornalista profissional até aos vinte e seis ou vinte e sete anos. Estive na Vida Mundial com Augusto Abelaira, até ao 25 de Novembro. Mais tarde, colaborei - e ainda me acontece às vezes fazê-lo - avulsamente na imprensa. 
3. Tenho 60 anos.
4. Sim, não há socialismo sem democracia. Mas também penso (desde antes do 25 de Abril) que não há realmente democracia - embora possam existir conquistas democráticas, liberdades e direitos democraticamente conquistados, que devemos aprofundar e expandir - sem livre associação dos produtores, sem socialização cooperativa e democrática da economia.
Saudações republicanas.
msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel da Mata,<br />
1. Não, não fui um intelectual do PCP. Fui, no fim da adolescência, &#8220;católico progressista&#8221;; depois, aquilo a que chamava, quando me interrogavam sobre isso, &#8220;marxista libertário&#8221;, &#8220;adepto da Comuna&#8221; e outras coisas do mesmo tipo. Fui membro da Comissão Pró-Associação da Faculdade de Letras no final dos anos 60. Fiz parte com João Crisóstomo, João Bernardo, Júlio Henriques e muitos mais do colectivo que publicou, depois do 25 de Abril, o jornal Combate. Colaborador de A Batalha (ressuscitada por Emídio Santana e outros camaradas), e mais tarde de A Ideia (revista libertária), etc., etc.<br />
2. Fui jornalista profissional até aos vinte e seis ou vinte e sete anos. Estive na Vida Mundial com Augusto Abelaira, até ao 25 de Novembro. Mais tarde, colaborei &#8211; e ainda me acontece às vezes fazê-lo &#8211; avulsamente na imprensa.<br />
3. Tenho 60 anos.<br />
4. Sim, não há socialismo sem democracia. Mas também penso (desde antes do 25 de Abril) que não há realmente democracia &#8211; embora possam existir conquistas democráticas, liberdades e direitos democraticamente conquistados, que devemos aprofundar e expandir &#8211; sem livre associação dos produtores, sem socialização cooperativa e democrática da economia.<br />
Saudações republicanas.<br />
msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel da Mata</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109973</link>
		<dc:creator>Manuel da Mata</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 21:11:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109973</guid>
		<description>Este senhor Miguel Serras Pereira não foi um intelectual do PCP? Não Trabalhou na comunicação social? 
     Eu suponho que já não é assim muito jovem. Quando terá chegado a todas aquelas conclusões?
     Eu sou um cidadão que passa pelos blogues e gosto de fazer algumas perguntas.
     Eu também acho que o socialismo deve ser radicalmente democrático. E onde é que isso já se viu? E será que os outros deixam? E aqui entroncamos na questão central colocada por TMS.
    Boa noite. Vai jogar o glorioso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este senhor Miguel Serras Pereira não foi um intelectual do PCP? Não Trabalhou na comunicação social?<br />
     Eu suponho que já não é assim muito jovem. Quando terá chegado a todas aquelas conclusões?<br />
     Eu sou um cidadão que passa pelos blogues e gosto de fazer algumas perguntas.<br />
     Eu também acho que o socialismo deve ser radicalmente democrático. E onde é que isso já se viu? E será que os outros deixam? E aqui entroncamos na questão central colocada por TMS.<br />
    Boa noite. Vai jogar o glorioso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: miguel serras pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109965</link>
		<dc:creator>miguel serras pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:40:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109965</guid>
		<description>1. Os &quot;erros&quot; de que fala o TMS e os documentos que cita, são erros, medidas políticas, de quem? Do regime da União Soviética, sem dúvida - em primeiro lugar, e, por extensão dos Estados e forças políticas que a tomaram por modelo ou guia.
2. Que regime era esse? Os seus ideólogos designavam-no, entre outras coisas, como &quot;ditadura do proletariado&quot;, &quot;governo dos operários e camponeses&quot; e &quot;Estado operário&quot; (mais tarde, &quot;Estado de todo o povo&quot;). No entanto, esta &quot;ditadura do proletariado&quot; nada tinha a ver com o exercício de todo o poder político pelos trabalhadores organizados, construído sobre as ruínas e a destruição do Estado capitalista ou burguês, em que pensava Marx ao dizer, por exemplo, que a sua fórmula fora documentada pela Comuna de Paris. Era a ditadura de um partido, ele próprio estritamente hierarquizado, sobre o conjunto dos trabalhadores e da população, impondo a tiro, através da omnipresença de uma polícia política dotada de poderes exorbitantes e de medidas como a deportação, o internamento concentracionário, o terror &quot;exemplar&quot;, etc., a sua dominação. O poder político e económico não era exercido pelos trabalhadores organizados, mas sobre a sua massa disciplinarmente enquadrada por &quot;sindicatos-capatazes&quot; e outros organismos semelhantes. Esse poder era considerado o de um &quot;governo dos operários e camponeses&quot; ou de uma &quot;ditadura do proletariado&quot; num sentido muito especial: o Partido e os seus membros eram &quot;representantes dos interesses históricos do proletariado&quot; e do conjunto dos trabalhadores, e isso conferia-lhes legitimidade para imporem contra a vontade dos próprios trabalhadores ou dispensando-se de a ouvir as medidas que declarassem melhor servir historicamente o &quot;futuro do comunismo&quot;. Ao mesmo tempo feria de uma ilegitimidade absoluta qualquer oposição: &quot;nenhum operário ou grupo de operários isolado&quot; pode ter razão contra o seu Partido, fazer greve contra o seu Estado, reclamar garantias contra a sua polícia. 
3. O poder não era, portanto, exercido por aqueles cujo nome usava, mas não o era também por órgãos representativos, como os dos regimes burgueses &quot;liberais&quot;. Estes excluem a participação igualitária, democrática, no exercício do poder político, dos trabalhadores e da grande maioria da população, mas reconhecem, foram forçados a reconhecer, ao conjunto dos cidadãos direitos defensivos que restringem de facto - embora insuficientemente - o despotismo das camadas dominantes. O que significa que o regime que a URSS estabeleceu e exportou, e cujos modelo e princípios organizativos foram adoptados e defendidos pelos partidos do Comintern, foi não um &quot;erro&quot;, mas um inimigo da &quot;construção do socialismo&quot;, e uma ditadura assente numa divisão do trabalho político decalcada sobre as formas mais insuportáveis da divisão capitalista do trabalho (divisão que, para além de &quot;económica&quot;, é sempre e, antes do mais, política). 
4. É grotesco falar de &quot;erros&quot; na construção do socialismo a propósito de realidades como o Gulag, a polícia política acima da lei, a eliminação das liberdades fundamentais e dos direitos sociais mais elementares. Tão grotesco como sustentar na esteira de Althusser que o estalinismo se deveu a uma deficiente interpretação de Marx, em termos de economismo e humanismo. E pelas mesmas razões profundas. O estalinismo só pode ser concebido como resultando de erros de interpretação teórica do marxismo quando se supõe que há um Partido detentor da teoria que permite &quot;organizar cientificamente a sociedade&quot; e que, contra as &quot;representações ideológicas imediatas&quot; e ilusórias dos trabalhadores, governará no sentido do &quot;verdadeiro fim da história&quot; até ao fim da história. Mas se Althusser no fim da vida, nas suas memórias e reflexões, acaba por abandonar as suas posições anteriores, desmistificando-as por vezes com extrema eficácia, e reconhecer que o projecto revolucionário terá de ser radicalmente democrático,  o mesmo não se pode dizer dos ideólogos do PCP nem do seu modelo de funcionamento.
5. Sim, a burocracia soviética fez estradas, abriu canais (muitas vezes com mão de obra forçada), industrializou-se, entrou na &quot;conquista do espaço&quot; e teve um complexo industrial-militar que, em certos momentos, desafiou o norte-americano. E depois? A Espanha que Juan Carlos herdou de Franco era a mesma Espanha que o franquismo começou a governar em 1939? Vá lá, camaradas, um esforço mais, se quiserem ser socialistas…

msp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1. Os &#8220;erros&#8221; de que fala o TMS e os documentos que cita, são erros, medidas políticas, de quem? Do regime da União Soviética, sem dúvida &#8211; em primeiro lugar, e, por extensão dos Estados e forças políticas que a tomaram por modelo ou guia.<br />
2. Que regime era esse? Os seus ideólogos designavam-no, entre outras coisas, como &#8220;ditadura do proletariado&#8221;, &#8220;governo dos operários e camponeses&#8221; e &#8220;Estado operário&#8221; (mais tarde, &#8220;Estado de todo o povo&#8221;). No entanto, esta &#8220;ditadura do proletariado&#8221; nada tinha a ver com o exercício de todo o poder político pelos trabalhadores organizados, construído sobre as ruínas e a destruição do Estado capitalista ou burguês, em que pensava Marx ao dizer, por exemplo, que a sua fórmula fora documentada pela Comuna de Paris. Era a ditadura de um partido, ele próprio estritamente hierarquizado, sobre o conjunto dos trabalhadores e da população, impondo a tiro, através da omnipresença de uma polícia política dotada de poderes exorbitantes e de medidas como a deportação, o internamento concentracionário, o terror &#8220;exemplar&#8221;, etc., a sua dominação. O poder político e económico não era exercido pelos trabalhadores organizados, mas sobre a sua massa disciplinarmente enquadrada por &#8220;sindicatos-capatazes&#8221; e outros organismos semelhantes. Esse poder era considerado o de um &#8220;governo dos operários e camponeses&#8221; ou de uma &#8220;ditadura do proletariado&#8221; num sentido muito especial: o Partido e os seus membros eram &#8220;representantes dos interesses históricos do proletariado&#8221; e do conjunto dos trabalhadores, e isso conferia-lhes legitimidade para imporem contra a vontade dos próprios trabalhadores ou dispensando-se de a ouvir as medidas que declarassem melhor servir historicamente o &#8220;futuro do comunismo&#8221;. Ao mesmo tempo feria de uma ilegitimidade absoluta qualquer oposição: &#8220;nenhum operário ou grupo de operários isolado&#8221; pode ter razão contra o seu Partido, fazer greve contra o seu Estado, reclamar garantias contra a sua polícia.<br />
3. O poder não era, portanto, exercido por aqueles cujo nome usava, mas não o era também por órgãos representativos, como os dos regimes burgueses &#8220;liberais&#8221;. Estes excluem a participação igualitária, democrática, no exercício do poder político, dos trabalhadores e da grande maioria da população, mas reconhecem, foram forçados a reconhecer, ao conjunto dos cidadãos direitos defensivos que restringem de facto &#8211; embora insuficientemente &#8211; o despotismo das camadas dominantes. O que significa que o regime que a URSS estabeleceu e exportou, e cujos modelo e princípios organizativos foram adoptados e defendidos pelos partidos do Comintern, foi não um &#8220;erro&#8221;, mas um inimigo da &#8220;construção do socialismo&#8221;, e uma ditadura assente numa divisão do trabalho político decalcada sobre as formas mais insuportáveis da divisão capitalista do trabalho (divisão que, para além de &#8220;económica&#8221;, é sempre e, antes do mais, política).<br />
4. É grotesco falar de &#8220;erros&#8221; na construção do socialismo a propósito de realidades como o Gulag, a polícia política acima da lei, a eliminação das liberdades fundamentais e dos direitos sociais mais elementares. Tão grotesco como sustentar na esteira de Althusser que o estalinismo se deveu a uma deficiente interpretação de Marx, em termos de economismo e humanismo. E pelas mesmas razões profundas. O estalinismo só pode ser concebido como resultando de erros de interpretação teórica do marxismo quando se supõe que há um Partido detentor da teoria que permite &#8220;organizar cientificamente a sociedade&#8221; e que, contra as &#8220;representações ideológicas imediatas&#8221; e ilusórias dos trabalhadores, governará no sentido do &#8220;verdadeiro fim da história&#8221; até ao fim da história. Mas se Althusser no fim da vida, nas suas memórias e reflexões, acaba por abandonar as suas posições anteriores, desmistificando-as por vezes com extrema eficácia, e reconhecer que o projecto revolucionário terá de ser radicalmente democrático,  o mesmo não se pode dizer dos ideólogos do PCP nem do seu modelo de funcionamento.<br />
5. Sim, a burocracia soviética fez estradas, abriu canais (muitas vezes com mão de obra forçada), industrializou-se, entrou na &#8220;conquista do espaço&#8221; e teve um complexo industrial-militar que, em certos momentos, desafiou o norte-americano. E depois? A Espanha que Juan Carlos herdou de Franco era a mesma Espanha que o franquismo começou a governar em 1939? Vá lá, camaradas, um esforço mais, se quiserem ser socialistas…</p>
<p>msp</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão viegas</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109962</link>
		<dc:creator>joão viegas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:29:21 +0000</pubDate>
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		<description>A ver se você é um bocadinho mais inteligente que o Vidal.

Esta dos &quot;anti-comunistas&quot; é um péssimo ponto de partida, que mostra que você esta apenas interessado numa guerra religiosa de que estamos todos cansados e que não passa de pura masturbação retorica.

Eu, e provavelmente muitos outros leitores de esquerda deste blogue, estamos inteiramente dispostos a aceitar que a historia dos regimes comunistas não se resume ao gulag e que, por muito que a questão seja importante, não deve ocultar o resto, nem fazer esquecer que do &quot;outro lado&quot; (que estupida maneira de pôr as coisas, mas vamos là aceitar que existiu &quot;o outro lado&quot;) nem tudo foi um mar de rosas.

So que a questão que surge perante reacções como a da jovem deputada (que se calhar não pensou bem no que disse, adiante) e, sobretudo, perante as asneiras sem nexo do seu colega de blogue, é outra.

A questão é saber se continuam a achar o gulag um mal necessario, como foi o caso durante décadas, ou se acham que não. Ou seja, se amanhã a questão se levantar de novo, se vão condenar claramente, absolutamente, sem quaisquer concessões, ou se vão antes comer a açorda de Badiou preparada pelo camarada Vidal e considerar que, de facto, os cumplices da ordem burguesa estão bem é no campo...

A questão concreta é apenas esta.

O Vidal respondeu muito bem e eu não tenho duvidas nenhumas acerca da posição dele a esse respeito.

Qual é a sua ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ver se você é um bocadinho mais inteligente que o Vidal.</p>
<p>Esta dos &#8220;anti-comunistas&#8221; é um péssimo ponto de partida, que mostra que você esta apenas interessado numa guerra religiosa de que estamos todos cansados e que não passa de pura masturbação retorica.</p>
<p>Eu, e provavelmente muitos outros leitores de esquerda deste blogue, estamos inteiramente dispostos a aceitar que a historia dos regimes comunistas não se resume ao gulag e que, por muito que a questão seja importante, não deve ocultar o resto, nem fazer esquecer que do &#8220;outro lado&#8221; (que estupida maneira de pôr as coisas, mas vamos là aceitar que existiu &#8220;o outro lado&#8221;) nem tudo foi um mar de rosas.</p>
<p>So que a questão que surge perante reacções como a da jovem deputada (que se calhar não pensou bem no que disse, adiante) e, sobretudo, perante as asneiras sem nexo do seu colega de blogue, é outra.</p>
<p>A questão é saber se continuam a achar o gulag um mal necessario, como foi o caso durante décadas, ou se acham que não. Ou seja, se amanhã a questão se levantar de novo, se vão condenar claramente, absolutamente, sem quaisquer concessões, ou se vão antes comer a açorda de Badiou preparada pelo camarada Vidal e considerar que, de facto, os cumplices da ordem burguesa estão bem é no campo&#8230;</p>
<p>A questão concreta é apenas esta.</p>
<p>O Vidal respondeu muito bem e eu não tenho duvidas nenhumas acerca da posição dele a esse respeito.</p>
<p>Qual é a sua ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: chico da tasca</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109953</link>
		<dc:creator>chico da tasca</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 18:48:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109953</guid>
		<description>&quot;Isto aconteceu na União Sovietica. Quando não se permitiu que o Estado Sovietico assumisse a sua posição no Sistema Internacional, e se hostilizou e atacou o regime, pelo que é natural esperar que o regime reaja e responda, tendo por base uma atitude paranoica, para com a sua auto-defesam.&quot;

Extraordinária esta avaliação da Repressão Comunista. Poder-se-ia dizer a mesmissima coisa do Salazarismo, do Fascismo e de qualquer regime ditatorial. Chama-se a isso Branqueamento.

Os Estados Unidos não basearam o seu regime na perseguição a assassinato de quem não concordava, não instituiram policias politicas, não pilharam os bens de cada um, à força e sob a ameaça de baionetas, sempre tiveram eleições livres, tribunais livres, imprensa livre, opinião pública livre, sociedade civil fortissima, liberdade individual, liberdade de associação e de reunião, liberdade de qualquer um dirigir a sua vida dentro dos limites da lei, liberdade de criação de empresas, liberdade partidária, etc..

O Chamberlain não se aliou ao Hitler. Pactuou com o Hitler, na esperança de que pelo diálogo o conseguisse travar, e chamar à razão, contra a opinião de muita gente dentro de Inglaterra, como o caso do Churchill.

A Inglaterra nunca ocupou nem pilhou qualquer país em conluío cm o Hitler, como o fez Estaline, em relação à Polónia. 

O Comunismo nasceu na Rússia com a marca do sangue, e à força de repressão e do roubo, e assim continuou enquanto vigorou.

Tentar vestir uma pele de cordeiro no Comunismo só serve para enganar tolinhos e ignorantes. O Comunismo não é um regime criminoso por ter tido dirigentes criminosos aqui e ali. O Comunismo é uma ideologia e um regime intrinsecamente criminoso e repressivo, que esmaga o individuo, enquanto ser humano livre, independentemente dos dirigentes.

Os Comunistas estão ao nível dos Salazaristas só que muito, muitissimo piores !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Isto aconteceu na União Sovietica. Quando não se permitiu que o Estado Sovietico assumisse a sua posição no Sistema Internacional, e se hostilizou e atacou o regime, pelo que é natural esperar que o regime reaja e responda, tendo por base uma atitude paranoica, para com a sua auto-defesam.&#8221;</p>
<p>Extraordinária esta avaliação da Repressão Comunista. Poder-se-ia dizer a mesmissima coisa do Salazarismo, do Fascismo e de qualquer regime ditatorial. Chama-se a isso Branqueamento.</p>
<p>Os Estados Unidos não basearam o seu regime na perseguição a assassinato de quem não concordava, não instituiram policias politicas, não pilharam os bens de cada um, à força e sob a ameaça de baionetas, sempre tiveram eleições livres, tribunais livres, imprensa livre, opinião pública livre, sociedade civil fortissima, liberdade individual, liberdade de associação e de reunião, liberdade de qualquer um dirigir a sua vida dentro dos limites da lei, liberdade de criação de empresas, liberdade partidária, etc..</p>
<p>O Chamberlain não se aliou ao Hitler. Pactuou com o Hitler, na esperança de que pelo diálogo o conseguisse travar, e chamar à razão, contra a opinião de muita gente dentro de Inglaterra, como o caso do Churchill.</p>
<p>A Inglaterra nunca ocupou nem pilhou qualquer país em conluío cm o Hitler, como o fez Estaline, em relação à Polónia. </p>
<p>O Comunismo nasceu na Rússia com a marca do sangue, e à força de repressão e do roubo, e assim continuou enquanto vigorou.</p>
<p>Tentar vestir uma pele de cordeiro no Comunismo só serve para enganar tolinhos e ignorantes. O Comunismo não é um regime criminoso por ter tido dirigentes criminosos aqui e ali. O Comunismo é uma ideologia e um regime intrinsecamente criminoso e repressivo, que esmaga o individuo, enquanto ser humano livre, independentemente dos dirigentes.</p>
<p>Os Comunistas estão ao nível dos Salazaristas só que muito, muitissimo piores !</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jose Manuel Vieira</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109948</link>
		<dc:creator>Jose Manuel Vieira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 16:01:41 +0000</pubDate>
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		<description>T M S , teu artigo é muito realista,a vida e a situação em que o nosso pais e o mundo se encontram,é o verdadeiro espelho !
O ideais da LIBERDADE,IGUALDADE e FRATERNIDADE nunca estarão desactualizados !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>T M S , teu artigo é muito realista,a vida e a situação em que o nosso pais e o mundo se encontram,é o verdadeiro espelho !<br />
O ideais da LIBERDADE,IGUALDADE e FRATERNIDADE nunca estarão desactualizados !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JMJ</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109947</link>
		<dc:creator>JMJ</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:59:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109947</guid>
		<description>A questão dos mecanismos de segurança do estado sovietico não pode ser vista sem a necessária co-relação com a realidade do sistema internacional vigente e a posição da URSS neste, à data da sua criação.

Quando um regime nasce como nasceu o regime sovietico, e é automaticamente excluído do sistema internacional (recorde-se que a URSS não foi aceite na Sociedade das Nações), é perfeitamente natural que o desenvolvimento da sua acção politica, principalmente no seu momento de estruturação e afirmação no sistema internacional, seja marcado por mecanismos de defesa que, em certos casos, roçam e ultrapassam o mínimo dos mínimos do que é aceitável em relação à defesa dos Direitos Humanos.

Isto aconteceu na União Sovietica. Quando não se permitiu que o Estado Sovietico assumisse a sua posição no Sistema Internacional, e se hostilizou e atacou o regime, pelo que é natural esperar que o regime reaja e responda, tendo por base uma atitude paranoica, para com a sua auto-defesam. Tal tem acontecido em outros momentos históricos de que são exemplo as medidas implantadas nos EUA, no pós-Pearl Harbour, com a criação de campos de concentração para a população de origem asiática na costa oeste do país, e mesmo no pós-11 de Setembro, com a criação da prisão de Guatanamo Bay.

Aqui terminam as igualdades. A diferença surge que os EUA nunca foram hostilizados pelo sistema internacional. Muito pelo contrário. Hoje dominam-no e ainda assim, precisam de actuar no mundo de forma a garantir o prosseguimento da sua politica de exploração imperialista. 

Foi o momento do Sistema Internacional que levou as duas maiores potencias que ficaram fora do mesmo a procurarem estabelecer mecanismos de cooperação. O Tratado Molotov-Ribbentroff tem que ser entendido um tratado de auto-defesa do regime soviético, que à data, não tinha capaciade industrial e militar para fazer frente à Alemanha Nazi. Dizer que Estaline se aliou a Hitler é a mesma coisa que dizer que Chamberlain se aliou a Hitler, quando lhe cedeu a Austria os Sudetas e a Polónia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão dos mecanismos de segurança do estado sovietico não pode ser vista sem a necessária co-relação com a realidade do sistema internacional vigente e a posição da URSS neste, à data da sua criação.</p>
<p>Quando um regime nasce como nasceu o regime sovietico, e é automaticamente excluído do sistema internacional (recorde-se que a URSS não foi aceite na Sociedade das Nações), é perfeitamente natural que o desenvolvimento da sua acção politica, principalmente no seu momento de estruturação e afirmação no sistema internacional, seja marcado por mecanismos de defesa que, em certos casos, roçam e ultrapassam o mínimo dos mínimos do que é aceitável em relação à defesa dos Direitos Humanos.</p>
<p>Isto aconteceu na União Sovietica. Quando não se permitiu que o Estado Sovietico assumisse a sua posição no Sistema Internacional, e se hostilizou e atacou o regime, pelo que é natural esperar que o regime reaja e responda, tendo por base uma atitude paranoica, para com a sua auto-defesam. Tal tem acontecido em outros momentos históricos de que são exemplo as medidas implantadas nos EUA, no pós-Pearl Harbour, com a criação de campos de concentração para a população de origem asiática na costa oeste do país, e mesmo no pós-11 de Setembro, com a criação da prisão de Guatanamo Bay.</p>
<p>Aqui terminam as igualdades. A diferença surge que os EUA nunca foram hostilizados pelo sistema internacional. Muito pelo contrário. Hoje dominam-no e ainda assim, precisam de actuar no mundo de forma a garantir o prosseguimento da sua politica de exploração imperialista. </p>
<p>Foi o momento do Sistema Internacional que levou as duas maiores potencias que ficaram fora do mesmo a procurarem estabelecer mecanismos de cooperação. O Tratado Molotov-Ribbentroff tem que ser entendido um tratado de auto-defesa do regime soviético, que à data, não tinha capaciade industrial e militar para fazer frente à Alemanha Nazi. Dizer que Estaline se aliou a Hitler é a mesma coisa que dizer que Chamberlain se aliou a Hitler, quando lhe cedeu a Austria os Sudetas e a Polónia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Junior Bellé</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109945</link>
		<dc:creator>Junior Bellé</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:25:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109945</guid>
		<description>Socialismo é um arcabouço amplo demais para reduzir a uma experiência ditatorial. Nele entram experiências libertárias, incluindo anarquistas. Comunismo fecha um pouco o cerco, apesar do anarco-comunista de Kropotkin. 

Mas, no mais, é por aí mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Socialismo é um arcabouço amplo demais para reduzir a uma experiência ditatorial. Nele entram experiências libertárias, incluindo anarquistas. Comunismo fecha um pouco o cerco, apesar do anarco-comunista de Kropotkin. </p>
<p>Mas, no mais, é por aí mesmo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109944</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:23:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109944</guid>
		<description>&quot;A “morte provocada” (chamemos-lhe assim) de milhões não é um erro. É algo diferente. Sem perdão.&quot; 

Refere-se certamente aos 27 milhões de cidadãos soviéticos que morreram para libertar o seu país e o mundo do nazi-fascismo, certo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A “morte provocada” (chamemos-lhe assim) de milhões não é um erro. É algo diferente. Sem perdão.&#8221; </p>
<p>Refere-se certamente aos 27 milhões de cidadãos soviéticos que morreram para libertar o seu país e o mundo do nazi-fascismo, certo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: chico da tasca</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109942</link>
		<dc:creator>chico da tasca</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 14:01:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=26899#comment-109942</guid>
		<description>&quot;Os anti-comunistas, depois de procurarem forçar uma certidão de óbito à ideia de uma sociedade mais livre, justa e igualitária procuram, por todo o mundo, reduzir as diferentes experiências do séc. XX à história dos seus erros. Parece que é irrelevante a transformação da Rússia czarista e medieval num país capaz de derrotar a ofensiva nazi,&quot;

Essa do comunismo como gerador de &quot;uma sociedade mais livre e justa&quot; é a brincar com o pagode não é ? 

Já agora diga : o Muro que a Ditadura Comunista construiu à volta dos países da Cortina de Ferro foi para quê, para impedir os caoitalistas de acederem a esse paraíso na terra ou para impedir que os desgraçados que lá viviam de sairem ?

Já quanto ao igualitarismo isso é verdade, mas só em parte. De facto, os cidadãos comuns  eram todos iguais, e tinham todos o estatuto de um vulgar parafuso. Mas já quanto ao topo da hierarquia, nomeadamente ao nível do Komité Central, o igualitarismo ficava à porta. Lá dentro eram todos consumidores e apreciadores do que de melhor o Capitalismo tinha para lhes vender. Era aquela imagem que o Orwell criou quando recriou o Regime Comunismo em todo o seu esplendor repressivo : eram todos porcos mas uns eram-no um pouco mais.

Voltando à &quot;sociedade mais justa e livre&quot; o Tiago explique qual o papel desempenhado por estruturas libertárias como a KGB e a Stassi, nesse modelo de sociedade.

Quanto à ofensiva nazi, o Tiago tem de falar do passado sujo do Comunismo antes de ela acontecer. É que, antes dessa ofensiva, o Comunismo e o Nazismo foram aliados fiéis, como sabe ou deveria de saber. Combinaram juntos o roubo da Polónia, às escondidas do resto do mundo, invadiram-na à vez, dividiram-na, e cada um ficou com o seu quinhão do roubo.

Aliás, muitp gostaria que o Tiago conseguisse alinhavar aqui umas palavras que nos elucidassem das diferenças entre o Comunismo e o Nazismo em termos de Repressão e de Morte. É que eu não vejo nenhuma. Nem sequer no balanço de mortos que cada um desses regimes causou. Ao que parece, o Comunismo conseguiu matar mais gente, mais milhão menos milhão.

Morte ao Comunismo !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os anti-comunistas, depois de procurarem forçar uma certidão de óbito à ideia de uma sociedade mais livre, justa e igualitária procuram, por todo o mundo, reduzir as diferentes experiências do séc. XX à história dos seus erros. Parece que é irrelevante a transformação da Rússia czarista e medieval num país capaz de derrotar a ofensiva nazi,&#8221;</p>
<p>Essa do comunismo como gerador de &#8220;uma sociedade mais livre e justa&#8221; é a brincar com o pagode não é ? </p>
<p>Já agora diga : o Muro que a Ditadura Comunista construiu à volta dos países da Cortina de Ferro foi para quê, para impedir os caoitalistas de acederem a esse paraíso na terra ou para impedir que os desgraçados que lá viviam de sairem ?</p>
<p>Já quanto ao igualitarismo isso é verdade, mas só em parte. De facto, os cidadãos comuns  eram todos iguais, e tinham todos o estatuto de um vulgar parafuso. Mas já quanto ao topo da hierarquia, nomeadamente ao nível do Komité Central, o igualitarismo ficava à porta. Lá dentro eram todos consumidores e apreciadores do que de melhor o Capitalismo tinha para lhes vender. Era aquela imagem que o Orwell criou quando recriou o Regime Comunismo em todo o seu esplendor repressivo : eram todos porcos mas uns eram-no um pouco mais.</p>
<p>Voltando à &#8220;sociedade mais justa e livre&#8221; o Tiago explique qual o papel desempenhado por estruturas libertárias como a KGB e a Stassi, nesse modelo de sociedade.</p>
<p>Quanto à ofensiva nazi, o Tiago tem de falar do passado sujo do Comunismo antes de ela acontecer. É que, antes dessa ofensiva, o Comunismo e o Nazismo foram aliados fiéis, como sabe ou deveria de saber. Combinaram juntos o roubo da Polónia, às escondidas do resto do mundo, invadiram-na à vez, dividiram-na, e cada um ficou com o seu quinhão do roubo.</p>
<p>Aliás, muitp gostaria que o Tiago conseguisse alinhavar aqui umas palavras que nos elucidassem das diferenças entre o Comunismo e o Nazismo em termos de Repressão e de Morte. É que eu não vejo nenhuma. Nem sequer no balanço de mortos que cada um desses regimes causou. Ao que parece, o Comunismo conseguiu matar mais gente, mais milhão menos milhão.</p>
<p>Morte ao Comunismo !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JDC</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109938</link>
		<dc:creator>JDC</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 11:48:37 +0000</pubDate>
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		<description>Sendo isso tudo verdade, custa assim tanto a pessoas como Bernardino Soares ou Rita Rato dizerem-no em público? Custa assim tanto apontar esses erros, identifica-los, para que se possa acreditar que o PCP tudo fará para os evitar?
As respostas de &quot;tapar o sol com a peneira&quot; só dão a sensação que o PCP é incapaz de realizar uma crítica ao que já foi feito e que vive, ainda, numa espécie de saudosismo, clamando por outros tempos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo isso tudo verdade, custa assim tanto a pessoas como Bernardino Soares ou Rita Rato dizerem-no em público? Custa assim tanto apontar esses erros, identifica-los, para que se possa acreditar que o PCP tudo fará para os evitar?<br />
As respostas de &#8220;tapar o sol com a peneira&#8221; só dão a sensação que o PCP é incapaz de realizar uma crítica ao que já foi feito e que vive, ainda, numa espécie de saudosismo, clamando por outros tempos&#8230;</p>
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		<title>Por: João Manuel Vicente</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/sobre-os-posts-de-ontem/comment-page-1/#comment-109935</link>
		<dc:creator>João Manuel Vicente</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:58:20 +0000</pubDate>
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		<description>A &quot;morte provocada&quot; (chamemos-lhe assim) de milhões não é um erro. É algo diferente. Sem perdão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;morte provocada&#8221; (chamemos-lhe assim) de milhões não é um erro. É algo diferente. Sem perdão.</p>
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