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	<title>Comentários em: Kremlinologia 1.0</title>
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		<title>Por: Excravo</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/kremlinologia-1-0/comment-page-1/#comment-110250</link>
		<dc:creator>Excravo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:50:10 +0000</pubDate>
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		<description>Mas que pastel Ricardo!
Os acontecimentos foram quase, quase assim como os narra. Sim; porque seria descaramento a mais fazer uma   deturpação  dos factos de fio a pavio era ser-se excessivamente corajoso. As petas  adocicadas sempre se  engolem melhor, mais que não seja por parolos com falta de paladar.
Não disse foi que a guerra civil estava generalizada com o apoio e as intervenções estrangeiras. Os contendores provocavam a carnificina entre si nos campos de batalha da Europa Ocidental. Mas entendiam-se perfeitamente para agredir a jovem revolução Russa.
Que por essas alturas foi dada uma folga aos Alemães para lançarem uma fortíssima  contra  ofensiva, sobre a Rússia  que os levou até às portas de San Petersburgo.
Pois se não tivessem cedido nesse preciso momento as consequências teriam sido muito piores, de certeza que a revolução teria acabado aí.
Não terá a fazer confusão com esse tratado de cedência de território, da guerra com os Polacos? Tratado de Riga!
 Faça um pequeno esforço para revisar   essa estória.
Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas que pastel Ricardo!<br />
Os acontecimentos foram quase, quase assim como os narra. Sim; porque seria descaramento a mais fazer uma   deturpação  dos factos de fio a pavio era ser-se excessivamente corajoso. As petas  adocicadas sempre se  engolem melhor, mais que não seja por parolos com falta de paladar.<br />
Não disse foi que a guerra civil estava generalizada com o apoio e as intervenções estrangeiras. Os contendores provocavam a carnificina entre si nos campos de batalha da Europa Ocidental. Mas entendiam-se perfeitamente para agredir a jovem revolução Russa.<br />
Que por essas alturas foi dada uma folga aos Alemães para lançarem uma fortíssima  contra  ofensiva, sobre a Rússia  que os levou até às portas de San Petersburgo.<br />
Pois se não tivessem cedido nesse preciso momento as consequências teriam sido muito piores, de certeza que a revolução teria acabado aí.<br />
Não terá a fazer confusão com esse tratado de cedência de território, da guerra com os Polacos? Tratado de Riga!<br />
 Faça um pequeno esforço para revisar   essa estória.<br />
Cumprimentos</p>
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		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://5dias.net/2009/10/31/kremlinologia-1-0/comment-page-1/#comment-109955</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 18:52:16 +0000</pubDate>
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		<description>Lénine 1918/01 - Para a História da Questão da Paz Infeliz 
Lénine leu as Teses sobre a Questão da Conclusão Imediata de Uma Paz Separada e Anexionista numa reunião dos membros do CC com os funcionários do Partido realizada em 8 (21) de Janeiro de 1918. As Teses foram publicadas em 24 de Fevereiro de 1918 quando a maioria dos membros do CC do partido já apoiava as posições leninistas em relação à conclusão da paz. Para a publicação das Teses, Lénine redigiu um prefácio a que deu o título de Para a História da Questão da Paz Infeliz. 
O Governo Soviético, considerando indispensável tirar com urgência a Rússia da guerra, viu-se obrigado a realizar negociações para a conclusão com a Alemanha de uma paz separada. Em 2 (15) de Dezembro de 1917, na cidade de Brest-Litovsk, foi assinado um acordo sobre o armistício que estabelecia a convocação de uma conferência de paz. 
A Conferência de Paz começou em Brest-Litovsk no dia 9 (22) de Dezembro de 1917. Nela participaram as delegações da Rússia Soviética e dos países da chamada Quádrupla Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Bulgária, Turquia), que apresentaram à delegação soviética reivindicações territoriais dos seus governos. Segundo essas exigências, a Rússia tinha que ceder à Alemanha e à Austria-Hungria um território superior a 150 mil quilómetros quadrados. 
Apesar do carácter abertamente de rapina das condições exigidas pelos imperialistas alemães, Lénine insistia na necessidade da conclusão da paz, pois considerava indispensável uma trégua para a consolidação do poder soviético. A posição de Lénine foi objecto de crítica por parte de Trótski e do grupo de &quot;comunistas de esquerda&quot;. Estes exigiam o rompimento das negociações, lançaram a palavra de ordem aventureira de &quot;guerra revolucionária&quot; e desenvolveram uma luta feroz contra Lénine e os seus partidários. Trótski, que, na segunda fase das negociações da paz, chefiava a delegação soviética, manifestou uma atitude capitulacionista e declarou que a Rússia Soviética não assinaria a paz mas cessaria as hostilidades e desmobilizaria o exército. Essa declaração provocou o rompimento das negociações, e no dia 18 de Fevereiro os alemães iniciaram uma ofensiva em toda a linha da frente. 
Lénine, na reunião extraordinária do CC realizada na noite de 18 de Fevereiro, quando a ofensiva alemã já era um facto, após uma luta dura e prolongada contra Trótski e contra os &quot;comunistas de esquerda&quot; conseguiu obter pela primeira vez uma maioria de votos a favor da conclusão da paz. Na manhã do dia 19 de Fevereiro foi enviada ao governo alemão um radiograma comunicando-lhe a disposição do governo soviético de concluir a paz nas condições que os alemães apresentaram em Brest-Litovsk. 
Em 23 de Fevereiro, de manhã, chegou a resposta do comando alemão, exigindo condições ainda mais duras para a conclusão da paz. Na reunião do CC realizada no dia 23 de Fevereiro, durante a discussão do novo ultimato alemão, a dura luta em torno dessa questão continuou. Finalmente o CC manifestou-se por maioria de votos a favor da proposta de Lénine sobre a imediata conclusão da paz nas condições alemãs. O IV Congresso Extraordinário dos Sovietes, que se realizou de 14 a 16 de Março de 1918, ratificou o Tratado de Paz de Brest-Litovsk. 
Depois da Revolução de Novembro de 1918 na Alemanha o governo soviético anulou o Tratado de Paz de rapina de Brest. 

Ler Texto de Lénine em PDF aqui: http://www.dorl.pcp.pt/images/classicos/t26t087.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lénine 1918/01 &#8211; Para a História da Questão da Paz Infeliz<br />
Lénine leu as Teses sobre a Questão da Conclusão Imediata de Uma Paz Separada e Anexionista numa reunião dos membros do CC com os funcionários do Partido realizada em 8 (21) de Janeiro de 1918. As Teses foram publicadas em 24 de Fevereiro de 1918 quando a maioria dos membros do CC do partido já apoiava as posições leninistas em relação à conclusão da paz. Para a publicação das Teses, Lénine redigiu um prefácio a que deu o título de Para a História da Questão da Paz Infeliz.<br />
O Governo Soviético, considerando indispensável tirar com urgência a Rússia da guerra, viu-se obrigado a realizar negociações para a conclusão com a Alemanha de uma paz separada. Em 2 (15) de Dezembro de 1917, na cidade de Brest-Litovsk, foi assinado um acordo sobre o armistício que estabelecia a convocação de uma conferência de paz.<br />
A Conferência de Paz começou em Brest-Litovsk no dia 9 (22) de Dezembro de 1917. Nela participaram as delegações da Rússia Soviética e dos países da chamada Quádrupla Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Bulgária, Turquia), que apresentaram à delegação soviética reivindicações territoriais dos seus governos. Segundo essas exigências, a Rússia tinha que ceder à Alemanha e à Austria-Hungria um território superior a 150 mil quilómetros quadrados.<br />
Apesar do carácter abertamente de rapina das condições exigidas pelos imperialistas alemães, Lénine insistia na necessidade da conclusão da paz, pois considerava indispensável uma trégua para a consolidação do poder soviético. A posição de Lénine foi objecto de crítica por parte de Trótski e do grupo de &#8220;comunistas de esquerda&#8221;. Estes exigiam o rompimento das negociações, lançaram a palavra de ordem aventureira de &#8220;guerra revolucionária&#8221; e desenvolveram uma luta feroz contra Lénine e os seus partidários. Trótski, que, na segunda fase das negociações da paz, chefiava a delegação soviética, manifestou uma atitude capitulacionista e declarou que a Rússia Soviética não assinaria a paz mas cessaria as hostilidades e desmobilizaria o exército. Essa declaração provocou o rompimento das negociações, e no dia 18 de Fevereiro os alemães iniciaram uma ofensiva em toda a linha da frente.<br />
Lénine, na reunião extraordinária do CC realizada na noite de 18 de Fevereiro, quando a ofensiva alemã já era um facto, após uma luta dura e prolongada contra Trótski e contra os &#8220;comunistas de esquerda&#8221; conseguiu obter pela primeira vez uma maioria de votos a favor da conclusão da paz. Na manhã do dia 19 de Fevereiro foi enviada ao governo alemão um radiograma comunicando-lhe a disposição do governo soviético de concluir a paz nas condições que os alemães apresentaram em Brest-Litovsk.<br />
Em 23 de Fevereiro, de manhã, chegou a resposta do comando alemão, exigindo condições ainda mais duras para a conclusão da paz. Na reunião do CC realizada no dia 23 de Fevereiro, durante a discussão do novo ultimato alemão, a dura luta em torno dessa questão continuou. Finalmente o CC manifestou-se por maioria de votos a favor da proposta de Lénine sobre a imediata conclusão da paz nas condições alemãs. O IV Congresso Extraordinário dos Sovietes, que se realizou de 14 a 16 de Março de 1918, ratificou o Tratado de Paz de Brest-Litovsk.<br />
Depois da Revolução de Novembro de 1918 na Alemanha o governo soviético anulou o Tratado de Paz de rapina de Brest. </p>
<p>Ler Texto de Lénine em PDF aqui: <a href="http://www.dorl.pcp.pt/images/classicos/t26t087.pdf" rel="nofollow">http://www.dorl.pcp.pt/images/classicos/t26t087.pdf</a></p>
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